NORONHA SEMPRE / APERTE O PLAY











   

 


  

  

11 de agosto 2019

TEMPORADA PERNAMBUCANA GERANDO NA ALTA.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A temporada de ondas em Pernambuco vem gerando na alta. As bancadas de coral e os fundos de areia estão funcionando a todo vapor. O mês de julho foi o grande portal que embalou com agosto dias de muita ondulação com energia acima do normal. Ainda temos muita onda vindo para a nossa orla e esse ano a expectativa é grande em relação ao mês de setembro que costuma vir com grandes terrais quando temos essas condições climáticas.

19 de julho 2019

MEDINA VENCE BATERIA HISTÓRICA EM J-BAY CONTRA ÍTALO.

 

Uma final fantástica e inédita entre dois brasileiros que surfam de costas para as direitas de Jeffreys Bay, fechou o Corona Open J-Bay com o bicampeão mundial Gabriel Medina fazendo os recordes do campeonato para bater o potiguar Italo Ferreira por 19,50 a 16,77 pontos. Desde 1984, um goofy-footer não vencia a etapa sul-africana e o Brasil conseguiu quebrar esse tabu em dose dupla, com dois finalistas que surfam com o pé direito à frente da prancha nas direitas mais longas do World Surf League Championship Tour. Com a vitória, Medina subiu para o sétimo lugar no ranking e é o atual campeão das duas próximas etapas. Ele agora tem chances até de brigar pela liderança no Tahiti Pro Teahupoo, que começa em 21 de agosto na Polinésia Francesa, assim como Italo Ferreira e o novo vice-líder, Filipe Toledo.

Gabriel Medina (Foto: Pierre Tostee / WSL via Getty Images)

“O Italo (Ferreira) está sempre me vencendo nas baterias e pra mim foi bom ganhar dele pelo menos uma vez”, disse Gabriel Medina. “Ele surfou muito hoje (sexta-feira) aqui, começou bem a final e isso me deixou bastante desconfortável, mas estou muito feliz porque depois achei boas ondas para vencer. Fico contente também em fazer uma final inédita entre dois goofy-footers e ser campeão é melhor ainda, mas acho que o Filipe (Toledo) é um dos melhores surfistas aqui. Ele sabe o tempo certo da onda, como surfar essas direitas e foi muito bom fazer a final com o Italo e o Filipe ficando em terceiro lugar, foi ótimo para nós, brasileiros”.

 

Sobre a busca pelo tricampeonato mundial esse ano, Medina falou: “Eu estou de volta! Nós temos trabalhado muito forte para isso e ver agora três brasileiros na disputa direta pelo título é realmente gratificante. Esse campeonato é muito difícil e muito especial, então estou muito feliz por ter vencido. Parece uma loucura, mas estou na briga de novo. Eu venci as duas etapas que vem por aí no ano passado, estou surfando bem e vamos ver o que vai acontecer. Estou feliz por ter ganho o evento aqui hoje, mas no Taiti vamos começar do zero de novo”.

Gabriel Medina (Foto: Ed Sloane / WSL via Getty Images)

NOVO LÍDER – Foi realmente uma decisão de título sensacional. Italo Ferreira tinha acabado com a chance de Filipe Toledo tentar um igualmente inédito tricampeonato consecutivo em Jeffreys Bay, derrotando-o na semifinal por 17,50 a 14,00 pontos. Filipe tinha começado bem com nota 9,00 e depois só surfou mais uma onda que valeu 5,00.

 

Italo conseguiu um 9,50 com um ataque insano de backside numa direita incrível e depois tirou um 8,00 na última onda para selar a vitória. Filipe assumiria a liderança do ranking se passasse para a final, pois o novo número 1 do Jeep Leaderboard, Kolohe Andino, tinha perdido a bateria anterior para Gabriel Medina, por uma pequena diferença de 14,30 a 14,00 pontos sobre o californiano.

Italo Ferreira (Foto: Pierre Tostee / WSL via Getty Images)

DECISÃO DO TÍTULO – A grande final começou com Italo detonando sua primeira onda para largar na frente com uma nota excelente, 9,10. Logo conseguiu um 5,50, enquanto Medina falhava nas duas primeiras que surfou. Mas, a terceira foi boa, o bicampeão mundial acertou as manobras com agressividade e velocidade para entrar na briga com nota 9,73. Dois dos cinco juízes deram 10 para ele. Italo respondeu bem com 7,67 para se manter na frente e Medina voltou a errar em três ondas seguidas.

 

No entanto, não desistiu e pegou outra onda boa quando restavam 5 minutos para o término da bateria. Ele começou seu ataque com uma batida debaixo do lip muito forte, emendou um longo floater e seguiu mandando um rasgadão abrindo um grande leque de água, outro batidão de cabeça pra baixo, mais uma grande manobra e achou um tubaço de grabrail para fechar a melhor apresentação de todo o campeonato. Nessa, somente um juiz deu nota 10, mas a média ficou em 9,77, a maior da etapa sul-africana esse ano. Com ela, faturou o título com um novo recorde de 19,50 pontos de 20 possíveis, contra 16,77 do potiguar.

Gabriel Medina e Italo Ferreira (Foto: Ed Sloane / WSL via Getty Images)

“Foi uma semana muito longa e fazer a final com o Gabriel (Medina) foi incrível”, disse Italo Ferreira. “Ele surfou de forma incrível hoje (sexta-feira) aqui, estava detonando as ondas e me detonou também, mas tudo bem, estou feliz pelo meu desempenho também e o segundo lugar foi um grande resultado. É muito divertido surfar uma onda tão perfeita e desafiadora como essa. Eu sempre procuro surfar aqui sem crowd para treinar nessa onda e espero conseguir uma vitória aqui no próximo ano. Só tenho que agradecer a todos pelo carinho e parabéns ao Gabriel, que realmente conquistou merecidamente a vitória”.

 

O potiguar nunca tinha passado da terceira fase em todas as suas participações nas direitas mais longas do Circuito Mundial. Já Gabriel Medina sempre conseguiu bons resultados na África do Sul, chegando nas quartas de final em todas e uma vez nas semifinais. Desde 2009, um goofy-footer não decidia o título em Jeffreys Bay e o Brasil quebrou esse tabu em dose dupla, com Gabriel Medina repetindo um feito único conseguido pelo australiano Mark Occhilupo 35 anos atrás, em 1984, quando derrotou o havaiano Hans Hedemann na final.

(Foto: Pierre Tostee / WSL via Getty Images)

BRIGA PELA PONTA NO TAITI – Com a sua primeira vitória no Corona Open J-Bay, Gabriel Medina faturou mais um prêmio de 100.000 dólares e ganhou uma posição no ranking, subindo do oitavo para o sétimo lugar. O vice-campeão Italo Ferreira recebeu 55.000 dólares e foi da sexta para a quarta colocação na classificação geral das seis etapas completadas na África do Sul. O norte-americano Kolohe Andino assumiu a dianteira na corrida do título mundial com 33.845 pontos, contra 33.280 do novo vice-líder, Filipe Toledo.

 

Os três brasileiros têm chances matemáticas de brigar pela ponta no Taiti. Para Filipe Toledo, a batalha será fase a fase com Kolohe Andino. Italo Ferreira, assim como o japonês Kanoa Igarashi em quinto no ranking e o sul-africano Jordy Smith em sexto, terão que chegar nas quartas de final para ultrapassar a pontuação do californiano. Já Gabriel Medina só consegue isso se chegar na grande final nos tubos de Teahupoo, onde já tem duas vitórias e vai defender o título conquistado na final do ano passado contra Owen Wright. O australiano foi a sua primeira vítima na bateria que abriu a sexta-feira decisiva do Corona Open J-Bay.

Filipe Toledo (Foto: Ed Sloane / WSL via Getty Images)

LÍDER COM VITÓRIA – A corrida pelo título mundial feminino também tem uma nova líder, a tricampeã mundial Carissa Moore. A havaiana já tinha tirado a lycra amarela do Jeep Leaderboard de Sally Fitzgibbons, para quem perdeu a decisão do Oi Rio Pro em Saquarema, quando derrotou a norte-americana Caroline Marks nas semifinais. Na grande final, surfou a melhor onda da bateria e a nota 8,50 recebida acabou decidindo sua primeira vitória no ano, por 15,47 a 14,60 pontos da californiana Lakey Peterson, que repetiu o vice-campeonato do ano passado, quando foi derrotada pela australiana Stephanie Gilmore.

 

“Eu simplesmente tentei fazer meu melhor e estou muito feliz em voltar a sentir o gostinho da vitória e por voltar a vestir a lycra amarela de líder do ranking”, disse Carissa Moore. “Os últimos anos foram muito difíceis pra mim e estou realmente muito satisfeita por voltar a estar na briga pelo título mundial. Foi um evento em condições incríveis e com muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, mas estou muito feliz e parabéns a Lakey (Peterson), ao Italo (Ferreira), ao Gabriel (Medina), pois foi realmente um grande evento”.

Carissa Moore (Foto: Pierre Tostee / WSL via Getty Images)

Assim como na categoria masculina, a disputa pelo título mundial feminino está bastante acirrada. Seis surfistas diferentes venceram as seis etapas disputadas esse ano. A jovem Caroline Marks surpreendeu ao ganhar a primeira na Gold Coast, depois a também americana Courtney Conlogue venceu a segunda em Bells Beach, Stephanie Gilmore levou a terceira em Bali, Lakey Peterson foi a campeã em Margaret River, Sally Fitzgibbons derrotou Carissa Moore na decisão do Oi Rio Pro em Saquarema e a havaiana ganhou agora em Jeffreys Bay, para voltar a vestir a lycra amarela do Jeep Leaderboard. A próxima etapa para as meninas é o Surf Ranch Pro, nos dias 19 a 22 de setembro no Surf Ranch em Lemoore, na Califórnia.

 

17 de julho 2019

ÍTALO, MEDINA E FILIPINHO AVANÇAM AS QUARTAS EM J-BAY

ítalo detona em J-Bayítalo detona em J-Bay

O dia começou com a virada espetacular do Gabriel Medina sobre o Ryan Callinan, faltando 5 minutos para acabar a bateria. Depois veio o confronto verde amarelo entre Filipinho e Panda, aonde o Toledo simplesmente apavorou mostrando que pode começar a definir o caneco 19 em J-Bay. E na última bateria Ítalo de volta aos cabelos pretos, detonou Slater que parecia esta com a prancha errada para aquele mar.

16 de julho 2019

BRASIL COLOCA 06 ATLETAS ENTRE OS 16 EM J-BAY

essa vai pegar fogoessa vai pegar fogo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

etapa de J- Bay esta parada e deve recomeçar apenas amanhã. O Brasil conseguiu colocar 06 atletas, mas apenas 05 podem avançar, uma vez que na bateria 05 do round dos 16, se enfrentam Filipe Toledo e o Panda. A bateria que também vai pegar fogo é a última desse round entre o KS e Ítalo Ferreira a sensação potiguar.

 

24 de junho 19

FILIPINHO E SALLY DOMINAM A BARRINHA 

O paulista Filipe Toledo fez a festa mais uma vez com a imensa torcida que lotou Saquarema, com uma apresentação impecável nas ondas da Barrinha, para conquistar um incrível tricampeonato nas cinco edições do Oi Rio Pro, que estreou em 2015 com vitória dele mesmo. Filipe aumentou seu próprio recorde de pontos na final contra o sul-africano Jordy Smith e igualou o feito do australiano Dave Macaulay, único que tinha três títulos nos 30 anos de história da etapa do World Surf League Championship Tour no estado do Rio de Janeiro. A australiana Sally Fitzgibbons já tinha conseguido isso na final com a havaiana Carissa Moore, repetindo o tricampeonato da compatriota Pauline Menczer também na década de 90.

Sally Fitzgibbons e Filipe Toledo (Foto: Damien Poullenot / WSL via Getty Images)

“Não sei o que acontece, mas quando chego nas quartas, semifinais, alguma coisa muda internamente em mim, especialmente aqui no Brasil”, disse Filipe Toledo. “Essa torcida me deixa instigado e só quero fazer o meu melhor para eles. No surfe é muito difícil saber o que pode acontecer na água, ainda mais com o Jordy (Smith). Eu já tinha 18 pontos, mas ele poderia conseguir duas notas 9,0 e virar a bateria. Eu fiquei tenso até os últimos 30 segundos, mas certamente aquela minha primeira onda me deixou bem confiante e fiquei amarradão por ter vencido mais uma vez aqui em Saquarema”.

 

No domingo, as ondas estavam bem menores do que os outros dias, mas com a Barrinha ainda apresentando boa formação para tubos, aéreos e manobras de borda. O maior problema era o grande intervalo entre as séries, fazendo com que poucas ondas boas entrassem nas baterias. Com isso, a escolha das melhores ganhou peso decisivo e foi assim que Filipe Toledo liquidou seus adversários, não desperdiçando as poucas chances que apareciam para ele surfar. Na decisão do título, praticamente confirmou o tricampeonato em duas ondas seguidas, quando ainda faltavam 20 minutos para terminar a bateria.

Filipe Toledo (Foto: Damien Poullenot / WSL via Getty Images)

“É realmente difícil quando você não tem um bom suporte psicológico para estar preparado para tudo isso, pois você pode se perder com a pressão”, disse Filipe Toledo, já no pódio. “O que eu gosto mesmo é essa emoção e essa energia da torcida brasileira. Isso sim é energia, força e motivação para mim. Eu estava doente esses últimos cinco dias e estou bem fraco e cansado. Mas, cada vez que passava pelo corredor da torcida, me fortalecia muito”. 

Filipe já incendiou a torcida logo no início, quando pegou um tubo, voou num aéreo muito alto e ainda atacou a junção para largar na frente com nota 9,37. Na onda seguinte, o brasileiro mandou um “tail slide” impressionante, invertendo toda a direção da prancha, usando seu arsenal de manobras modernas e progressivas para receber 8,67. Com essa nota, já aumentava o seu próprio recorde de pontos na Barrinha de 17,84, contra Kelly Slater no sábado, para 18,04 de 20 possíveis. O sul-africano Jordy Smith ficou então arriscando manobras grandes, porém sem completar nenhuma, até a vitória de Filipe ser anunciada por 18,04 a 8,43 pontos.

Jordy Smith (Foto: Thiago Diz / WSL via Getty Images)

“Pois é, acho que o Filipe (Toledo) tinha a maior torcida da história para apoia-lo aqui hoje”, brincou Jordy Smith. “Acho que aquela primeira onda dele mudou tudo. Eu estava mais lá para fora e ele acabou pegando um tubo e um aéreo que fizeram toda a diferença. Logo depois, o vento entrou e as oportunidades (de surfar) diminuíram, mas o Filipe é um surfista incrível e foi uma honra fazer a final com ele. O evento foi demais e não há torcida melhor no mundo do que essa aqui do Brasil. Agora, só espero que a torcida em Jeffreys Bay (África do Sul) mostre tanto amor para nós, sul-africanos, quanto os brasileiros fazem aqui”. 

O sul-africano não chegava numa final desde 2017 e a última tinha sido contra o próprio Filipe Toledo, quando também perdeu para o brasileiro em Trestles, na Califórnia, Estados Unidos. Com o tricampeonato no Oi Rio Pro, Filipe igualou o recorde do australiano Dave Macaulay, único que tinha festejado três vitórias no Rio de Janeiro quando ele nem tinha nascido ainda, em 1988, 1989 e 1993, todas na Barra da Tijuca. Além disso, Filipe pulou da sexta para a terceira posição no ranking e já reuniu chances matemáticas de brigar pela ponta na próxima etapa, o Corona J-Bay Open, de 09 a 22 de julho na África do Sul, onde também vai tentar o tricampeonato, mas consecutivo, pois ganhou lá nos dois últimos anos.

Filipe Toledo (Foto: Damien Poullenot / WSL via Getty Images)

O havaiano John John Florence permaneceu na frente da corrida pelo título mundial, mas não competiu no domingo, pois no sábado torceu o mesmo joelho que contundiu no ano passado e nem enfrentou Jordy Smith na Barrinha. Ele agora é dúvida se terá condições de surfar em Jeffreys Bay. Se não for, Filipe pode lhe tirar a lycra amarela do Jeep Leaderboard se chegar nas semifinais na África do Sul, enquanto o vice-líder, Kolohe Andino, consegue isso nas quartas de final. O sul-africano Jordy Smith também entrou na briga, subiu para o quarto lugar no ranking e ultrapassa a pontuação do havaiano em casa, se chegar na grande final. 

SEMIFINAIS – Os dois finalistas deram um show nas semifinais do Oi Rio Pro no domingo de praia lotada e muito calor na Barrinha.  A primeira foi luso-brasileira e Filipe começou forte, pegando um tubo e mandando um batidão na saída para ganhar nota 7,33. O português Frederico Morais escolheu fazer grandes manobras numa direita da série que valeram 7,17. Logo, o brasileiro levanta a torcida de novo completando um aéreo reverse na finalização da onda, que recebeu 8,67 dos juízes, para vencer por 16,00 a 10,30 pontos.

Filipe Toledo (Foto: Damien Poullenot / WSL via Getty Images)

O sul-africano também destruiu suas primeiras ondas contra o vice-líder do ranking, Kolohe Andino. Jordy Smith abriu o duelo com nota 7,83 e na segunda onda já conseguiu 8,23 para totalizar 16,06 pontos contra apenas 10,40 do norte-americano que fez duas finais na Austrália esse ano, perdendo ambas para Italo Ferreira e John John Florence. Kolohe tinha passado pelo bicampeão mundial Gabriel Medina no domingo, numa bateria muito fraca de ondas pelas quartas de final. Com mais uma derrota em quinto lugar, Medina até subiu para a oitava posição no ranking, porém continua distante da briga pelo tricampeonato mundial. 

“Foi um campeonato difícil, com situações difíceis, então estou feliz pelo meu resultado”, disse Gabriel Medina. “O mar estava meio complicado hoje (domingo), mas estou feliz pela minha performance. Agora é focar no restante do ano. Espero ter mais oportunidades de surfar nas baterias, mas no geral essa etapa de Saquarema foi muito boa. Quero agradecer todos os fãs do Brasil que lotaram a praia todos os dias. A energia que vem da torcida é fenomenal, então até o ano que vem galera, obrigado por tudo”.

Gabriel Medina (Foto: Damien Poullenot / WSL via Getty Images)

RECORDE FEMININO – Assim como Filipe Toledo, a australiana Sally Fitzgibbons também igualou um recorde histórico nos 30 anos de etapas válidas pelo título mundial no estado do Rio de Janeiro, completados neste domingo no Oi Rio Pro em Saquarema. Ela já tinha conquistado duas vitórias na Barra da Tijuca, em 2012 e 2014. Agora, conseguiu a terceira, para repetir o tricampeonato da compatriota Pauline Menczer em 1994, 1997 e 1998. 

“Realmente, vencer é uma das melhores sensações do mundo, faz você se sentir viva”, disse Sally Fitzgibbons. “Todo o processo de sair correndo pelo corredor da torcida e sair remando com todo mundo gritando na praia, foi incrível, emocionante. Foi muito especial fazer a final com uma amiga, como a Carissa (Moore). Qualquer uma poderia ter vencido, mas hoje foi o meu dia e estou muito feliz. Eu sabia que precisava fazer alguma especial na bateria e quando aquela onda apareceu, remei com tudo e fiz o meu máximo. Queria fazer manobras e deu tudo certo, então agora é só curtir e aproveitar esse momento tão especial da vitória”.

Sally Fitzgibbons (Foto: Thiago Diz / WSL via Getty Images)

Em 2014, a final na Barra da Tijuca foi contra a mesma Carissa Moore que enfrentou na decisão na Barrinha. A havaiana começou bem com notas 7,00 e 5,57 seguidas e liderou todo o confronto. No entanto, nos minutos finais, as ondas apareceram para a australiana e Sally Fitzgibbons manobrou forte numa direita mais longa para arrancar nota 8,67 dos juízes e virar o placar para 14,64 a 12,57 pontos. Desde 2017, Sally não fazia uma final e essa agora valia a liderança do ranking para a vencedora, então é ela quem vai usar a lycra amarela do Jeep Leaderboard na próxima etapa, o Corona J-Bay Open, de 09 a 22 de julho na África do Sul. 

A havaiana Carissa Moore também entrou na briga direta por um quarto título mundial para a sua carreira. No domingo, ela barrou a campeã do Oi Rio Pro em 2018, a heptacampeã mundial que chegou no Brasil liderando o ranking, Stephanie Gilmore. A australiana até tirou a maior nota – 9,00 – das meninas em um tubaço surfado contra a havaiana, mas Carissa respondeu bem com 7,80 para vencer a última vaga na decisão por 15,30 a 14,83. A havaiana agora é a nova vice-líder e Stephanie caiu da primeira para a terceira posição no domingo.

Carissa Moore (Foto: Thiago Diz / WSL via Getty Images)

“Tem sido um ano muito positivo para mim e estou muito feliz por ter chegado na final. Claro que eu gostaria mais se tivesse vencido, mas o segundo lugar foi um bom resultado também”, disse Carissa Moore. “Estou feliz pela Sally (Fitzgibbons) e o campeonato foi demais. A cidade de Saquarema e os fãs brasileiros me trataram superbem, as ondas estavam divertidas, mas desafiadoras, sem falar na torcida, que foi incrível, alto astral mesmo”. 

BRASILEIRAS – Duas brasileiras chegaram no último dia do Oi Rio Pro, mas não passaram das suas primeiras baterias nas direitas da Barrinha. A da cearense Silvana Lima foi a mais fraca de ondas do domingo e a australiana Keely Andrew levou a melhor no baixo placar de 7,24 a 6,46 pontos, das duas maiores notas de cada uma. Na bateria da gaúcha Tatiana Weston-Webb, entraram boas ondas para as duas e ela surfou bem, no mesmo nível da tricampeã mundial Carissa Moore. O resultado terminou quase empatado, com a matemática das notas dando a vitória para a havaiana por 12,33 a 12,04 pontos.

Tatiana Weston-Webb (Foto: Damien Poullenot / WSL via Getty Images)

Com o quinto lugar no Oi Rio Pro, Tatiana Weston-Webb subiu da nona para a sétima posição no ranking, mas Silvana Lima permaneceu em 14.o lugar, agora um pouco mais próxima da 13.a colocada, a australiana Nikki Van Dijk. No ranking feminino, as dez primeiras são mantidas na elite das top-17 para o World Surf League Championship Tour do ano que vem e nessa temporada também vale vaga para os Jogos Olímpicos de Tokyo 2020 no Japão.

 

21 de junho 19

BARRINHA MANDA AS CARAS

 

 

 

 

 

 

 A Barrinha mostrou sua cara hoje com a entrada de um swell espetacular enquanto rolava o round 03 em Itaúna.

20 DE JUNHO 2019

SAQUAREMA EXPLODE NA ABERTURA DO MUNDIAL.

 

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Dia perfeito na abertura da janela para a quinta etapa da WSL em Saquarema região dos Lagos. Com a coincidência do feriadão a cidade explodiu do dia para noite. No mar, a volta de Kelly Slater foi a grande atração do dia com o publico delirando a cada onda do americano. Saquarema mostrou mais uma vez porque é a capital brasileira do surfe, dia de ondas perfeitas e previsão para ficar melhor amanhã. A direção vai fazer chamada às 6:30h

17 de junho 2019

A JANELA VAI ABRIR NESSA QUINTA.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nessa quinta feira 20 de junho, teremos a abertura da janela de nove dias para a quinta etapa da WSL, que acontece em Saquarema na região dos Lagos, Rio de Janeiro.

Já é grande a expectativa para o início da evento, será a primeira vez no ano que a “seleção brasileira” estará completa, com seus onze titulares disputando uma etapa do World Surf League Championship Tour. O campeão mundial Adriano de Souza desfalcou o time nas quatro primeiras etapas na Austrália e Indonésia e o nosso capitão volta a competir agora no Brasil, após sete meses da contusão sofrida no ano passado. O show garantido dos melhores surfistas do mundo é de graça. Ninguém paga nada para assistir de perto os seus ídolos, é só escolher o melhor lugar nas areias da Praia de Itaúna ou da Barrinha, que vão sediar o campeonato mais importante da América Latina.

Á partir dessa terça feira já teremos noticias direto do Rio e na quarta já na base em Saquarema para trazer tudo do mundial para os nossos internautas

Nossa cobertura tem apoio da Brisa Wax , a parafina do surfista.

 

14 DE JUNHO 2019

CREDENCIAMENTO CONFIRMADO PARA SAQUAREMA

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Agradecer mais um ano de cobertura a WSL South America na presença do assessor João Carvalho, comandante da cobertura da etapa Brasil do mundial que vai acontecer entre os dias 20 e 28 de junho em Saquarema, região dos lagos. Muita expectativa para o oitavo ano da nossa cobertura que tem o apoio da BRISA WAX.

 

04 de junho 2019

JOHN JOHN VENCE E DISPARA NO RANKING

A gaúcha Tatiana Weston-Webb representou o Brasil no pódio do Margaret River Pro, nesta terça-feira na Austrália. Ela acabou não conseguindo o título na final contra a norte-americana Lakey Peterson nas ondas de 6-8 pés em Main Break, enquanto o paulista Caio Ibelli foi derrotado nas semifinais pelo campeão, John John Florence, ficando em terceiro lugar. Com a vitória sobre o californiano Kolohe Andino na final, o havaiano disparou na frente da corrida pelo título mundial da temporada. O próximo desafio dos melhores surfistas do mundo será no Brasil, com o Oi Rio Pro começando no dia 20 em Saquarema, com prazo até 28 de junho para ser encerrado na “Cidade do Surf” da Região dos Lagos do Rio de Janeiro.

Tatiana Weston-Webb (Foto: Kelly Cestari / WSL via Getty Images)

“Estou muito feliz com o meu resultado, porque não tinha ido bem nos três primeiros eventos do ano”, disse Tatiana Weston-Webb. “Aqui eu consegui ficar mais calma para competir, sem botar tanta pressão sobre mim mesma. Foi ótimo voltar ao West Australia, que é um lugar lindo e com altas ondas. Agora vamos para o Brasil, o que me deixa muito empolgada por todo o apoio que recebo lá. Certamente, é um dos meus eventos favoritos e espero conseguir outro bom resultado lá. Não vejo a hora do campeonato começar em Saquarema”.  

Além de decidir os campeões mundiais da temporada, o World Surf League Championship Tour esse ano também vai definir dezesseis vagas para a estreia do surf nos Jogos Olímpicos de Tokyo no Japão. Serão dez classificados pelo ranking final masculino e seis pelo feminino. Com a vitória no Margaret River Pro, Lakey Peterson tirou exatamente o sexto lugar no Jeep Leaderboard da australiana Sally Fitzgibbons, barrada na primeira semifinal pela brasileira Tatiana Weston-Webb. A gaúcha só ganhou uma posição no ranking com o vice-campeonato, subindo do décimo para o nono lugar.

Lakey Peterson (Foto: Kelly Cestari / WSL via Getty Images)

“Eu estava muito feliz porque esperaram para encerrar o evento hoje (terça-feira), com ondas muito melhores para as finais”, destacou Lakey Peterson. “Derrotar a Stephanie (Gilmore) nas quartas de final e a Carissa (Moore) hoje para chegar na final, me deu uma motivação extra e o meu surfe se encaixou perfeitamente aqui em Main Break. Todo mundo está surfando bem e foi um evento incrível. A Tatiana (Weston-Webb) surfou muito bem e parabéns para ela”.

A brasileira chegou a igualar a maior nota da californiana – 6,40 – em sua melhor onda durante a bateria, mas Lakey Peterson garantiu a vitória no final, quando conseguiu um 6,93 para totalizar 13,33 pontos, contra 10,40 da Tatiana Weston-Webb. Nas semifinais, a gaúcha teve mais chances de mostrar a potência do seu backside nas direitas de Main Break, derrotando a australiana Sally Fitzgibbons com notas 7,00 e 6,33. Na outra semifinal, Lakey Peterson também brilhou, somando 8,10 com 7,87 para superar a havaiana Carissa Moore por uma pequena diferença, 15,97 a 15,80 pontos.

Tatiana Weston-Webb, Lakey Peterson, John John Florence e Kolohe Andino (Foto: Matt Dunbar / WSL via Getty Images)

LIDERANÇA NO BRASIL – Com o vice-campeonato no Margaret River Pro, Tatiana Weston-Webb até passou a ter chances matemáticas de assumir a liderança do ranking no Brasil, na acirrada disputa do título mundial feminino neste início de temporada. No entanto, são bem remotas as possibilidades para conseguir isso, pois tem que vencer o Oi Rio Pro e depender de improváveis maus resultados das oito surfistas que estão à sua frente no ranking. A briga principal será mesmo entre as três primeiras colocadas, fase a fase para Stephanie Gilmore, Caroline Marks e Carissa Moore.

Entre os homens, a batalha pela lycra amarela do Jeep Leadeboard no Oi Rio Pro ficou restrita aos top-5 do ranking, após a segunda vitória de John John Florence nas quatro etapas completadas nesta terça-feira em Margaret River. Com os tropeços de Filipe Toledo e Gabriel Medina, que perderam na terceira fase, o único brasileiro que pode assumir a ponta é o potiguar Italo Ferreira, mas já precisa chegar na final em Saquarema para superar os 27.680 pontos do havaiano. É a mesma situação do japonês Kanoa Igarashi, enquanto o sul-africano Jordy Smith, quinto do ranking, só consegue isso com a vitória.

John John Florence confirma a primeira posição, independente dos resultados dos seus oponentes, se chegar nas quartas de final do Oi Rio Pro. Seu principal adversário é o novo vice-líder, Kolohe Andino, que, mesmo assim, chega em Saquarema precisando ser semifinalista no mínimo, desde que o havaiano não passe nenhuma bateria em Saquarema. Da maneira que John John vem surfando, é realmente muito difícil de acontecer.

Já na decisão do título, ele deu um show para conquistar sua segunda vitória no ano e a terceira da carreira em Margaret River, por 18,50 a 15,10 pontos, com notas 9,00 e 9,50 da última onda que surfou. A primeira foi em 2012, quando esta etapa era válida pelo circuito do WSL Qualifying Series e a outra em 2017, já pelo CT. Com essa agora, John John Florence atinge 27.415 pontos no ranking, contra 21.675 do novo vice-líder, Kolohe Andino.

John John Florence (Foto: Matt Dunbar / WSL via Getty Images)

“Estou super feliz por ganhar novamente aqui em Margaret River e eu realmente adoro esse lugar”, disse John John Florence. “Essa foi a segunda final que faço com o Kolohe (Andino) aqui e ele é sempre uma ameaça. Os últimos 12 minutos foram muito estressantes, porque o mar ficou devagar, então eu sabia que tinha escolher a onda perfeita para vencer. Eu acho aqui bem parecido com o Havaí, com muitas ondas diferentes e sempre gostei de vir pra cá, desde a minha primeira vez. Eu nem consigo acreditar que estou vivendo esse momento, surfando e competindo bem de novo depois da contusão no ano passado. Estou feliz por estar de volta ao topo e espero continuar assim, mas ainda temos um longo ano pela frente”.

TOP-22  – ranking das 4 etapas:

01: John John Florence (HAV) – 27.415 pontos

02: Kolohe Andino (EUA) – 21.675

03: Italo Ferreira (BRA) – 20.820

04: Kanoa Igarashi (JPN) – 19.960

05: Jordy Smith (AFR) – 18.245

06: Filipe Toledo (BRA) – 17.195

07: Ryan Callinan (AUS) – 15.480

08: Conner Coffin (EUA) – 14.705

09: Kelly Slater (EUA) – 14.415

10: Seth Moniz (HAV) – 14.140

11: Jeremy Flores (FRA) – 13.780

12: Gabriel Medina (BRA) – 12.150

13: Julian Wilson (AUS) – 12.065

14: Owen Wright (AUS) – 11.290

14: Michel Bourez (TAH) – 11.290

16: Wade Carmichael (AUS) – 11.085

17: Michael Rodrigues (BRA) – 10.075

18: Willian Cardoso (BRA) – 9.300

18: Peterson Crisanto (BRA) – 9.300

20: Caio Ibelli (BRA) – 9.010

21: Adrian Buchan (AUS) – 7.670

22: Yago Dora (BRA) – 7.310

22: Deivid Silva (BRA) – 7.310

01 de junho 2019

BRASILEIROS SÃO DIZIMADOS NO ROUND 03

 

 

 

 

 

 

 O Brasil foi dizimado no round 03 na Austrália, dos 11 competidores apenas 03 sobreviveram. Ítalo Ferreira, Caio Ibelli e Peterson Crisanto vão tentar resgatar a força para vencer essa etapa que esta acontecendo com altas ondas. Parece que a tempestade virou uma chuvica.

31 de maio 2019

BRASIL COM FORÇA TOTAL NA AUSTRÁLIA.

Yago DoraYago Dora

Nessa madrugada foi realizado o round 02, e os três brasileiros, Yago Dora, Panda e Caio Ibelli voltaram

para o jogo no round 03. Agora vamos ver se não acontece o mesmo da etapa passada quando com a mesma

quantidade de atletas o Brasil foi dizimado. 

 

27 de maio 2019

ESTAMOS EM MUDANÇA DO SITE

24 DE MAIO 2019

Kanoa Ygarachi vence em Bali e coloca a

bandeira do Japão no topo pela primeira vez.

12 de maio 2019

TUDO PRONTO PARA A ETAPA DE BALI

Nessa madrugada teremos a abertura da janela para a terceira 
etapa do mundial de surfe profissional da WSL. As baterias já 
estão formadas e o brasileiro Michael Rodrigues vai fazer a abertura 
enfrentando o líder John John e o Leonardo Fioravanti.


www.worldsurfleague.com/events/2019/mct/2912/corona-bali-protected

05 de maio 2019

ARQUIVOS SÉCULO 20 GERANDO NA ALTA





30 DE ABRIL 2019

ROTA DOS COQUEIROS 




27 de abril 2019

JOHN JOHN VENCE, MAS O GARFO DE OURO MANCHA A ETAPA DE BELLS NA AUSTRÁLIA.

A interferência marcada em Ítalo Ferreira na bateria contra Jordy Smith, foi uma das maiores lambanças de todos os tempos do surf competição. A não virada do Filipinho faltando dez segundos manchou de vez a garra competitiva.

O havaiano tirou a lycra amarela do Jeep Leaderboard de Italo Ferreira com a vitória e Courtney Conlogue ganhou o título feminino de Malia Manuel com a primeira nota 10 do ano

O havaiano John John Florence conseguiu parar a incrível série de dez vitórias brasileiras nas últimas onze etapas do World Surf League Championship Tour, no mar clássico do sábado de praia lotada em Bells Beach, na Austrália. E ainda tirou a lycra amarela do Jeep Leaderboard do Italo Ferreira, ao vencer a decisão com Filipe Toledo no Rip Curl Pro Bells Beach. Filipe foi o terceiro brasileiro a disputar o título da etapa mais tradicional do Circuito Mundial nos três últimos anos e não tinha perdido nenhuma das sete finais da sua carreira no CT. Ele tentou a vitória até os segundos finais, quando surfou sua última onda, porém não conseguiu a nota que precisava e o havaiano badalou o sino do troféu de campeão em Bells Beach. O próximo desafio é na Indonésia, de 13 a 25 de maio nas direitas de Keramas, na ilha de Bali.

Filipe Toledo (Foto: Kelly Cestari / WSL via Getty Images)

“Eu me sinto abençoado por estar na final de um evento tão histórico, em ondas como essas, perfeitas. Acho que todo mundo queria estar na final surfando essas ondas”, disse Filipe Toledo. “Foi incrível estar lá fora competindo com um dos melhores surfistas do mundo. O John John (Florence) já me pegou duas vezes e estou de olho nele (risos). Parabéns ao John, Courtney (Conlogue), Malia (Manuel) e a todos, que se saíram muito bem. Foi muito legal assistir o evento estes últimos dias. Eu finalmente consegui surfar bem em Bells Beach, com boas ondas, então estou feliz, foi muito divertido”.

A bateria final foi marcada por longos intervalos entre as séries, com poucas oportunidades para surfar, então a escolha das melhores ondas ganhou peso decisivo. Filipe Toledo pegou a primeira e surfou bem, finalizando muito forte na junção para largar na frente com nota 6,50. John John Florence falha na sua primeira onda, errando o layback que vinha arrancando grandes notas dos juízes. Na outra série que entrou, o havaiano pega uma onda que abre para fazer mais manobras, todavia erra o layback na junção novamente e recebe 4,50.

Filipe Toledo, John John Florence, Courtney Conlogue e Malia Manuel (Foto: Kelly Cestari / WSL via Getty Images)

Filipe pega uma onda maior, com mais pontos críticos para atacar e faz isso com força e velocidade para ganhar 7,33 e abrir 9,33 pontos de vantagem. Só que ainda faltavam 26 minutos para terminar a bateria. John John pega uma intermediária, era pequena, mas conseguiu fazer sua melhor onda na primeira metade da bateria. Com a nota 6,67 recebida, passou a precisar de 7,17 para superar o brasileiro.

Filipe demora um pouco e entra em uma onda que ficou lenta, não conseguindo trocar o 6,50 para aumentar sua pontuação. O havaiano pega uma melhor, mais difícil e aproveita a chance para fazer grandes manobras e assumir a liderança com nota 7,63, há 10 minutos do fim da bateria. Filipe precisava de uma nota 7,00 para vencer, ou seja, repetir o que já havia feito para tirar 7,33. Só que a onda teria que vir e os minutos passavam rápido em mais uma longa e agora agoniante calmaria para o brasileiro.