SURFE NORDESTE
O NOSSO SITE
SURF EM DIA

 

 






Pernambuco, a terra dos altos coqueiros                                                                        

 

NORONHA SEMPRE / APERTE O PLAY











   

 


  



12 de maio 2019

TUDO PRONTO PARA A ETAPA DE BALI

Nessa madrugada teremos a abertura da janela para a terceira 
etapa do mundial de surfe profissional da WSL. As baterias já 
estão formadas e o brasileiro Michael Rodrigues vai fazer a abertura 
enfrentando o líder John John e o Leonardo Fioravanti.


www.worldsurfleague.com/events/2019/mct/2912/corona-bali-protected

05 de maio 2019

ARQUIVOS SÉCULO 20 GERANDO NA ALTA





30 DE ABRIL 2019

ROTA DOS COQUEIROS 




27 de abril 2019

JOHN JOHN VENCE, MAS O GARFO DE OURO MANCHA A ETAPA DE BELLS NA AUSTRÁLIA.

A interferência marcada em Ítalo Ferreira na bateria contra Jordy Smith, foi uma das maiores lambanças de todos os tempos do surf competição. A não virada do Filipinho faltando dez segundos manchou de vez a garra competitiva.

O havaiano tirou a lycra amarela do Jeep Leaderboard de Italo Ferreira com a vitória e Courtney Conlogue ganhou o título feminino de Malia Manuel com a primeira nota 10 do ano

O havaiano John John Florence conseguiu parar a incrível série de dez vitórias brasileiras nas últimas onze etapas do World Surf League Championship Tour, no mar clássico do sábado de praia lotada em Bells Beach, na Austrália. E ainda tirou a lycra amarela do Jeep Leaderboard do Italo Ferreira, ao vencer a decisão com Filipe Toledo no Rip Curl Pro Bells Beach. Filipe foi o terceiro brasileiro a disputar o título da etapa mais tradicional do Circuito Mundial nos três últimos anos e não tinha perdido nenhuma das sete finais da sua carreira no CT. Ele tentou a vitória até os segundos finais, quando surfou sua última onda, porém não conseguiu a nota que precisava e o havaiano badalou o sino do troféu de campeão em Bells Beach. O próximo desafio é na Indonésia, de 13 a 25 de maio nas direitas de Keramas, na ilha de Bali.

Filipe Toledo (Foto: Kelly Cestari / WSL via Getty Images)

“Eu me sinto abençoado por estar na final de um evento tão histórico, em ondas como essas, perfeitas. Acho que todo mundo queria estar na final surfando essas ondas”, disse Filipe Toledo. “Foi incrível estar lá fora competindo com um dos melhores surfistas do mundo. O John John (Florence) já me pegou duas vezes e estou de olho nele (risos). Parabéns ao John, Courtney (Conlogue), Malia (Manuel) e a todos, que se saíram muito bem. Foi muito legal assistir o evento estes últimos dias. Eu finalmente consegui surfar bem em Bells Beach, com boas ondas, então estou feliz, foi muito divertido”.

A bateria final foi marcada por longos intervalos entre as séries, com poucas oportunidades para surfar, então a escolha das melhores ondas ganhou peso decisivo. Filipe Toledo pegou a primeira e surfou bem, finalizando muito forte na junção para largar na frente com nota 6,50. John John Florence falha na sua primeira onda, errando o layback que vinha arrancando grandes notas dos juízes. Na outra série que entrou, o havaiano pega uma onda que abre para fazer mais manobras, todavia erra o layback na junção novamente e recebe 4,50.

Filipe Toledo, John John Florence, Courtney Conlogue e Malia Manuel (Foto: Kelly Cestari / WSL via Getty Images)

Filipe pega uma onda maior, com mais pontos críticos para atacar e faz isso com força e velocidade para ganhar 7,33 e abrir 9,33 pontos de vantagem. Só que ainda faltavam 26 minutos para terminar a bateria. John John pega uma intermediária, era pequena, mas conseguiu fazer sua melhor onda na primeira metade da bateria. Com a nota 6,67 recebida, passou a precisar de 7,17 para superar o brasileiro.

Filipe demora um pouco e entra em uma onda que ficou lenta, não conseguindo trocar o 6,50 para aumentar sua pontuação. O havaiano pega uma melhor, mais difícil e aproveita a chance para fazer grandes manobras e assumir a liderança com nota 7,63, há 10 minutos do fim da bateria. Filipe precisava de uma nota 7,00 para vencer, ou seja, repetir o que já havia feito para tirar 7,33. Só que a onda teria que vir e os minutos passavam rápido em mais uma longa e agora agoniante calmaria para o brasileiro.

John John Florence (Foto: Matt Dunbar / WSL via Getty Images)

Filipe nunca tinha perdido uma final nas sete vezes que decidiu títulos em etapas do CT. Na semifinal, ele conseguiu a virada no último minuto, mas passou o sinal dos 5 minutos, nada de ondas, 3 minutos, 2 minutos, 1 minuto, 30 segundos e faltando 10 segundos, Filipe pega uma onda. Passa toda a primeira sessão, aí faz a primeira rasgada, manda um cutback, bate na espuma, mais uma rasgada, acelera e ataca a junção, completa a manobra e fica a expetativa pela nota dos juízes. Ele sai do mar sem saber do resultado, mas a nota sai 5,90 e John John Florence comemorou sua sexta vitória da carreira, a primeira no Rip Curl Pro Bells Beach.

“É um sentimento surreal ganhar este evento”, disse John John Florence. “Especialmente um evento como este, em que começamos com ondas pequenas em Winkipop e finalizamos com condições desafiadoras, muito grandes ontem (sexta-feira) e hoje o mar clássico, perfeito. Foram vários desafios diferentes com grandes competidores e surfar contra o Filipe (Toledo) é sempre muito assustador. Este foi o dia final mais difícil da minha carreira, muito cansativo e estou muito feliz, só quero agradecer a todos em Torquay por nos deixar surfar suas ondas”.

Gabriel Medina (Foto: Matt Dunbar / WSL via Getty Images)

BICAMPEÕES MUNDIAIS – O havaiano foi quem apresentou o melhor surfe de borda nas direitas de Bells Beach, com o seu layback de frontside sendo a arma mortal para liquidar os adversários batendo recordes do campeonato a cada bateria. Foi assim também no sábado, desde o primeiro desafio no duelo de bicampeões mundiais com Gabriel Medina. O brasileiro também brilhou com seu ataque agressivo de backside nas grandes ondas de Bells Beach. Quando ele detonou uma onda que valeu 8,50, John John destruiu duas seguidas para ganhar 8,87 e 8,00 e vencer por 16,87 a 15,17 pontos.

Antes, na chave de cima, Filipe Toledo também surfou uma onda excelente nota 8,17 para despachar o australiano vencedor da triagem, Jacob Willcox, por 14,17 e 13,06. Depois, Medina foi eliminado e o defensor do título do Rip Curl Pro Bells Beach, Italo Ferreira, também perdeu para o sul-africano Jordy Smith. O potiguar surfou a melhor onda da bateria, valeu 8,40, no entanto, entrou numa onda quando a prioridade de escolha era do sul-africano, os juízes assinalaram a penalidade de “interferência” e ele só computou essa nota no resultado, encerrado em 15,23 a 8,40 pontos.

italo Ferreira (Foto: Matt Dunbar / WSL via Getty Images)

VIRADA EMOCIONANTE – Nas semifinais, Filipe Toledo enfrentou o último australiano e começou bem, surfando uma boa onda com grandes manobras para largar na frente com nota 6,83.  Apesar das baterias terem 40 minutos de duração, os intervalos entre as séries eram longos, com poucas ondas boas. Ryan Callinan demora para achar uma, mas abriu um paredão limpo para ele mandar três manobras muito fortes e ganhar 7,67.

Logo, o australiano surfa outra que rende 5,17 para abrir 6,02 pontos de vantagem. Filipe não desiste e pega uma onda no último minuto, começa com um reentry, segue atacando com um cutback, batida, outra pancada forte, mais uma e recebe 6,27 dos juízes para virar o placar para 13,40 a 12,84 pontos. Foi a bateria mais emocionante do último dia do Rip Curl Pro.

John John Florence (Foto: Kelly Cestari / WSL via Getty Images)

A MELHOR ONDA – Na disputa pela outra vaga na final, entraram mais ondas com potencial para o desafio entre os dois surfistas com chances de tirar a lycra amarela do Jeep Leaderboard de Italo Ferreira. O sul-africano Jordy Smith começou melhor com 7,17 e John John Florence demorou para entrar na briga, mas entrou de forma espetacular, dando um show numa onda destruída do início ao fim. Na avaliação dos juízes, foi a melhor apresentação do campeonato e a média da maior nota do ano em Bells Beach ficou em 9,43.

Ele ainda somou um 7,37 na seguinte para vencer o sul-africano por 16,80 a 15,24 pontos. Depois, John John derrotou Filipe Toledo para assumir a dianteira na corrida pelo título mundial e voltar a vestir a lycra amarela do Jeep Leaderboard, que há tempos estava com os brasileiros que ele derrotou no sábado em Bells Beach, Gabriel Medina e Italo Ferreira. O havaiano lidera o ranking com 16.085 pontos, com Italo em segundo com 14.475, seguido por Jordy Smith com 12.170, Filipe Toledo em quarto com 11.120 e Gabriel Medina fechando o seleto grupo dos top-5 com 9.490, após as duas primeiras etapas na Austrália.

Campeões (Foto: Kelly Cestari / WSL via Getty Images)

PRÓXIMO DESAFIO – A terceira é na Indonésia, o Corona Bali Protected, de 13 a 25 de maio nas direitas de Keramas, onde Italo Ferreira venceu no ano passado depois da sua primeira vitória no CT em Bells Beach. Além dos três do topo do ranking, também estão entre os 22 primeiros colocados que são mantidos na elite dos top-34 para o ano que vem, Willian Cardoso em décimo lugar e Yago Dora empatado em 16.o com os dois estreantes da “seleção brasileira”, Peterson Crisanto e Deivid Silva. Michael Rodrigues caiu do 17.o para o 23.o lugar e três estão em trigésimo, Caio Ibelli, Jessé Mendes e Jadson André.

VITÓRIA NOTA 10 – Na categoria feminina, as meninas também deram um show no sábado de ondas perfeitas em Bells Beach. A norte-americana Courtney Conlogue conquistou a sua terceira vitória no Rip Curl Pro com a primeira nota 10 do ano no World Surf League Championship Tour. Entre os homens, a maior foi o 9,80 recebido por Gabriel Medina com seus aéreos no Quiksilver Pro Gold Coast.

Courntey Conlogue (Foto: Kelly Cestari / WSL via Getty Images)

A californiana ganhou a primeira decisão de título do dia derrotando a havaiana Malia Manuel, que também surfou muito bem, por quase um pontinho de diferença no placar encerrado em 15,83 a 14,84 pontos. Malia barrou a número 1 do Jeep Leaderboard, a adolescente de apenas 17 anos, Caroline Marks, que dividiu o terceiro lugar em Bells Beach com a também americana Lakey Peterson, eliminada pela campeã na outra semifinal. A havaiana assumiu a vice-liderança do ranking e Courtney subiu da nona para a terceira posição com a vitória, que valeu o mesmo prêmio de 100.000 dólares recebido por John John Florence no masculino.

“Que evento! Foi incrível”, disse Courtney Conlogue, muito emocionada após sair do mar. “Eu só queria ficar no ritmo do oceano e estava tentando conter minha ansiedade, vendo essas ondas incríveis, perfeitas, o dia todo. É fantástico vencer de novo aqui. Cada título teve seu próprio caminho especial, mas este agora foi realmente incrível de vencer, com altas ondas, nota 10 e foi ótimo fazer a final com a Malia (Manuel), que surfou muito bem também”.

TOP-22 DO JEEP WSL LEADERBOARD – ranking das 2 etapas:

01: John John Florence (HAV) – 16.085 pontos

02: Italo Ferreira (BRA) – 14.745

03: Jordy Smith (AFR) – 11.170

04: Filipe Toledo (BRA) – 11.120

05: Gabriel Medina (BRA) – 9.490

06: Kolohe Andino (EUA) – 9.130

07: Conner Coffin (EUA) – 8.065

07: Seth Moniz (HAV) – 8.065

09: Ryan Callinan (AUS) – 7.415

10: Owen Wright (AUS) – 6.640

10: Kanoa Igarashi (JPN) – 6.640

10: Willian Cardoso (BRA) – 6.640

13: Wade Carmichael (AUS) – 6.075

14: Kelly Slater (EUA) – 5.010

15: Jacob Willcox (AUS) – 4.745

16: Michel Bourez (TAH) – 4.650

16: Mikey Wright (AUS) – 4.650

16: Jeremy Flores (FRA) – 4.650

16: Yago Dora (BRA) – 4.650

16: Peterson Crisanto (BRA) – 4.650

16: Deivid Silva (BRA) – 4.650

16: Reef Heazlewood (AUS) – 4.650



26 de abril 2019

A HORA DA VERDADE EM BELLS.

Brasil muito forte nas quartas, a torcida é pela vitória de um brasileiro e para o Ítalo Ferreira manter a liderança.



25 DE ABRIL 2019

BRASIL FAZ HISTÓRIA DE NOVO.



23 de abril 2019

DEIVID SILVA E PETERSON CRISANTO AVANÇAM AO ROUND 03




20 DE ABRIL 2019

MERRECA DOMINA E EVENTO NÃO VOLTA.




18 de abril de 2019

BELLS COMEÇA, MAS NÃO FINALIZA O ROUND 01.



16 de abril 2019

TUDO PRONTO PARA BELLS, COMEÇA HOJE.

13 DE ABRIL 2019

FESTA EM BAÍA FORMOSA, LONGA CONVIDA.



08 de abril 2019

ÍTALO FERREIRA QUEBRA TUDO.

O potiguar Italo Ferreira ganhou tudo na abertura da temporada 2019 do World Surf League Championship Tour na Austrália, com os seus aéreos nas ondas de Duranbah Beach. A vitória no Quiksilver Pro Gold Coast foi no último minuto, voando numa rotação completa no ar para virar o placar contra o californiano Kolohe Andino para 12,57 a 12,43 pontos. Ele já tinha vencido o Red Bull Airborne no meio da semana, agora também larga na frente na corrida pelo título mundial. E as próximas etapas são as que o surfista de Baía Formosa conseguiu as primeiras vitórias da carreira, em Bells Beach na Austrália e em Keramas na Indonésia.

Kolohe Andino, os campeões Italo Ferreira e Caroline Marks e Carissa Moore (Foto: Kelly Cestari / WSL via Getty Images)

“Começar o ano ganhando este evento é quase inacreditável e estou muito feliz por toda essa torcida aqui”, disse Italo Ferreira. “Eu sabia que seria muito difícil vencer o Kolohe (Andino) e esse apoio todo da torcida na praia é irreal. Eles são incríveis torcendo por todos nós e estou muito animado em voltar a vestir a lycra amarela do Jeep Leaderboard. Mas, sei que o ano é longo e não quero ficar pensando tão lá na frente. Tenho muitos outros eventos para focar, começando por Bells na próxima semana. Eu tenho treinado muito nos últimos três meses e consegui a vitória no primeiro evento do ano. Vamos continuar assim”.

As condições do mar na segunda-feira estavam difíceis, com ondas pequenas de 2-4 pés e poucas boas nos grandes intervalos entre as séries, então os aéreos eram a melhor opção para ganhar notas. E foi assim, voando, que Italo Ferreira e Kolohe Andino derrotaram seus oponentes no caminho até a final. E foi assim também na decisão do título. O potiguar mandou o primeiro que valeu 5,50 e o californiano respondeu com 5,43. Kolohe logo fez uma onda parecida para somar 5,93, enquanto Italo ia errando um aéreo atrás do outro.

Italo Ferreira (Foto: Kelly Cestari / WSL via Getty Images)

Foram várias tentativas até acertar um que rendeu 5,23. Só que o americano dá o troco com a melhor apresentação da bateria. Ele recebe 6,50 e deixa o brasileiro precisando de 6,93 para vencer. Italo falha na primeira chance, em outra e o tempo vai chegando ao fim sem entrar onda boa. A prioridade da próxima é do americano, os dois ficam lado a lado e no último minuto, Kolohe Andino deixa passar uma ondinha que Italo pega. Parecia ruim, mas ela ganha força, ele acelera e decola no aéreo 360 com rotação completa no ar, aterrissando com segurança para delírio do público que lotava a praia na segunda-feira e torcia para o brasileiro.

A bateria termina sem a divulgação dessa nota e a praia toda fica em suspense. O brasileiro sai do mar sem saber, mas veio o anúncio com os juízes dando nota 7,07 para a torcida fazer a festa com Italo Ferreira pela vitória emocionante, de virada, por 12,57 a 12,43 pontos. Esta foi a terceira vez que um brasileiro ganha a primeira etapa da temporada na Austrália. Em 2014, Gabriel Medina iniciou a caminhada do seu primeiro título mundial vencendo o Quiksilver Pro. E em 2015, Filipe Toledo garantiu um inimaginável bi consecutivo do Brasil na Gold Coast.

VAGAS NAS OLIMPÍADAS – Neste ano o World Surf League Championship Tour é especial, o primeiro da história com igualdade na premiação dos homens e mulheres e o primeiro que vale classificação para os Jogos Olímpicos. Os dois primeiros colocados no ranking final da temporada, garantem suas vagas nas Olimpíadas de Tokyo 2020. No momento, as do Brasil estão com Italo Ferreira e Gabriel Medina, as dos Estados Unidos com Kolohe Andino e John John Florence e as da Austrália com Wade Carmichael e Owen Wright.

Italo lidera o Jeep Leaderboard com 10.000 pontos, Medina começa em quinto lugar com 4.745 nas quartas de final e três brasileiros perderam em nono lugar nas oitavas marcando 3.320 pontos, Filipe Toledo, Willian Cardoso e Yago Dora. Cinco pararam na terceira fase e receberam 1.330 pontos pelo 17.o lugar, Michael Rodrigues, Jessé Mendes, Peterson Crisanto, Deivid Silva e Mateus Herdy. Já Caio Ibelli e Jadson André, não venceram nenhuma bateria em Duranbah Beach e ocupam a 33.a posição no ranking.

Caroline Marks e Italo Ferreira (Foto: Matt Dunbar / WSL via Getty Images)

 
















VITÓRIA AMERICANA – Entre as mulheres, quem começou na frente na disputa pelo título mundial foi a ainda adolescente americana de 17 anos de idade, Caroline Marks. A surfista nascida na Flórida como Kelly Slater, mora na Califórnia e tem um surfe muito forte, com batidas e rasgadas executadas com bastante pressão e velocidade.

Ela já tinha deixado a heptacampeã mundial Stephanie Gilmore nas quartas de final e bateu também a tricampeã Carissa Moore na decisão do título do Boost Mobile Pro Gold Coast. Caroline Marks é a primeira da história do surfe feminino a receber um prêmio de 100.000 dólares como os homens.

“Estou muito emocionada agora, nem consigo acreditar, estou sem palavras, mas é incrível fazer parte deste esporte e só quero agradecer a todos da WSL”, disse Caroline Marks. “A Carissa (Moore) sempre foi uma inspiração para mim, sempre fui fã dela e ainda sou. Conseguir minha primeira vitória em uma final com ela, é uma sensação indescritível. Este foi o melhor evento e a melhor semana da minha vida. Eu sei que tenho muito trabalho pela frente ainda no restante do ano, mas eu quero aproveitar ao máximo esse momento”.

Caroline Marks (Foto: Kelly Cestari / WSL via Getty Images)


















06 de abril 2019

MEDINA E ÍTALO NAS QUARTAS.



02 de abril 2019

NOVO FORMATO COLOCA 07 NO ROUND 03.



01 de abril 2019

CIRCUITO MUNDIAL COMEÇA DIA 03.

 


SURF EM DIAPERFILGALERIASÉCULO 20CONTATOSESPECIAISARQUIVOS 2014Arquivos 2015ARQUIVOS 2016Arquivos 2017Arquivos 2018Arquivos 2019