SURFE NORDESTE
O NOSSO SITE
SURF EM DIA
PERFIL
GALERIA
SÉCULO 20
CONTATOS
ESPECIAIS
ARQUIVOS 2014
Arquivos 2015
ARQUIVOS 2016
Arquivos 2017
Arquivos 2018
SURF EM DIA

 

 






Pernambuco, a terra dos altos coqueiros                                                                        

  NORONHA SEMPRE / APERTE O PLAY











   

 


  



16 de novembro 2018

GRANT BAKER VENCE O BIG WAVE


O brasileiro Lucas “Chumbo” Chianca quase consegue o bicampeonato na etapa do WSL Big Wave Tour de Nazaré, em Portugal. Mas, o sul-africano Grant “Twiggy” Baker conseguiu a maior nota da bateria final na sexta-feira de ondas passando dos 30 pés de altura na Praia do Norte, para vingar a derrota sofrida no ano passado, quando ficou em quinto lugar. Chumbinho foi o vice-campeão dessa vez, com o basco Natxo Gonzalez repetindo a terceira posição de 2017. Dois portugueses chegaram na decisão do título, com Alex Botelho ficando em quarto lugar, João de Macedo em quinto e o australiano Russell Bierke em sexto.

Lucas Chianca (Foto: @WSL / Masurel)

“Estou superfeliz, mas não consegui alcançar o objetivo que queria aqui, que era vencer o evento de novo”, disse Lucas Chianca. “Mesmo assim, foi um dia perfeito e todo mundo estava feliz em ver essas ondas fantásticas aqui em Nazaré. É uma ótima maneira de começar a temporada e estou muito empolgado para o restante do ano. O Twiggy (Grant Baker) é uma lenda e um verdadeiro ídolo que sempre admirei quando era mais novo, então fico feliz em competir de igual para igual com esses caras”.

Enquanto o brasileiro chegou na final vencendo as outras duas baterias que disputou na sexta-feira, o campeão passou raspando, sempre em terceiro lugar, na última vaga para a fase seguinte. Mas, na decisão do título, conseguiu a maior nota para dobrar no resultado, 8,67, somando os 17,34 da multiplicação com o 7,70 da sua última onda para atingir 25,04 pontos. Lucas Chianca tinha começado bem com 7,17 e na última conseguiu 8,07 para multiplicar por dois e alcançar 23,31 pontos. O dono da única nota 10 do Nazaré Challenge esse ano, conseguido nas semifinais, Natxo Gonzalez, terminou em terceiro lugar como em 2017, com 22,71 pontos, superando por pouco os 22,06 do português Alex Botelho.

Grant Baker (Foto: @WSL / Masurel)

“Eu nem acredito que venci. Isso é insano”, disse o bicampeão mundial do WSL Big Wave Tour em 2013 e 2016, Grant Baker. “Estes adolescentes ainda, estavam surfando muito forte hoje (sexta-feira) e nem posso acreditar que ainda tirei tudo de mim para vencer. Esse 8,67 era a onda que eu estava esperando surfar desde o início do dia. Ela veio direto para mim e foi muito louca. Foi um dia realmente perfeito e Nazaré é um sonho. O Lucas (Chianca) foi o cara que me venceu no ano passado aqui e o Natxo (Gonzalez) pegou o tubo mais incrível nas semifinais, então, de alguma forma, acho que tive sorte para vencer hoje”.

O Nazaré Challenge começou em ondas com cerca de 25 pés na maré cheia na Praia do Norte e quando ela secou, as condições ficaram mais pesadas com algumas séries entrando na faixa dos 35 a 40 pés, ou seja, ultrapassando incríveis 10 metros de altura. O comissário do Big Wave Tour, Mike Parsons, concedeu ao evento um coeficiente de prata, o que significa que os resultados em Nazaré terão um acréscimo de 10% na pontuação do ranking. A vitória, por exemplo, valeu então 11.000 pontos para Grant Baker.

(Foto: @WSL / Masurel)

DECISÃO DO TÍTULO – A grande final começou com a maioria dos surfistas pegando boas ondas e Lucas Chianca largou na frente com notas 7,17 e 6,23. Ele seguiu posicionado para surfar as esquerdas que vinha dominando desde o início do dia. Sua qualidade em dropar atrasado nas paredes enormes da Praia do Norte impressionou a todos, com Chumbo surfando boas ondas em todas as três baterias. Na semifinal, conseguiu sua maior nota, com um dos cinco juízes dando 10 para ele e a média ficando em 9,60.

A nota máxima saiu na segunda semifinal, para o basco Natxo Gonzalez, que também chegou a liderar a decisão do título, até o sul-africano Grant Baker conseguir completar uma onda incrível que valeu 8,67 para assumir a ponta. Nesse momento, Lucas Chianca caiu para o terceiro lugar, mas ainda achou uma onda boa, a melhor dele na bateria, para ganhar 8,07 e confirmar o vice-campeonato na abertura do WSL Big Wave Tour 2018/2019 em Portugal.

Koxa Rodrigo (Foto: @WSL / Poullenot)


06 de novembro 2018

YAGO DORA BRILHA EM MARESIAS.

Um sábado emocionante e ainda com boas ondas na Praia de Maresias lotada, fechou o Red Nose São Sebastião Pro com uma final entre dois tops da elite mundial da World Surf League. O catarinense Yago Dora confirmou sua primeira vitória no Brasil com um aéreo que valeu nota 8,5 para superar o paulista Jessé Mendes por 13,03 a 10,83 pontos. Antes, outro paulista já havia comemorado bastante o título de campeão sul-americano da WSL South America, com Wesley Santos conseguindo exatamente o resultado que precisava para ultrapassar o peruano Alonso Correa na liderança do ranking.

Yago Dora (Foto: Daniel Smorigo – WSL)

“Estou muito feliz por vencer essa final aqui no Brasil, pois acho que nunca tinha feito um resultado tão bom aqui pro público brasileiro”, disse Yago Dora, logo que chegou ao pódio. “A final, infelizmente deu uma mudada no mar e a gente não conseguiu pegar boas ondas. Mas, fiquei feliz por ter voltado daquele aéreo nota 8,5 que me garantiu a vitória. Maresias sempre foi um lugar que eu gosto muito, mas eu nunca tinha tido um resultado bom aqui. Mesmo assim, sempre senti uma conexão muito boa com essa onda, é um lugar que eu amo, então conseguir minha primeira vitória no Brasil aqui, foi perfeito”.

A grande final foi iniciada por volta das 17h00, com a praia cheia ainda já no entardecer em São Sebastião. A disputa do título começou com os dois competidores errando as manobras em suas primeiras ondas. Somente na metade da bateria, Jessé Mendes achou uma esquerda melhor que abriu a parede para fazer duas manobras com velocidade que valeram nota 6,0. Com ela, assumiu a liderança, porém com uma pequena vantagem de 5,83 pontos. O catarinense Yago Dora pegou uma esquerda bem maior, porém errou a segunda manobra.

Jessé Mendes (Foto: Daniel Smorigo – WSL)

Depois, Jessé entrou numa direita que fechou rápido e Yago foi na esquerda, que formou a rampa para arriscar o aéreo que vinha tentando e desta vez completou para receber 8,5 e assumir a ponta nos 5 minutos finais. Jessé passou a precisar de 7,04 para vencer, só que não entrou mais nenhuma onda boa e Yago Dora festejou sua terceira vitória da carreira no WSL Qualifying Series por 13,03 a 10,83, faturando o prêmio máximo de 12.000 dólares e os 3.000 pontos oferecidos ao campeão do Red Nose São Sebastião Pro. Pelo vice-campeonato, Jessé Mendes recebeu 6.000 dólares e marcou 2.250 pontos no ranking do WSL Qualifying Series.

“Estou feliz por ter feito essa final, apesar de que a maré secou muito e as condições ficaram fechando um pouco na bancada. Ficou difícil de achar ondas boas e o Yago (Dora) foi mais feliz em conseguir aquela rampa pra voar que decidiu a bateria”, disse Jessé Mendes. “Mesmo assim, deu altas ondas essa semana toda aqui e é difícil Maresias ter boas ondas assim tantos dias seguidos. Agora troquei minha pior pontuação no ranking e poderia ter sido melhor se vencesse, mas agora vou até mais confiante para tentar minha vaga para o CT do ano que vem lá no Havaí, certamente”.

(Foto: Daniel Smorigo – WSL)






















RESULTADOS DO ÚLTIMO DIA DO RED NOSE SÃO SEBASTIÃO PRO:

Campeão: Yago Dora (BRA) por 13,03 pontos (8,50+4,53) – US$ 12.000 e 3.000 pontos

Vice-campeão: Jessé Mendes (BRA) com 10,83 pontos (6,00+4,83) – US$ 6.000 e 2.250 pontos

SEMIFINAIS – 3.o lugar com 1.680 pontos e US$ 4.000:

1.a: Jessé Mendes (BRA) 15.60 x 10.53 Samuel Pupo (BRA)

2.a: Yago Dora (BRA) 16.83 x 15.33 Miguel Pupo (BRA)




01 de novembro 2018

SOFRIMENTO ATÉ A ÚLTIMA BATERIA



25 de outubro 2018

VERÃO FORTE
 



21 de outubro 2018

ÍTALO VENCE EM PORTUGAL E DECISÃO
DO CANECO VAI PARA O HAWAII.


O MEO Rip Curl Pro Portugal terminou em festa brasileira no sábado de praia superlotada em Supertubos no último dia da “perna europeia” do World Surf League Championship Tour. Não foi pela conquista do título mundial antecipado por Gabriel Medina e sim pela vitória do potiguar Italo Ferreira, a oitava do Brasil nas dez etapas completadas em Portugal e a terceira dele esse ano. Antes de bater o francês Joan Duru na final, ele também usou os aéreos para tirar a maior nota do evento – 9,30 – na semifinal brasileira com Medina. Com isso, a decisão do título de 2018 ficou para a última etapa, com Filipe Toledo e Julian Wilson vivos na briga com Medina nos tubos de Banzai Pipeline, de 8 a 20 de dezembro no Havaí.

A chegada do campeão (Foto: @WSL / Masurel)

“Isso é uma loucura e nem consigo acreditar que consegui vencer aqui com toda essa multidão na praia”, disse Italo Ferreira. “No meu primeiro ano, eu fiquei em segundo na final com o Filipe (Toledo, em 2015), então eu queria muito vencer e estou muito feliz. Obrigado Portugal e a todos na praia, minha família, amigos, todos que torceram pela internet, muito obrigado. Esse ano foi meio louco pra mim. Consegui grandes vitórias, tive alguns resultados ruins, mas estou vivendo o meu sonho e esse é o melhor trabalho do mundo”.

Mesmo sendo o único a vencer três etapas esse ano, Italo Ferreira não tem chances de título mundial e nem de alcançar os três primeiros colocados no Jeep Leaderboard. Mas, já garantiu seu nome no seleto grupo dos top-5 do ranking pela primeira vez em quatro temporadas na divisão principal da World Surf League. Em 2017, foi o último a se classificar para o CT deste ano, em 22.o lugar na lista dos 22 que permanecem na elite. O australiano Owen Wright é o único que pode lhe tirar a quarta posição, somente se vencer o Billabong Pipe Masters.

(Foto: @WSL / Masurel)

O potiguar festejou sua primeira vitória da carreira no CT, badalando o sino do emblemático troféu de campeão do Rip Curl Pro nas direitas de Bells Beach, na Austrália. A segunda foi no Corona Bali Protected, também nas direitas de Keramas, na Indonésia. Em Portugal, quando Supertubos está tubular, as direitas são melhores, mas no sábado as ondas estavam com 3-4 pés e ele apostou nas esquerdas desde a bateria que abriu o dia, após vários adiamentos por toda a manhã e início da tarde.

AÉREOS MORTAIS – Ele já havia treinado ali e foi onde conseguiu ondas formando boas rampas para usar os aéreos mortais que estavam no pé. O taitiano Michel Bourez ficou posicionado para pegar direitas, deixando Italo sozinho para escolher as melhores e conseguir notas 8,77 e 7,33 na fácil vitória por 16,10 a 5,20 pontos na abertura das quartas de final.

Italo Ferreira (Foto: @WSL / Masurel)

Gabriel Medina entrou na bateria seguinte e também foi para as esquerdas, com o australiano Matt Wilkinson preferindo as direitas. O resultado foi o mesmo. Medina pegou as melhores ondas para mostrar seu repertório de aéreos e somar 8,33 com 7,83, contra um total de 11,03 pontos das duas notas computadas pelo australiano.

TÍTULO MUNDIAL – As atenções então ficaram para o confronto seguinte, pois Julian Wilson poderia acabar com a chance de Medina conquistar o título antecipado em Portugal. Era só passar essa bateria, mas o francês Joan Duru largou na frente massacrando uma boa direita que valeu nota 7,0. Depois, não entraram muitas ondas boas e o máximo que o australiano conseguiu foi 3,67 nas dez que tentou surfar. O francês ainda tirou um 4,57 dos juízes na última e Julian Wilson acabou eliminado por 11,57 a 5,10 pontos.

Gabriel Medina (Foto: @WSL / Poullenot)

Com isso, seguia viva a chance de Medina conquistar seu segundo título mundial com a vitória no MEO Rip Curl Pro.  O craque Neymar estava presente mais uma vez na arena do evento, prestigiando o amigo em Portugal, com eles até assistindo algumas baterias ao lado de Italo Ferreira. Depois, os dois fizeram uma verdadeira batalha aérea nas semifinais, com a enorme torcida que lotou a praia no sábado, vibrando a cada voo dos brasileiros.

O início foi parecido, com Italo começando com nota 7,17, contra 6,83 do Medina, que ficou mais ativo dentro d´água, pegando mais ondas até conseguir 7,90 para abrir grande vantagem. O potiguar precisava de uma nota excelente e achou outra onda boa há 3 minutos do fim da bateria, arriscou um aéreo muito alto e aterrisou com perfeição após o giro completo no ar. Os juízes o premiaram com a maior nota do MEO Rip Curl Pro esse ano e o 9,30 recebido por Italo Ferreira, virou o placar para 16,47 a 14,73 pontos de Gabriel Medina.

“Foi uma boa bateria contra o Italo (Ferreira) como sempre. Ele é um grande amigo meu e mereceu vencer com aquela onda”, admitiu Gabriel Medina. “Nós sabíamos que seria um show de aéreos e estou feliz com meu desempenho. Eu sei que fiz o meu melhor aqui e agora meu foco está para o Pipe Masters. Eu venho de duas vitórias e dois terceiros lugares nas últimas etapas, então estou feliz com meu desempenho e Pipeline é uma onda que eu gosto muito. Agora vou focar nisso”.

(Foto: @WSL / Poullenot)

DECISÃO NO HAVAÍ – Com a derrota em terceiro lugar, a decisão do título mundial ficou então para a última etapa no templo sagrado do esporte, Banzai Pipeline, no Havaí. A batalha segue com três concorrentes e Medina vestindo a lycra amarela do Jeep Leaderboard no Billabong Pipe Masters. Filipe Toledo e Julian Wilson agora estão empatados em segundo lugar e já necessitam chegar na grande final para superar os atuais 56.190 pontos do líder. Se Medina chegar nas semifinais, ambos precisarão unicamente da vitória no Havaí.

Caso aconteça uma decisão entre Filipe e Julian, o vencedor será o campeão mundial de 2018. A final só não poderá ser com Gabriel Medina, pois a batalha do seu segundo título é passar das semifinais. Ele já disputou o troféu de campeão do Pipe Masters duas vezes. Em 2014, já chegou como primeiro campeão mundial do Brasil e Julian Wilson venceu o show de tubos nos minutos finais. No ano seguinte, confirmou o título de Adriano de Souza ao derrotar Mick Fanning nas semifinais e Mineirinho festejou a conquista com a vitória no Havaí.

Agora, se seus concorrentes não tropeçarem pelo caminho, Medina terá que chegar na final de novo para se tornar o primeiro brasileiro bicampeão mundial da história da World Surf League. Ele não consegue isso desde a decisão verde-amarela de 2015 com Mineirinho. Mas, Julian Wilson e Filipe Toledo também não chegaram na final em 2016 e nem em 2017, nos anos do bicampeonato mundial do havaiano John John Florence. O australiano só conseguiu decidir o título em Pipeline uma vez em sete participações, na vitória sobre Medina. Filipe disputou cinco Pipe Masters e seu melhor resultado foi um quinto lugar nas quartas de final do mesmo ano de 2014, contra o próprio Medina.

VAGAS NO CT 2019 – O Billabong Pipe Mastes também será decisivo para definir o grupo dos top-34 que vai disputar o título mundial de 2019 no World Surf League Championship Tour. Os 22 primeiros colocados no Jeep Leaderboard permanecem na elite e sete dos onze titulares da “seleção brasileira” deste ano estão na lista, Gabriel Medina em primeiro lugar no ranking das dez etapas completadas em Portugal, Filipe Toledo em segundo, Italo Ferreira em quarto, Willian Cardoso em 13.o seguido por Michael Rodrigues em 14.o, Adriano de Souza em 17.o e Yago Dora na ameaçada 22.a e última vaga para o ano que vem.

Joan Duru (Foto: @WSL / Masurel)

O francês Joan Duru ganhou dez posições com o vice-campeonato no MEO Rip Curl Pro Portugal e está logo abaixo dele, ultrapassando os 18.400 pontos do catarinense com um nono lugar no Havaí. Entre os brasileiros que ainda podem entrar na zona de classificação para o CT 2019, o catarinense Tomas Hermes em 25.o no ranking, também precisa chegar na quarta fase para tirar a 22.a posição de Yago Dora. O pernambucano Ian Gouveia e o paulista Jessé Mendes estão empatados em 29.o e só conseguem isso se chegarem na final do Billabong Pipe Masters. Além dos três, também está fora dos top-22 o paulista Caio Ibelli, contundido desde a segunda etapa do ano.

G-10 DO QS – Caso Tomas, Ian, Jessé e Caio, saiam da elite do CT esse ano, outros quatro estão se classificando entre os dez indicados pelo WSL Qualifying Series, para manter a maioria brasileira no CT com onze surfistas. O paranaense Peterson Crisanto está em quinto no G-10, o paulista Deivid Silva em sexto, o potiguar Jadson André em sétimo e o catarinense Alejo Muniz em décimo. Eles terão chance de disputar pontos em casa no último evento importante antes do encerramento da temporada na Tríplice Coroa Havaiana, o Red Nose São Sebastião Pro com status QS 3000, de 31 de outubro a 4 de novembro na Praia de Maresias.



18 de outubro 2018

MEDINA COLOCA UM DEDO NA TAÇA



12 de outubro 2018

GABRIEL MEDINA O NOVO LÍDER.

10 de outubro 2018

VERÃO ENCOSTA COM FORÇA EM PERNAMBUCO




05 de outubro 2018

BALANÇO NA ROTA NESSA SEXTA




04 de outubro 2018

NOVIDADES NA QUINTA FEIRA



01 de outubro 2018

MONIK SANTOS REINA NO RIO.

A Praia da Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, amanheceu com ondas de meio metro e um belíssimo sol para coroar as campeãs da segunda etapa do Neutrox Weekend 2018, evento idealizado pela Associação Brasileira de Surf Profissional (Abrasp) em parceria com a marca Neutrox. Numa final 100% brasileira, Monik Santos levou a melhor no Feminino Pro em cima da Diana Cristina, a Tininha. Nicole Pacelli e Chloé Calmon também levaram os maiores canecos em suas categorias.

Monik Santos (Foto: Fabriciano Junior / Neutrox)

As semifinais pegaram fogo na categoria Feminino Pro. O primeiro embate foi marcado pela eliminação da favorita e defensora do título, Dominic Barona, com um show de surf de Monik Santos. Com uma esquerda de duas manobras muito fortes que renderam 5,25 pontos, Monik foi a primeira finalista do dia.

Na sequência Diana Cristina surfou com muita velocidade e desbancou Taís de Almeida. Nas esquerdas do Posto 3, Tininha arrancou nota 7 dos juízes pra formal a grande final do Neutrox Weekend.

Chegada a vez de conhecer a grande campeã do SUP Wave. Confirmando o favoritismo, Nicole Pacelli mais uma vez provou toda sua superioridade e sagrou-se campeã da etapa.

Diana Cristina (Foto: Fabriciano Junior / Neutrox)

“A Neutrox está de parabéns pelo evento, está irado. Hoje foi show de surf no Longboard, na pranchinha e no SUP. Estou muito feliz com essa vitória. É muito importante vermos eventos comp esse, que valorizam o surf feminino brasileiro”, declarou a campeã, que somou pontos para o circuito da Confederação Brasileira de Stand Up Paddle (CBSUP).

Do SUP para o Long, repetindo o resultado da etapa do Neutrox Weekend em Itacaré (BA) e exibindo toda sua elegância no pranchão, caminhando com plasticidade sob as ondas, Chloé Calmon não decepcionou a grande torcida na praia e levou a melhor.

“Estou muito feliz. Isso é resultado de muito trabalho. Competir no Rio é muito especial porque eu posso surfar na frente da minha família e de todas as pessoas que fazem parte do meu trabalho, minha psicóloga, preparador físico e meus pais. Com certeza vencer em casa é especial”, comemora Chloé.
 

O dia foi encerrado com a finalíssima do Feminino Pro. A primeira vitória da pernambucana Monik Santos em uma etapa do QS não poderia ter sido mais dominante. Líder do confronto com Diana Cristina do início ao fim, Monik imprimiu um ritmo muito rápido e com manobras muito potentes para administrar o resultado até o final. Saiu da água carregada pelas amigas e companheiras de circuito, Taís de Almeida e Camila Cássia.

“Estou muito sem feliz, sem palavras, foi um evento maravilhoso. Só tenho a agradecer e comemorar com minha família, minhas amigas. Temos que parabenizar a Neutrox, o campeonato de Itacaré já foi maravilhoso, e esse aqui foi especial. Essa vitória vai pra minha mãe, que pega na minha mão e não deixa eu desistir dos meus sonhos”, finaliza a grande campeã do Neutrox Weekend.

 



30 DE SETEMBRO 2018

CEARENSE BRILHA NO ALTO BONITO.




29 de setembro 2018

TUDO PRONTO PARA A REMADA DO PRATA




28 de setembro 2018

SEXTOU NA ROTA DOS COQUEIROS.



24 de setembro 2018.

NOVO CONCEITO DE HOSPEDAGEM EM

BONITO, DEIXA REGIÃO EM DESTAQUE.




21 de setembro 2018

BATE E VOLTA ESPECIAL.



18 DE SETEMBRO 2018

REMADA ROSA DO PRATA ESTA CHEGANDO.



10 de setembro 2018.

MEDINA COMANDA A PISCINA DO SLATER.

O Brasil segue fazendo história com mais um feito inédito no World Surf League Championship Tour 2018. Os brasileiros comandaram o show na primeira etapa disputada nas ondas perfeitas criadas por Kelly Slater em Lemoore, no deserto da Califórnia. Gabriel Medina foi o campeão do Surf Ranch Pro e Filipe Toledo ficou em segundo lugar na sétima vitória brasileira consecutiva nas oito etapas da temporada. Foi a segunda seguida de Medina, que diminui a vantagem de Filipe na briga pelo título mundial e agora vem as duas provas da “perna europeia” que ele venceu no ano passado, em outubro na França e em Portugal.

Os melhores no Surf Ranch Pro, Stephanie Gilmore, a campeã Carissa Moore, Filipe Toledo e Gabriel Medina (Foto: @WSL / Kelly Cestari)

“Foi incrível ganhar de novo, especialmente aqui no Surf Ranch, nesse evento com um formato diferente, muito legal, e também foi bom para ficar mais perto do Filipe (Toledo)”, disse Gabriel Medina. “O Filipe é muito perigoso, provavelmente o melhor no Surf Ranch, por isso a vitória foi ainda mais especial. Estou muito feliz porque surfei do jeito que eu tinha planejado e deu tudo certo. É totalmente diferente você surfar no mar, mas foi muito legal o evento. Acho que é a melhor onda de alta performance que já surfamos e é bom sentir que estamos no mesmo nível dos outros caras. Temos mais três eventos pela frente para fechar o ano e espero seguir neste ritmo até o fim”.

No formato especialmente criado para o Surf Ranch Pro, com cada competidor tendo três chances de pegar uma esquerda e uma direita, para computar a maior nota surfando de frontside e de backside, os dois melhores do Qualifying festejaram os títulos no domingo, Gabriel Medina e Carissa Moore. A havaiana também foi imbatível, igualmente deixando a líder do ranking, Stephanie Gilmore, em segundo lugar. Gabriel e Filipe centralizaram a batalha final desde a primeira apresentação de cada um, com Medina sempre sendo o último a entrar por ter feito a melhor campanha nas fases classificatórias.

Filipe Toledo (Foto: @WSL / Sean Rowland)

Ele viu o japonês Kanoa Igarashi largar na frente e logo Filipe assumir a ponta com seu arsenal de manobras modernas e progressivas na direita, surfando longos tubos e finalizando com um aéreo para ganhar 8,33 e totalizar 15,16 pontos. Medina falhou na esquerda, mas arrebentou a direita ficando bem profundo nos dois tubos e também fechando com um aéreo para tirar 8,73 e começar em terceiro lugar na primeira rodada.

Na segunda volta, o outro brasileiro no domingo decisivo, Miguel Pupo, conseguiu a maior nota nas esquerdas até ali. Mas, o 8,13 não foi suficiente para entrar na briga do título e Pupo terminou em quinto lugar no Surf Ranch Pro, seu melhor resultado substituindo os tops contundidos esse ano. Já Filipe Toledo levantou a torcida na onda que arrancou a maior nota do Surf Ranch Pro – 9,80 – com seu ataque aéreo na direita. Foram três, mandando dois incríveis alley-oops nas saídas dos tubos para aumentar a vantagem na liderança. Mas, ainda tinha uma nota baixa na esquerda, 6,83, para trocar na última volta.

Gabriel Medina (Foto: @WSL / Sean Rowland)

CHANCES IGUAIS – Medina também tinha falhado em sua primeira esquerda e já recuperou na segunda chance, manobrando forte e voando em um aéreo incrível na finalização da onda, que valeu 8,53. Com ela, atingiu 17,26 pontos, superando os 16,63 de Filipe e a batalha do título ficou para a rodada final. Só que alguns surfistas reclamaram da qualidade das suas esquerdas, então para oferecer condições iguais para todos, os comissários da WSL decidiram dar uma chance extra para os oito pegarem mais uma esquerda antes da última volta.

Bom para Filipe Toledo, que ganhou mais uma oportunidade para trocar o 6,83 da sua primeira onda. Mas, ele não conseguiu e quem primeiro aproveitou foi o japonês Kanoa Igarashi, que tinha caído para o grupo dos quintos colocados no evento e recuperou o terceiro lugar no geral com uma nota 7,60. Só que quem acabou lucrando, mesmo sem precisar, foi Gabriel Medina. Ele arrebentou de novo e mandou um kerrupt fantástico para fechar sua esquerda extra, trocando o 8,53 por 9,13 e subindo seu placar para 17,86 pontos.

Os líderes dos rankings Stephanie Gilmore e Filipe Toledo (Foto: @WSL / Kelly Cestari)

Com 9,80 já garantido na direita, Filipe teria que arriscar tudo na esquerda para vencer e até aumentou sua nota para 7,23, mas precisava de um pouco mais e encerrou sua participação com 17,03 pontos. Restou então a expectativa pelas últimas voltas de Kanoa Igarashi e do australiano Julian Wilson, que também não conseguiram superar os brasileiros e Medina foi consagrado campeão antes mesmo de entrar na piscina para surfar suas últimas ondas.

“Eu cometi alguns erros durante todo o evento e se eu tivesse surfado melhor as esquerdas, poderia estar em primeiro lugar agora”, admitiu Filipe Toledo. “Mas, estou muito feliz por ter feito parte desse evento incrível. Esta é uma nova Era do surfe e só tenho que agradecer todos os fãs que vieram aqui e torceram bastante para a gente. Foi um grande evento e é sempre assustador competir contra esses caras. Eles estão entre os top-5 por alguma razão, mas sigo tentando me concentrar apenas em mim mesmo, em fazer meu trabalho bem feito para manter uma boa distância deles”.

Gabriel Medina (Foto: @WSL / Kelly Cestari)

SÓ DÁ BRASIL – A enorme torcida que lotou o Surf Ranch no domingo parecia ser toda verde-amarela, pela grande quantidade de bandeiras do Brasil sendo tremuladas numa vibração incrível por Medina e Filipe. Foi mais uma prova do domínio antes inimaginável na temporada 2018 do World Surf League Championship Tour. São impressionantes sete etapas seguidas terminando com vitórias brasileiras nas oito disputadas este ano. Só a primeira foi vencida por um australiano, Julian Wilson. Depois, só deu Brasil!

A série invicta começou com o potiguar Italo Ferreira badalando o emblemático sino do troféu de campeão do Rip Curl Pro Bells Beach, após ganhar a bateria que marcou a despedida do tricampeão mundial Mick Fanning na casa dele na Austrália. Depois veio o segundo título de Filipe Toledo no Oi Rio Pro em Saquarema e na Indonésia foram mais duas vitórias seguidas, com Italo Ferreira de novo nas direitas de Keramas e do novato na elite, Willian Cardoso, nas esquerdas de Uluwatu, batendo na final o líder do ranking naquele momento, Julian Wilson.

Filipe Toledo assumiu de vez a lycra amarela do Jeep Leaderboard com o bicampeonato consecutivo nas direitas geladas de Jeffreys Bay, na África do Sul. Ele se mantem na frente até agora, mesmo com a aproximação fulminante de Gabriel Medina nesta segunda metade da temporada. O campeão mundial de 2014 venceu duas seguidas, o Tahiti Pro Teahupoo e o Surf Ranch Pro neste domingo. Na perna europeia, ele vai defender o título no Quiksilver Pro France, onde já fez cinco finais e ganhou três, depois no MEO Rip Curl Pro Portugal em Peniche também. Os dois eventos acontecem entre os dias 03 e 27 de outubro.

RANKING WSL 2018 – após 8 etapas:

01: Filipe Toledo (BRA) – 49.785 pontos

02: Gabriel Medina (BRA) – 45.685

03: Julian Wilson (AUS) – 37.125

04: Italo Ferreira (BRA) – 31.825

05: Owen Wright (AUS) – 29.485

06: Jordy Smith (AFR) – 27.275

07: Wade Carmichael (AUS) – 26.970

08: Kolohe Andino (EUA) – 24.690

09: Kanoa Igarashi (JPN) – 24.530

10: Michel Bourez (TAH) – 24.370

11: Mikey Wright (AUS) – 22.530

12: Willian Cardoso (BRA) – 22.245

13: Jeremy Flores (FRA) – 21.610

14: Conner Coffin (EUA) – 21.060

15: Griffin Colapinto (EUA) – 20.365

16: Michael Rodrigues (BRA) – 20.270

17: Adrian Buchan (AUS) – 19.000

18: Adriano de Souza (BRA) – 18.180

19: Ezekiel Lau (HAV) – 17.875

20: Sebastian Zietz (HAV) – 17.780

21: Yago Dora (BRA) – 16.735

22: Frederico Morais (PRT) – 15.945



08 de setembro 2018

FESTIVAL OLINDENSE DE SURF, CADA

ANO MELHOR
.





07 de setembro 2018

TUDO PRONTO PARA O OLINDENSE 2018





03 de setembro 2018

BRASILEIROS VENCEM WQS NA EUROPA E EUA.

Dois brasileiros festejaram suas primeiras vitórias no Circuito Mundial da World Surf League neste domingo na Europa e na América do Norte. Ambos têm apenas 20 anos de idade e são do litoral norte paulista. O ubatubense Weslley Dantas ganhou o QS 3000 Pull&Bear Pantin Classic Galicia Pro na Espanha e Renan Pulga Peres, de Maresias, São Sebastião, garantiu o bicampeonato do Brasil no QS 1000 WRV Outer Bank Pro na Carolina do Norte, Estados Unidos, onde no ano passado o pernambucano Gabriel Farias também conseguiu seu primeiro título em etapas do WSL Qualifying Series. Outros dois brasileiros ficaram nas semifinais, o catarinense Alejo Muniz na Espanha e o pernambucano Alan Donato, que perdeu para Pulga nos Estados Unidos.

Weslley Dantas (Foto: @WSL / Poullenot)

Por valer mais pontos e contar com surfistas mais expressivos, como vários ex-tops do World Surf League Championship Tour (CT), Weslley Dantas conquistou a vitória mais importante. Ele começa a trilhar o caminho de sucesso dos irmãos, o ex-top do CT, Wiggolly Dantas, e a bicampeã brasileira Suelen Naraisa. Weslley se destacou nas ondas da Playa de Pantin, completando os aéreos mais impressionantes no QS 3000 da Espanha. Foi voando que ele liquidou seus oponentes no último dia.

“Estou muito feliz com a minha primeira vitória no QS, pois trabalhei bastante para chegar até aqui”, disse Weslley Dantas. “Eu já tinha conseguido dois terceiros lugares esse ano, em Pipeline (Havaí) e em El Gringo (Chile), então é ótimo poder sentir agora o gosto de vencer pela primeira vez. Agora vou para o maior QS da perna europeia em Ericeira (QS 10000 em Portugal) e espero manter a minha confiança para fazer outro grande resultado lá também”.

Weslley Dantas (Foto: @WSL / Poullenot)

O campeão só não venceu uma bateria no último dia, mas passou em segundo lugar na que abriu o domingo de ondas de 4-6 pés em Pantin. Depois, vingou essa derrota para o australiano Ethan Ewing nas semifinais, com um aéreo espetacular que arrancou a maior nota do evento, 9,5, para vencer por 11,67 a 6,67 pontos. Nesta hora, o mar já estava difícil, pois o swell chegou bombando ondas pesadas no domingo e a maioria fechava rapidamente. A segunda semifinal também teve poucas ondas surfadas e o costa-ricense Carlos Munoz impediu uma decisão brasileira, barrando o catarinense Alejo Muniz por 9,10 a 5,40 pontos.

MELHOR BATERIA – Antes das semifinais, as condições estavam bem melhores e uma bateria 100% brasileira foi a melhor do último dia. Nela estava Weslley Dantas e ele e o carioca Lucas Silveira fizeram um duelo em alto nível nas quartas de final. Ambos tiraram notas no critério excelente dos juízes e o resultado terminou empatado em 15,50 pontos. Para definir o vencedor, foi computada só a maior nota de cada um e Weslley levou a melhor por ter 8,50 contra 8,33 do Lucas.

Lucas Silveira (Foto: @WSL / Poullenot)

A grande final foi mais uma bateria fraca de ondas, mas Weslley ficou mais ativo dentro d´água, indo em mais ondas para buscar sua primeira vitória na carreira. Ele largou na frente com nota 4,67, depois acertou um aéreo nas esquerdas para conquistar seu primeiro troféu de campeão em etapas do WSL Qualifying Series por 9,54 a 4,10 pontos de Carlos Munoz. Com os 3.000 pontos da vitória, Weslley subiu da 64.a para a 29.a posição no ranking e os resultados do fim de semana não provocaram nenhuma mudança de nomes na lista dos dez surfistas que se classificam para a elite do CT, pelo ranking do QS.

BRASIL NO G-10 – Quem estava mais perto de ingressar na zona de classificação era o atual campeão sul-americano da WSL South America, Thiago Camarão, mas o paulista perdeu na primeira bateria do dia, para o australiano Ethan Ewing e Weslley Dantas. O catarinense Mateus Herdy e o peruano Alonso Correa também ficaram nesta rodada classificatória para as quartas de final, que abriu o domingo do QS 3000 Pull&Bear Pantin Classic Galicia Pro.

Alejo Muniz (Foto: @WSL / Poullenot)

Com a derrota, Thiago Camarão ficou na porta de entrada do G-10, em 14.o lugar no ranking que está garantindo até o 13.o colocado, Reef Heazlewood, da Austrália. Isto porque três surfistas acima dele, estão entre os 22 primeiros no ranking do CT que são mantidos na elite para o ano que vem e dispensam as vagas do QS. A única mudança na lista foi Alejo Muniz, que subiu da sétima para a sexta posição, com o Brasil mantendo o paranaense Peterson Crisanto em segundo lugar, o potiguar Jadson André em quinto e o paulista Deivid Silva em 11.o, mas dentro do G-10.

BICAMPEONATO NOS EUA – Do outro lado do Oceano Atlântico, a bandeira brasileira subiu no alto pódio pelo segundo ano consecutivo no QS 1000 WRV Outer Bank dos Estados Unidos. Assim como Weslley Dantas na Espanha, o também paulista Renan Pulga Peres entrou no mar quatro vezes para competir no domingo em Jennette´s Pier, na Carolina do Norte. A diferença é que ele ganhou e bem todas as quatro baterias. Em duas delas, com outro brasileiro dentro d´agua.

Renan Pulga Peres (Foto: @WSL / Ferguson)

Na que abriu o domingo, valendo as duas primeiras vagas para as quartas de final, Fernando Junior ficou em último e Kevin Schulz passou em segundo junto com ele. Depois, Pulga despachou outro norte-americano, Cam Richards, antes do duelo verde-amarelo com Alan Donato nas semifinais. Nos confrontos homem a homem, Renan Peres sempre conseguiu pegar boas ondas para superar a casa dos 15 pontos nas duas notas computadas. Contra o pernambucano, fez seu maior placar no último dia, 15,73 a 13,84 pontos.

Na decisão do título, Pulga também mostrou uma boa escolha de ondas e não deu qualquer chance para o floridiano Chauncey Robinson. Ele já começou bem com nota 7,17, contra 5,17 do adversário. Depois, massacrou outra boa onda para ganhar 8,50 dos juízes que garantiu o bicampeonato do Brasil no QS 1000 WRV Outer Bank Pro, com Renan Peres repetindo o feito do pernambucano Gabriel Farias no ano passado na Carolina do Norte. A vitória por 15,67 a 11,57 pontos o levou da 173.a para a 119.a posição no ranking do WSL Qualifying Series.

Chauncey Robinson e Renan Pulga (Foto: @WSL / Ferguson)

“Isso é um sonho se tornando realidade e esse é o melhor dia da minha vida. Nem consigo acreditar que consegui a vitória”, disse Renan Peres. “As ondas estavam muito boas e conseguir essas pontuações nas baterias foi aumentando minha confiança. Agora vou para as Filipinas buscar outro bom resultado lá e quero agradecer a Deus, minha família e a todos que me apoiaram. O ano está sendo difícil pra mim, depois que perdi meu patrocinador. Mas, muitas pessoas me ajudaram, meus amigos foram incríveis e esta vitória é para todos eles”.

BICAMPEÃ NA ESPANHA – Também no domingo, foi encerrada na Espanha a penúltima etapa com status máximo de 6.000 pontos do WSL Qualifying Series feminino, portanto decisiva na briga pelas seis vagas para o CT do ano que vem. A brasileira Silvana Lima era a única sul-americana no último dia e foi barrada nas quartas de final. Apesar da derrota, a cearense subiu da sexta para a quarta posição no ranking e segue garantindo sua permanência na elite pelo G-6. Com a vitória sobre Silvana, a neozelandesa Paige Hareb entrou na zona de classificação, tirando da lista a australiana Philippa Anderson.

Silvana Lima (Foto: @WSL / Poullenot)

Paige depois foi eliminada nas semifinais pela havaiana Coco Ho, que conquistou o bicampeonato consecutivo no QS 6000 Pull&Bear Pantin Classic Galicia Pro. A decisão do título foi contra a norte-americana Sage Erickson, que já tinha vencido esta etapa duas vezes. Coco Ho permanece em segundo lugar no ranking liderado pela norte-americana Caroline Marks, mas já atingiu suficientes 18.650 pontos para confirmar seu nome no CT do ano que vem.

“Isso significa que vou poder relaxar um pouco então e focar mais na piscina de ondas (próxima etapa do CT nessa semana no Surf Ranch), em Hossegor (França) e Honolua Bay (Havaí). Que bom”, disse Coco Ho, referindo-se as próximas etapas do CT. “Estou muito feliz porque as ondas estavam bem melhores hoje (domingo). Eu vim aqui pela primeira vez 4 anos atrás e não sabia nada sobre Pantin. Fui conhecendo melhor ao longo do tempo e ganhar aqui no ano passado foi muito especial. Eu realmente admiro o quão bonito é esse lugar, então esta segunda vitória foi ainda mais especial e não vejo a hora de voltar para cá no ano que vem”.

Coco Ho (Foto: @WSL / Poullenot)




















G-10 DO WSL QUALIFYING SERIES 2018 – 47 etapas:

01: Seth Moniz (HAV) – 17.750 pontos

02: Peterson Crisanto (BRA) – 17.420

03: Kanoa Igarashi (JPN) – 17.150 com vaga nos top-22 do CT

04: Griffin Colapinto (EUA) – 14.950 com vaga nos top-22 do CT

05: Jadson André (BRA) – 14.110

06: Alejo Muniz (BRA) – 12.710

07: Jorgann Couzinet (FRA) – 12.585

08: Mikey Wright (AUS) – 12.355 com vaga nos top-22 do CT

09: Evan Geiselman (EUA) – 12.210

10: Jack Freestone (AUS) – 10.720

11: Deivid Silva (BRA) – 10.090

12: Ryan Callinan (AUS) – 10.010

13: Reef Heazlewood (AUS) – 9.780




30 de AGOSTO 2018

BRASILEIROS AVANÇAM NA ESPANHA.

Seis surfistas da América do Sul estão entre os dezesseis classificados para disputar vagas para as quartas de final do QS 3000 Pull&Bear Pantin Classic Galicia Pro neste sábado na Espanha. Os brasileiros Alejo Muniz, Thiago Camarão, Lucas Silveira, Weslley Dantas, Mateus Herdy e o peruano Alonso Correa, passaram pela quinta fase na sexta-feira só de competição masculina na Playa de Pantin. As quartas de final do QS 6000 feminino, com Silvana Lima na terceira bateria, ficaram para o sábado e os dois eventos serão encerrados no fim de semana na Espanha.

Thiago Camarao (Foto: @WSL / Poullenot)

O paulista Weslley Dantas e o carioca Lucas Silveira despacharam o francês Nomme Mignot e o australiano Ty Watson na batalha pelas duas primeiras vagas para a fase dos 16 melhores do QS 3000 da Galícia esse ano. Mais dois brasileiros entraram na segunda bateria, mas apenas um avançou, Thiago Camarão, com o italiano Leonardo Fioravanti ganhando a briga pelo segundo lugar do também paulista Flavio Nakagima e do francês Nelson Cloarec.

Na disputa seguinte, o jovem catarinense Mateus Herdy, atual campeão sul-americano Pro Junior Sub-18 da WSL South America, usou as manobras aéreas para conquistar a terceira vitória brasileira consecutiva valendo classificação para o sábado. Os quatro vão brigar pelas primeiras vagas para as quartas de final. Os paulistas Thiago Camarão e Weslley Dantas vão abrir a sexta fase, contra o australiano Ethan Ewing e o japonês Hiroto Ohhara. Na segunda bateria, Lucas Silveira e Mateus Herdy enfrentam o italiano Leonardo Fioravanti e o taitiano Kauli Vaast, que eliminou o número 5 do ranking, Jadson André, na sexta-feira.

Mateus Herdy (Foto: @WSL / Poullenot)



















Eu fiquei muito tempo esperando por uma onda, então eu sabia que teria que fazer algo especial na que viesse para ganhar uma boa nota”, disse Mateus Herdy. “Quando ela veio, eu já fui direto para o aéreo e tive que segurar a prancha porque o vento estava terrível nas direitas. Eu fiquei muito feliz por ter completado a manobra, pois essa onda me garantiu a vitória na bateria. Eu disputei uma bateria do Pro Junior naquele mesmo pico, então acho que isso ajudou porque eu já sabia onde poderia entrar as ondas que eu precisava”.

Além de Mateus Herdy, outro catarinense segue na disputa do título no QS 3000 Pantin Classic Galicia Pro, o sétimo colocado no ranking do WSL Qualifying Series, Alejo Muniz. Ele e o peruano Alonso Correa conquistaram as últimas vagas para o sábado, na bateria que o baiano Bino Lopes acabou saindo da briga junto com o marroquino Ramzi Boukhiam. O peruano vai disputar a penúltima classificatória para as quartas de final com o americano Nat Young, o costa-ricense Carlos Munoz e o australiano Jackson Baker. E Alejo Muniz fecha a sexta fase com o espanhol Aritz Aranburu, o francês Gatien Delahaye e o sul-africano Adin Masencamp.

22 DE AGOSTO 2018

GABRIEL MEDINA VENCE EM TEAHUPOO

O campeão mundial Gabriel Medina conquistou o bicampeonato no Tahiti Pro Teahupoo na sexta vitória consecutiva do Brasil nas sete etapas do World Surf League Championship Tour 2018, completadas neste domingo na Polinésia Francesa. O retrospecto de Medina na bancada mais perigosa do Circuito Mundial é impressionante. A final contra o australiano Owen Wright, que impediu uma decisão brasileira barrando Filipe Toledo nas semifinais, foi a quarta que ele disputou nos últimos 5 anos, desde a vitória sobre Kelly Slater no mar épico de 2014. Com o segundo título num tubo surfado no último minuto, Medina entrou na corrida do título mundial e é o único que brigará pela lycra amarela do Jeep Leaderboard com Filipe Toledo na próxima etapa, o Surf Ranch Pro em setembro na piscina de ondas criada por Slater.

(Foto: @WSL / Poullenot)

“Estou muito feliz em ganhar aqui novamente e só tenho que agradecer a Deus por aquela onda no final da bateria”, disse Gabriel Medina. “Eu treinei muito para conseguir outra vitória aqui nesse lugar fantástico. Eu amo o Taiti, já tive ótimas finais aqui, ganhei uma, fiquei em segundo duas vezes, agora consegui outra vitória e é incrível isso. Agora, eu posso começar a pensar em ganhar o título mundial de novo. Eu acho que tudo é possível, pois ainda temos quatro eventos e eu só quero continuar dando o meu melhor nas baterias”.

O domingo decisivo do Tahiti Pro Teahupoo foi mais um dia de ondas pequenas, 3 a 5 pés, para um lugar famoso pelos tubos enormes e desafiadores quebrando sob uma rasa e afiada bancada de corais. Com isso, a escolha das ondas ganhou importância na definição das baterias e foi assim que Owen Wright bateu Filipe Toledo nas semifinais. Ele achou os tubos para derrotar o número 1 do Jeep Leaderboard por 12,60 a 10,03 pontos.

Na disputa seguinte, Medina vingou a derrota sofrida na final de 2015 em Teahupoo para Jeremy Flores. O francês perdeu muito tempo esperando pelos tubos, enquanto o brasileiro ia pegando as ondas que ele deixava passar para arriscar os aéreos. Primeiro, acertou um aéreo-reverse numa onda completada por mais duas manobras. Depois, mandou um alley-oop para ganhar outra nota na casa dos 7 pontos e vencer fácil a bateria por 15,17 a 6,10 pontos.

Gabriel Medina (Foto: @WSL / Poullenot)






















20 de agosto 2018

GLEIDSON FRANÇA E YORRANA BORGES VENCEM

A SEGUNDA ETAPA DO ARRECIFES OPEN.



15 de agosto 2018

INFORMATIVO FEDERAÇÃO PERNAMBUCANA




14 de agosto 2018

POUSADA EUROPA CLUB APOIA ARRECIFES



13 DE AGOSTO 2018

CONVOCAÇÃO PARA O ARRECIFES OPEN.



12 de agosto 2018

CORRIDA PELAS MOTOS CONTINUA ABERTA.



07 de agosto 2018.

KANOA VENCE QS10000 NA CALIFÓRNIA.

O japonês Kanoa Igarashi conquistou o bicampeonato do QS 10000 US Open of Surfing na final com o norte-americano Griffin Colapinto e a californiana Courtney Conlogue bateu a líder do ranking, Stephanie Gilmore, na decisão da sétima etapa feminina do World Surf League Championship Tour. O potiguar Jadson André parou no defensor do título nas semifinais e o confronto brasileiro das quartas de final não aconteceu, porque Italo Ferreira se contundiu no sábado e é dúvida para o próximo desafio do CT, que começa sexta-feira no Taiti.

Os finalistas Griffin Colapinto, Kanoa Igarashi, Courtney Conlogue e Stephanie Gilmore (Foto: @WSL / Kenneth Morris)

Já as meninas só voltarão a competir na reta final da corrida pelo título mundial de 2018 na piscina das ondas perfeitas do Surf Ranch, em setembro junto com os homens em Lemoore, na Califórnia. Os ingressos para o público já estão à venda no www.worldsurfleague.com. Será a oitava das dez etapas da temporada feminina e Stephanie Gilmore segue firme rumo ao seu sétimo título mundial. A principal concorrente é a americana Lakey Peterson, primeira vítima da campeã Courtney Conlogue no domingo. E a brasileira Tatiana Weston-Webb, terceira colocada no ranking, ficou em nono lugar no US Open, se distanciando da briga.

Esta foi a quarta final da australiana nas sete etapas deste ano e a primeira que perdeu. A hexacampeã mundial ganhou a primeira derrotando a gaúcha Tatiana Weston-Webb em Bells Beach na Austrália e as outras foram uma disputa direta pela lycra amarela do Jeep Leaderboard contra Lakey Peterson no Oi Rio Pro em Saquarema e no Corona J-Bay Open da África do Sul. Já Courtney Conlogue começou o ano contundida, essa foi apenas a terceira etapa que ela participa e mostrou estar em forma novamente, se destacando nas ondas de Huntington Beach desde a primeira fase.

Courtney Conlogue (Foto: @WSL / Kenneth Morris)

FINAL FEMININA – No domingo, o mar até melhorou, mas continuou com longos intervalos entre as séries e poucas ondas boas entrando nas baterias, como durante toda a semana. A californiana escolheu bem a primeira, que abriu a parede para manobrar forte e ganhar 7,33 dos juízes. A australiana respondeu com 5,83, mas Courtney pegou outra onda boa para tirar 6,50, que fechou em 13,83 a 11,86 pontos sua primeira vitória em etapas do CT em Huntington Beach. Mesmo somando 10.000 pontos no ranking, ela só subiu do 16.o para o 15.o lugar no Jeep WSL Leader, que quase não sofreu mudanças na etapa norte-americana.

“Não foi fácil todo o período que passei para me recuperar da contusão, mas eu lutei muito e agora estou aqui no alto do pódio. É inacreditável isso”, disse Courtney Conlogue. “Eu tive tantas pessoas incríveis me apoiando e estou muito feliz agora. Eu fiquei maravilhada com o surfe da Steph (Gilmore) essa semana aqui e foi incrível fazer uma final com ela. Eu adoro competir em casa, junto da minha torcida e com minha família e amigos aqui me apoiando. Foi realmente uma semana incrível e uma vitória muito importante para mim”.

Stephanie Gilmore (Foto: @WSL / Sean Rowland)

BICAMPEÃO – Logo após a final feminina, foi iniciada a decisão do título do segundo QS 10000 do ano na batalha pelas dez vagas do WSL Qualifying Series, para a elite dos top-34 que disputa o título mundial. Novamente com Kanoa Igarashi como no ano passado, quando derrotou o catarinense Tomas Hermes em sua primeira vitória no US Open, competindo ainda como norte-americano, pois mora na Califórnia. Agora ele defende a bandeira do Japão e o confronto com o Brasil aconteceu nas semifinais, com o potiguar Jadson André quase conseguindo a vitória no duelo encerrado em 13,83 a 13,67 pontos.

Assim como nessa bateria, seu oponente na final também começou na frente. O californiano Griffin Colapinto aproveitou bem sua primeira onda que valeu nota 8,00, contra 7,60 do japonês. A segunda nota computada iria decidir o campeão e Kanoa conseguiu um 6,93, mas o norte-americano se manteve em primeiro lugar com uma nota 7,00. Só que o japonês também achou outra onda boa no final e arriscou tudo para ganhar 8,17, que lhe garantiu o bicampeonato por 15,77 a 15,00 pontos.

G-10 DO WSL QUALIFYING SERIES – após 39 etapas:

1.o: Seth Moniz (HAV) – 17.750 pontos

2.o: Peterson Crisanto (BRA) – 17.420

3.o: Kanoa Igarashi (JPN) – 17.150 e top-22 do CT

4.o: Griffin Colapinto (EUA) – 14.950 e top-22 do CT

5.o: Jadson André (BRA) – 14.110

6.o: Jorgann Couzinet (FRA) – 12.585

7.o: Alejo Muniz (BRA) – 12.580

8.o: Mikey Wright (AUS) – 12.355 e top-22 do CT

9.o: Evan Geiselman (EUA) – 12.210

10.o: Jack Freestone (AUS) – 10.720



04 de agosto 2018

ANUNCIO DA VOLTA DO HANG LOOSE EM

NORONHA, AGITA E GERA DUVIDAS
.



30 de julho 2018

BT SURF FESTIVAL

ELIVELTON SANTOS VENCE EM CASA.



23 de julho 2018

CONFIRMADO ABERTURA DO PERNAMBUCANO 




22 de julho 2018

DANILO COSTA VENCE NA ABERTURA DO

MASTER TOUR NA PRAIA DO CUPE.




14 de julho 2018

GILMORE VOLTA AO TOPO.

Depois de uma semana de espera, as ondas voltaram a bombar em Jeffreys Bay para fechar com chave de ouro a volta de uma etapa feminina do World Surf League Championship Tour para a África do Sul, depois de 18 anos. As três principais concorrentes ao título mundial da temporada chegaram nas semifinais, passando por duas fases nas séries pesadas de 4-6 pés da sexta-feira sem muitos tubos, mas com paredes perfeitas para fazer várias manobras.

A brasileira Tatiana Weston-Webb fez os recordes nas direitas de Jeffreys Bay e depois perdeu para Stephanie Gilmore, a quem tinha eliminado nas duas etapas da Indonésia. A australiana seguiu então para conquistar sua terceira vitória em três finais esse ano, ganhando a disputa direta pela liderança do ranking com Lakey Peterson na decisão do Corona Open J-Bay.

Stephanie Gilmore (Foto: @WSL / Kelly Cestari)

“É bom estar na frente novamente, mas definitivamente ainda tem muita coisa para acontecer”, disse Stephanie Gilmore. “A Lakey (Peterson) está surfando melhor a cada evento e isso que é a magia do esporte, a rivalidade, isso é o que eu amo em competir, de você se encontrar nesses momentos sob pressão, que é desafiada, podendo se recompor durante uma bateria. Eu já estou no circuito há alguns anos, já tive muitas vitórias, mas eu adoro isso”.

Esta foi a 29.a etapa que o furacão australiano venceu desde que entrou na divisão de elite da World Surf League já conquistando quatro títulos mundiais consecutivos, em 2007, 2008, 2009 e 2010. A havaiana Carissa Moore quebrou essa hegemonia em 2011, mas Stephanie Gilmore voltou a ser campeã no ano seguinte. As duas então ficaram trocando a coroa, com Carissa vencendo seu segundo título em 2013, Steph sendo hexacampeã em 2014 e a havaiana voltando ao topo em 2015. Depois, só deu a australiana Tyler Wright em 2016 e 2017.

(Foto: @WSL / Kelly Cestari)

Agora, a disputa está mais concentrada em Stephanie Gilmore e Lakey Peterson e essa é a segunda final que a australiana vence a norte-americana, valendo a lycra amarela do Jeep Leaderboard de número 1 do mundo. A primeira foi no Oi Rio Pro em Saquarema, quando Gilmore também retomou a ponta do ranking, para depois perder na Indonésia sempre sendo barrada pela brasileira Tatiana Weston-Webb nas duas provas de Bali. Lakey derrotou a gaúcha na final do Corona Bali Protected em Keramas para voltar a liderar a corrida do título mundial, até a decisão do Corona Open J-Bay nesta sexta-feira na África do Sul.

“Esperar por uma semana com a certeza de teríamos ótimas condições para surfar, foi muito importante para nós, meninas”, disse Stephanie Gilmore. “As ondas vieram e todas as meninas fizeram performances incríveis, mesmo sem nunca terem competido aqui. Sair daqui com a vitória é muito especial, pois eu e a Lakey (Peterson) estamos muito próximas no ranking. Essa vitória foi crucial na disputa do título mundial, então quero me manter na frente até o fim”.

DECISÃO DO TÍTULO – A disputa do título do Corona Open J-Bay foi bastante acirrada, uma batalha quase onda a onda, com as duas surfistas fazendo grandes manobras nas direitas perfeitas de Jeffreys Bay. Stephanie Gilmore ganhou a maior nota – 7,67 – da bateria e ainda surfou mais duas ondas na casa dos 6 pontos para derrotar Lakey Peterson por 14,24 a 11,50. A norte-americana não conseguiu reeditar suas grandes apresentações, como na semifinal com a sul-africana Bianca Buitendag, quando ganhou 8,83 e 7,83 em duas ondas excelentes.

TOP-10 DO JEEP LEADERBOARD – RANKING WSL 2018 – 6 etapas:

01: Stephanie Gilmore (AUS) – 45.575 pontos

02: Lakey Peterson (EUA) – 43.430

03: Tatiana Weston-Webb (BRA) – 35.245

04: Johanne Defay (FRA) – 27.050

05: Tyler Wright (AUS) – 26.190

06: Carissa Moore (HAV) – 25.150

07: Caroline Marks (EUA) – 24.830

08: Sally Fitzgibbons (AUS) – 22.780

09: Nikki Van Dijk (AUS) – 21.440

09: Silvana Lima (BRA) – 21.440



12 de julho 2018

NUNCA RECLAME DO SEU PICO QUANDO ESTIVER PEQUENO.



08 de julho 2018

JADSON E LARISSA BRILHAM EM PORTO.





05 de julho 2018

FILIPINHO O REI DE J-BAY

 

Filipe Toledo é bicampeão do Corona Open J-Bay e lidera o ranking com quase 3940 pontos de vantagem sobre
Julian Wilson. Nas seis etapas do World Surf League Championship Tour completadas na África do Sul,
cinco foram vencidas pelo Brasil e essa foi a segunda de Filipe derrotando Wade Carmichael como na
final do Rio Pro em Saquarema contra o australiano.

worldsurfleague.com
 
The action and drama conclude, and we crown a champ at J-Bay





04 de julho 2018.

ACONTECEU O QUE NINGUÉM QUERIA.



03 de julho 2018

ÍTALO FERREIRA DECEPCIONA NA ÁFRICA
.




30 de junho 2018.

PETERSON CRISANTO CHEGA PRA FESTA.

O paranaense Peterson Crisanto faturou o título da primeira etapa com pontuação máxima do WSL Qualifying Series 2018 e saltou da 42.a para a primeira posição no ranking que classifica dez surfistas para a elite dos top-34 da World Surf League. No sábado decisivo do QS 10000 Ballito Pro nas ondas de Willard Beach, o campeão ganhou o duelo brasileiro com o paulista Thiago Camarão pelas quartas de final, depois bateu o havaiano Seth Moniz que tinha assumido a liderança do ranking na sexta-feira e na grande final derrotou o australiano Jack Freestone. Esta foi a quarta vitória verde-amarela na temporada e o Brasil segue ocupando metade das vagas do G-10 para o CT de 2019.

Peterson Crisanto (Foto: @WSL / Kelly Cestari)

“Eu nem consigo acreditar que ganhei este campeonato e estou muito feliz porque é a maior vitória da minha carreira”, disse Peterson Crisanto. “Dois anos atrás, eu perdi meu patrocinador principal e fiquei só competindo no Brasil para juntar dinheiro para poder viajar. Foram tempos difíceis, mas segui trabalhando forte para conseguir meus objetivos. Estou muito feliz por estar de volta ao Circuito Mundial, competindo contra os melhores surfistas do mundo e ganhar a quinquagésima edição deste evento é muito especial para mim”.

O mar melhorou bastante no último dia em Willard Beach para fechar a histórica edição número 50 do Ballito Pro. Apesar dos longos intervalos entre as séries no sábado, quando elas vinham, proporcionavam boas condições para os surfistas mostrarem todo o seu talento. Na grande final, as primeiras ondas só foram surfadas depois de 8 minutos, com Peterson Crisanto largando na frente com notas 5,50 e 8,73 para liderar toda a bateria.

Jack Freestone (Foto: @WSL / Kelly Cestari)

O australiano Jack Freestone entrou na briga surfando uma boa onda que valeu 7,83, após também somar um 5,50. Mas, foi o brasileiro que ficou mais ativo dentro d´água e aumentou seu placar em duas ondas seguidas que renderam notas 6,93 e 8,20 num tubo seguido por três manobras muito fortes numa boa direita em Willard Beach. Com ela, sacramentou a sua vitória mais importante da carreira por 16,93 a 14,13 pontos, faturando 40.000 dólares de prêmio.

“O início do ano foi muito ruim para mim e mal consegui passar baterias nos eventos do QS 3000 e QS 6000”, contou Jack Freestone. “Mas, Ballito é geralmente onde começa o ano e estou muito feliz em conseguir o segundo lugar no primeiro QS 10000 da temporada. Isso significa muito para mim, especialmente aqui em Ballito, onde eu nunca consegui passar de um quinto lugar. Foi um ótimo resultado, agora estou em quinto no ranking e de volta na briga por vaga no CT”.

Peterson Crisanto (Foto: @WSL / Kelly Cestari)





















G-10 DO WSL QUALIFYING SERIES – após 36 etapas:

1.o: Peterson Crisanto (BRA) – 13.720 pontos

2.o: Seth Moniz (HAV) – 12.950

3.o: Mikey Wright (AUS) – 12.205

4.o: Alejo Muniz (BRA) – 10.980

5.o: Jack Freestone (AUS) – 9.720

6.o: Deivid Silva (BRA) – 9.400

7.o: Ryan Callinan (AUS) – 9.280

8.o: Evan Geiselman (EUA) – 9.210

9.o: Ricardo Christie (NZL) – 8.555

10: Thiago Camarão (BRA) – 8.265

11: Jadson André (BRA) – 8.210



26 de junho 2018

MÁQUINA LIGADA NO CP.



17 de junho 2018

FESTIVAL ARRECIFES É SUCESSO EM ITAPUAMA
.




SUPER GALERIA DO ARRECIFES.



09 de junho 2018

PANDA DETONA E VENCE EM ULUWATU.

O catarinense Willian Cardoso conquistou a segunda vitória verde-amarela seguida na Indonésia, a primeira de um estreante na elite esse ano e a quarta seguida do Brasil no World Surf League Championship Tour 2018. A decisão do Uluwatu CT foi contra o australiano Julian Wilson, que recuperou a lycra amarela do Jeep Leaderboard ao chegar na final. Com o título, Willian saltou da 16.a para a quinta posição no ranking, atrás de Filipe Toledo em segundo lugar, Italo Ferreira em terceiro e Gabriel Medina em quarto. É o Brasil dominando o Circuito Mundial e a gaúcha Tatiana Weston-Webb quase consegue a vitória também, mas a francesa Johanne Defay impediu a comemoração dupla na última onda que surfou em Uluwatu.

Willian Cardoso (Foto: @WSL / Kelly Cestari)

“Eu sinto que meu coração está quase explodindo agora”, disse Willian Cardoso. “Depois que venci o Filipe (Toledo) nas quartas de final, fiquei bem mais confiante e começando a pensar que poderia sim chegar na final. Eu vi o Julian (Wilson) fazer uma grande onda no final da bateria e fiquei um pouco preocupado, pois ele já tinha vencido algumas baterias no final. Ele precisava de uma nota alta e, felizmente para mim, não conseguiu. Eu trabalhei muito duro durante vários anos para chegar até esse momento, então só tenho que agradecer a todos que me apoiaram e acreditaram em mim ao longo da minha carreira”.

Ninguém conseguiu bater o backside poderoso de Willian Cardoso nas esquerdas de Uluwatu. O catarinense usou sua força nas manobras para levantar grandes leques de água com potentes batidas e rasgadas executadas sempre com a pressão característica do seu ‘power-surf’. Foi assim que ele passou por Filipe Toledo nas quartas de final e pelo algoz de Gabriel Medina nas semifinais, o australiano Mikey Wright.

Willian Cardoso (Foto: @WSL / Ed Sloane)

Na decisão do título, Willian optou em escolher as melhores ondas, enquanto Julian Wilson ia pegando todas. A tática funcionou, pois o catarinense ganhou notas 8,07 e 7,50 nas duas únicas boas que surfou para vencer por 15,57 a 14,43 pontos. O australiano ainda tirou a maior nota – 8,60 – da bateria no final, mas somou um 5,83 no placar e já tinha cumprido o objetivo de retomar a ponta do ranking, para competir com a lycra amarela do Jeep Leaderboard na próxima etapa, o Corona Open J-Bay, de 06 a 16 de julho na África do Sul.

“Foi um dia muito longo e estou esgotado de cansaço agora”, disse Julian Wilson. “Não consegui o resultado que eu queria em Keramas na semana passada, então conseguir um vice-campeonato aqui em Uluwatu foi muito bom. É legal voltar ao topo do Jeep Leaderboard, mas não estou pensando muito nisso agora, pois estamos só na metade da temporada e temos muitas baterias ainda pela frente. Estou animado para chegar logo em casa para rever minha esposa e filha e já começar a preparação para o Corona Open J-Bay”.

Willian e Julian Wilson (Foto: @WSL / Kelly Cestari)

JEEP LEADERBOARD – A liderança do ranking mudou de dono duas vezes durante os apenas dois dias do Uluwatu CT em Bali. O paulista Filipe Toledo já havia tirado a lycra amarela do potiguar Italo Ferreira quando passou para as quartas de final no sábado, mas aí encontrou um inspirado Willian Cardoso pela frente. O catarinense também surfou só duas ondas boas como na bateria final, para derrotar Filipe por 14,24 a 11,67 pontos.

O campeão já vinha embalado da classificação na quarta fase conquistada no último minuto, numa onda que ele detonou uma série incrível de oito manobras com suas patadas de Panda (seu apelido) que valeram nota 7,93. Com ela, superou o australiano Connor O´Leary por 14,66 a 14,63 pontos. O vencedor desse confronto foi Gabriel Medina, que achou os tubos em Uluwatu para fazer os recordes do evento, nota 9,00 e 17,07 pontos.

Gabriel Medina (Foto: @WSL / Ed Sloane)

O australiano Julian Wilson estava na chave de cima do Uluwatu CT e também surfou bons tubos para vencer suas baterias antes da final. O duelo mais eletrizante foi contra o sul-africano Jordy Smith nas quartas de final, quando ele somou notas 8,17 e 8,03 no placar de 16,20 a 15,50 pontos. Ele ainda tinha que chegar na decisão do título para voltar ao topo do ranking e conseguiu isso de virada na semifinal dominada pelo norte-americano Kolohe Andino. A vitória só veio em sua última onda, que foi a melhor da bateria e valeu nota 8,50 para garantir a classificação por 15,83 a 14,53 pontos.

DOMINIO BRASILEIRO – A vitória de Willian Cardoso em Uluwatu foi a quarta seguida do Brasil nas cinco etapas do World Surf League Championship Tour 2018 completadas na Indonésia. É um domínio verde-amarelo impressionante, nunca antes visto na história do Circuito Mundial iniciada em 1976. A série começou com o potiguar Italo Ferreira badalando o emblemático sino do troféu de campeão do Rip Curl Pro Bells Beach, na final que marcou o encerramento da carreira do tricampeão mundial Mick Fanning na casa dele.

Filipe Toledo (Foto: @WSL / Ed Sloane)

Depois, veio o evento de Margaret River, que foi cancelado na terceira fase pela ameaça de tubarões na área do campeonato na costa ocidental da Austrália e só terminou agora em Uluwatu. Então, a terceira etapa encerrada foi o Oi Rio Pro no Brasil, vencido por Filipe Toledo nos tubos da Barrinha de Saquarema, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. Na Indonésia, Italo Ferreira festejou sua segunda vitória no Corona Bali Protected nas direitas de Keramas e neste sábado Willian Cardoso conseguiu seu primeiro título em etapas do CT.

MAIS BRASILEIROS – Além do catarinense, mais quatro brasileiros competiram no último dia do Uluwatu CT. Depois da brilhante apresentação na quarta fase, fazendo os recordes do campeonato com tubos e aéreos nas esquerdas de Uluwatu, o campeão mundial Gabriel Medina competiu numa hora ruim do mar nas quartas de final e foi batido pelo australiano Mikey Wright por 11,13 a 10,90 pontos. Na disputa seguinte, Willian Cardoso ganhou de Filipe Toledo o quarto duelo 100% brasileiro em Uluwatu por 14,24 a 11,67. Filipe e Medina terminaram em quinto lugar na segunda etapa seguida em Bali.

Willian Cardoso (Foto: @WSL / Ed Sloane)

O cearense Michael Rodrigues, que tinha derrotado o lycra amarela Italo Ferreira na terceira fase, também disputou vagas para as quartas de final, mas foi eliminado no confronto que classificou Julian Wilson e o californiano Conner Coffin. Michael ficou em nono lugar no Uluwatu CT e o outro brasileiro que competiu no sábado foi o catarinense Yago Dora, derrotado na bateria brasileira com Filipe Toledo que abriu o último dia. Esse evento especial foi promovido pela World Surf League para encerrar a etapa de Margaret River, cancelada na terceira fase masculina na Austrália.

FRANCESA CAMPEÃ – A categoria feminina em Margaret River parou nas quartas de final e só uma brasileira competiu no Uluwatu CT. E a gaúcha Tatiana Weston-Webb foi muito bem, despachando duas campeãs mundiais no caminho até a sua segunda final na temporada. A primeira vítima foi a tricampeã Carissa Moore, eliminada por 13,10 a 12,66 nas quartas de final. Depois, bateu a hexacampeã Stephanie Gilmore pela segunda vez em Bali, surfando um belo tubo nota 8,5 para fechar uma “combination” massacrante por 14,50 a 2,50 pontos.

Johanne Defay (Foto: @WSL / Kelly Cestari)

Já a francesa Johanne Defay começou o sábado passando fácil por Nikki Van Dijk nas quartas de final, por 13,00 a 6,97 pontos. Nas semifinais, enfrentou a também australiana Tyler Wright, que largou na frente com nota 7,23. Johanne ganhou 6,00 em sua primeira onda e depois só surfou mais uma até o final que valeu 7,77 para vencer por 13,77 a 13,73 pontos. A francesa estava fora do grupo das dez primeiras colocadas no ranking que são mantidas na elite das top-17 da World Surf League para o ano que vem e, assim como Willian Cardoso, assumiu a quinta posição no ranking com a vitória no Uluwatu CT.

“Isso é uma loucura. Todas as meninas no circuito estão surfando muito bem e merecem vencer, mas estou feliz que hoje (sábado) foi a minha vez”, disse Johanne Defay. “A Tatiana (Weston-Webb) estava incrível, tirando notas acima de 8 em qualquer onda. No final, eu precisava de um 6 e entrou uma última onda para mim, que eu sabia que ia ficar próximo disso. Felizmente, consegui a nota que me garantiu a vitória e estou muito feliz”.

Willian, Julian, Johanne e Tatiana (Foto: @WSL / Kelly Cestari)

Na grande final, Johanne Defay usou a tática de pegar mais ondas para ir somando pontos, até conseguir uma nota 6,63 em sua última apresentação, que acabou virando o placar para 13,13 a 12,67 pontos. A brasileira Tatiana Weston-Webb só surfou duas ondas boas durante toda a bateria e liderava com as notas 5,67 e 7,00 recebidas. Apesar de perder sua segunda decisão de título esse ano, a gaúcha se aproximou das líderes Lakey Peterson e Stephanie Gilmore e agora já tem chances matemáticas de brigar pela lycra amarela do Jeep Leaderboard na próxima etapa, o Corona Open J-Bay nos dias 6 a 16 de julho na África do Sul.

“Eu estava me sentindo bem e muito confiante nesse evento”, disse Tatiana Weston-Webb. “Eu pensei que ia ganhar e realmente dói muito perder no último minuto, especialmente com uma pontuação tão boa, mas competição é assim mesmo. Estou feliz com a minha temporada e por mais um bom resultado. Meus treinadores, minhas pranchas e toda a minha equipe de suporte foram ótimos para chegar nesse nível e agora é manter o foco nas próximas etapas”.