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08 dezembro 2016

PIPELINE ABRE JANELA MAS NÃO

COMEÇA, CHAMADA NESSA SEXTA.


As condições do mar em Banzai Pipeline não estão boas na quinta-feira para iniciar a triagem do Billabong Pipe Masters e uma nova chamada foi marcada para as 7h30 da sexta-feira no Havaí, 15h30 no Brasil.

Apesar do Campeão já definido, muitas vagas estão em disputa, quem sai, quem fica e quem ainda pode
subir da lista de acesso. Grande expectativa para essa etapa na onda mágica do Hawaii.


05. DE DEZEMBRO 2016

O PERNAMBUCANO IAN GOUVEIA

ENTRA NA ELITE MUNDIAL.

Dia histórico para o Surf nacional e mundial com a conquista de 
uma vaga para disputar a elite mundial pelo filho do Fábio Fabuloso
Gouveia, Ian Gouveia nesse domingo no Havai, palco maior do 
esporte. Parabéns a toda família por mais essa conquista.

25 de novembro 2016

COMEÇOU A JANELA DO ÚLTIMO WQS.

Hoje começou a janela da etapa final do WQS que vai definir
os 10 melhores que sobem para a elite em 2017. O Brasil vem embalado
e pode fazer bonito, já temos pelo menos 05 atletas brigando para
ficar entre os 10 melhores. Hoje não teve competição, a chamada
com o fuso horário é às 15:30.

23 de novembro 2016.

COMEÇOU A PROMOÇÃO DA ILLUSION

SURFBOARDS, PARTICIPE.



19 de novembro 2016

JOHN JOHN VENCE A PRIMEIRA DA

TRÍPLICE COROA HAVAIANA.

O havaiano John John Florence brilhou em sua primeira apresentação em casa depois de conquistar o título mundial da World Surf League. Ele surfou as melhores ondas em Haleiwa Beach nas quatro baterias que disputou na sexta-feira para faturar o título do QS 10000 Hawaiian Pro. A decisão terminou empatada e a maior nota do campeão mundial garantiu a vitória sobre Frederico Morais, mas o português conseguiu o resultado que precisava para tirar a vaga do brasileiro Tomas Hermes na lista dos dez indicados pelo WSL Qualifying Series para a elite do CT 2017. O potiguar Jadson André parou nas semifinais e agora está junto com o catarinense e o paulista Jessé Mendes na porta de entrada do G-10.

John John Florence (Foto: Tony Heff - WSL)
John John Florence (Foto: Tony Heff – WSL)

Tomas Hermes é o 11.o colocado no ranking do QS, Jadson subiu da 22.a para a 12.a posição e Jessé saiu da zona de classificação para o CT em Haleiwa Beach, caindo do décimo para o 13.o lugar. Frederico Morais teria que ficar entre os dois primeiros do Hawaiian Pro para ultrapassar os brasileiros e conseguiu isso quase conquistando uma vitória inédita de Portugal no Havaí. Ele e o francês Marc Lacomare largaram na frente na grande final, recebendo nota 8,33 em suas primeiras ondas. John John começou com 6,83, mas ganhou 8,83 na segunda para atingir imbatíveis 15,66 pontos.

Depois, o havaiano não surfou mais nada e por pouco não perdeu o título. O mais incrível foi que Frederico Morais chegou a um centésimo da virada duas vezes, nas últimas ondas que pegou em Haleiwa Beach. Só que em ambas a média ficou em 7,33 e ele precisava de 7,34 para vencer o QS 10000 Hawaiian Pro. Ele apenas igualou os 15,66 pontos do havaiano, que levou o prêmio máximo de 40.000 dólares no desempate pela maior nota. O português faturou 20.000 dólares e ficou feliz pelo excelente resultado no Havaí. O francês Marc Lacomare também chegou perto da vitória totalizando 15,50 pontos, com o australiano Adrian Buchan ficando em quarto lugar com apenas 9,60 nas duas notas computadas.

John John Florence (Foto: Tony Heff - WSL)
John John Florence (Foto: Tony Heff – WSL)

“Este está sendo o melhor ano da minha vida, com certeza”, vibrou John John Florence. “Estou muito feliz por estar em casa, com minha família e amigos. Eu não poderia ter conseguido tudo isso sem minha mãe e meus irmãos me apoiando minha vida toda. E obrigado a todos aqui hoje (sexta-feira), que vieram a praia torcer e nos apoiar. Meu objetivo agora é ser um competidor cada vez melhor. Eu quero ganhar outro título mundial, adoraria vencer a Tríplice Coroa e quero ser campeão do Pipe Masters também. Eu quero ganhar tudo”.

Apesar de ser no desempate, a vitória de John John Florence premiou realmente o melhor surfista nas ondas de Haleiwa Beach. O havaiano vinha fazendo grandes apresentações desde a sua estreia como campeão mundial na ilha de Oahu. No último dia, só não fez o maior placar nas oitavas de final, mas nas quartas registrou os recordes da sexta-feira, com os 18,40 pontos que totalizou somando notas 9,30 e 9,10. Ele usou sua incrível variedade de manobras de borda e também completou aéreos sensacionais com um surfe ultramoderno e progressivo.

“O John John (Florence) é um surfista fantástico”, destacou Frederico Morais. “Eu estive com ele semanas atrás em Portugal, quando ele foi coroado campeão mundial e foi muito legal assistir tudo aquilo. Ele merece. É, provavelmente, o melhor surfista do mundo agora e é uma honra terminar uma final empatada com ele aqui no Havaí. O segundo lugar foi incrível também e me coloca em uma boa posição para me qualificar para o CT. Espero conseguir outro bom resultado em Sunset Beach (local da última etapa do QS) para concretizar esse sonho”.

Frederico Morais (Foto: Kelly Cestari - WSL)
Frederico Morais (Foto: Kelly Cestari – WSL)

O português Frederico Morais também se destacou e venceu a semifinal que tirou o Brasil da decisão do título do QS 10000 Hawaiian Pro. O potiguar Jadson André entraria no G-10 se passasse para a final, mas perdeu a última vaga nos minutos finais da bateria, quando o australiano Adrian Buchan surfou sua segunda onda que valeu 6,27. Jadson ainda teve uma última chance e até tirou a maior nota do confronto, 6,53, porém não foi suficiente para se classificar, sendo barrado pelo australiano por 11,50 a 11,36 pontos.

O brasileiro e o português são amigos e já haviam se enfrentado no Hang Loose Pro Contest 30 Anos em Florianópolis (SC), onde Jadson André eliminou Frederico Morais nas quartas de final. Na sexta-feira em Haleiwa, eles competiram juntos duas vezes. A primeira foi novamente nas quartas de final e o potiguar ganhou de novo, mas o português impediu uma segunda dobradinha verde-amarela de Jadson com o paulista Victor Bernardo em Hawaiian Pro. Frederico passou em segundo para as semifinais, quando vingou a eliminação no Brasil para o potiguar que tenta garantir sua permanência no CT entre os dez indicados pelo QS.

A lista que tinha três brasileiros, agora só tem dois, o pernambucano Ian Gouveia em sétimo lugar e o baiano Bino Lopes em oitavo. O português Frederico Morais foi o único que entrou no G-10 no primeiro desafio da Tríplice Coroa Havaiana, mas o ranking do WSL Qualifying Series agora tem um novo líder, o australiano Connor O´Leary, que dividiu a quinta posição no Hawaiian Pro com Jadson André. Também derrotados nas semifinais, o francês Joan Duru e o australiano Davey Cathels ficaram empatados em sétimo lugar.

CONFIRMADOS NO CT 2017 – Com os 5.100 pontos recebidos, Joan Duru assumiu a segunda posição no ranking e confirmou de vez sua classificação para a elite dos top-34 da World Surf League que vai disputar o título mundial do ano que vem. Além dele, mais quatro também já garantiram suas vagas no G-10 do QS, o novo líder Connor O´Leary, o norte-americano Kanoa Igarashi com a vitória no Hang Loose Pro Contest 30 Anos, o australiano Ethan Ewing e o italiano Leonardo Fioravanti. Os cinco já ultrapassaram a barreira dos 20.000 pontos no ranking.

Jadson Andre (Foto: Kelly Cestari - WSL)
Jadson Andre (Foto: Kelly Cestari – WSL)

Quem está mais próximo de atingir esta marca agora é o francês Jeremy Flores com 19.450 pontos. Os brasileiros vêm logo abaixo dele, Ian Gouveia com 18.410 e Bino Lopes com 17.900. E os mais ameaçados na batalha pelas últimas vagas para o CT 2017 no QS 10000 Vans World Cup of Surfing, que começa na próxima sexta-feira (25) em Sunset Beach, são o australiano Ryan Callinan em nono lugar com 16.250 pontos e o português Frederico Morais em décimo com 16.010.

Os principais concorrentes deles são três brasileiros que estão na porta de entrada do G-10, o catarinense Tomas Hermes com 15.750 pontos, o potiguar Jadson André com 15.200 e o paulista Jessé Mendes com 14.960. Outro paulista, Deivid Silva, chegou no Havaí em 11.o lugar no ranking, mas não foi bem em Haleiwa e despencou para 16.o com 14.680 pontos. Entre os brasileiros, estão o norte-americano Evan Geiselman, em 14.o com 14.850, e o havaiano Ezekiel Lau, em 15.o com 14.700.

Tomas Hermes foi um dos seis brasileiros que competiram nas oitavas de final que abriram a sexta-feira decisiva do Hawaiian Pro. A grande surpresa do evento, Samuel Pupo, de apenas 16 anos de idade, foi barrado na primeira bateria do dia pelo francês Marc Lacomare e o espanhol Gony Zubizarreta. Na terceira, Tomas deixaria a rabeira do G-10 de passasse para as quartas de final, mas perdeu para o australiano Davey Cathels e o italiano Leonardo Fioravanti. E o paulista Robson Santos também ficou em terceiro na disputa seguinte, que classificou John John Florence e o novo líder do QS, Connor O´Leary.

Victor Bernardo (Foto: Tony Heff)
Victor Bernardo (Foto: Tony Heff)

Na chave de baixo, mais três brasileiros participaram das duas últimas batalhas por vagas nas quartas de final. A penúltima foi um confronto direto entre Brasil e Austrália que terminou empatado em 1 a 1. Adrian Buchan venceu e o jovem Victor Bernardo superou o top do CT e também paulista, Miguel Pupo, na briga pelo segundo lugar. E o potiguar Jadson André conquistou a última vaga, despachando o francês Diego Mignot e Cooper Chapman, australiano como o vencedor da bateria, Ethan Ewing.

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RESULTADOS DO ÚLTIMO DIA DO QS 10000 HAWAIIAN PRO:

Campeão: John John Florence (HAV) por 15,66 pontos (8,83+6,83) – US$ 40.000 e 10.000 pontos

Vice-campeão: Frederico Morais (PRT) com 15,66 (notas 8,33+7,33) – US$ 20.000 e 8.000 pontos

Terceiro lugar: Marc Lacomare (FRA) com 15,50 pts (8,33+7,17) – US$ 12.000 e 6.700 pontos

Quarto lugar: Adrian Buchan (AUS) com 9,60 pontos (5,17+4,43) – US$ 10.000 e 6.300 pontos

SEMIFINAIS – 3.o=5.o lugar (US$ 7.500 e 5.300 pts) / 4.o=7.o lugar ($ 6.500 e 5.100 pts):

1.a: 1-John John Florence (HAV), 2-Marc Lacomare (FRA), 3-Connor O´Leary (AUS), 4-Davey Cathels (AUS)

2.a: 1-Frederico Morais (PRT), 2-Adrian Buchan (AUS), 3-Jadson André (BRA), 4-Joan Duru (FRA)


14 DE NOVEMBRO 2016

NORONHA SEMPRE, VEM AI!


12 de novembro 2016

OBRA DO SAFADÃO EMBARGADA.

09 de novembro 2016

A CASA CAIU, MARACA PARTIU.


06 de novembro 2016

AMERICANO FAZ A FESTA NO BRASIL

O norte-americano Kanoa Igarashi, 19 anos, é o campeão do histórico Hang Loose Pro Contest 30 Anos na Praia da Joaquina, em Florianópolis. Ele surfou as melhores ondas que entraram na decisão Brasil x Estados Unidos para derrotar o potiguar Jadson André, 26 anos, por 15,84 a 13,37 pontos e faturar o prêmio máximo de 25.000 dólares. Uma multidão lotou a Praia da Joaquina novamente no domingo, relembrando aquele campeonato inesquecível de 1986 que trouxe o Circuito Mundial de volta para o Brasil. A vitória no QS 6000 de Santa Catarina garantiu a permanência de Kanoa Igarashi na elite da World Surf League para o ano que vem e a liderança isolada no ranking do WSL Qualifying Series.

Kanoa Igarashi (Foto: Daniel Smorigo - WSL)
Kanoa Igarashi (Foto: Daniel Smorigo – WSL)

“É uma sensação incrível ganhar de novo aqui no Brasil e foi muito parecido com o ano passado, quando eu precisava de um bom resultado para me classificar para o CT”, disse Kanoa Igarashi, que ocupava um perigoso oitavo lugar na lista dos dez indicados pelo WSL Qualifying Series para a elite dos top-34 do CT. “Agora eu posso ir para o Havaí sem pressão por resultados lá. Eu gosto muito das ondas daqui, das pessoas, da comida e eu falo português, então isso ajuda também. Eu e o Griffin (Colapinto) somos bem amigos, ficamos no mesmo quarto aqui e ele me carregou nos ombros pela praia. Foi muito legal e eu faria a mesma coisa se ele tivesse vencido o campeonato”.

Esta foi a segunda vez que Kanoa Igarashi confirma sua vaga no CT no Brasil. No ano passado, ele entrou na elite dos top-34 da World Surf League com a vitória conquistada no QS 6000 da Bahia, em Itacaré. Agora, garante sua permanência com outro título em águas verde-amarelas, dessa vez no campeonato mais emblemático da história do surfe brasileiro. O americano foi um dos destaques nas ondas da Praia da Joaquina em todos os dias que competiu, sempre conseguindo notas altas para liquidar seus adversários em Florianópolis.

O potiguar Jadson André também faz parte da elite deste ano e, como Kanoa Igarashi, não está conseguindo garantir sua permanência entre os 22 primeiros no ranking do CT que são mantidos na elite. Com os 4.500 pontos do vice-campeonato no Hang Loose Pro Contest 30 Anos, Jadson saltou da 58.a para a 22.a colocação no WSL Qualifying Series, aumentando bastante as chances de confirmar sua vaga nas duas etapas do QS 10000 que vão fechar a temporada no Havaí. Até porque ele ainda não completou os cinco resultados que são computados, enquanto todos que estão à sua frente estarão trocando pontos na Tríplice Coroa Havaiana.

Jadson André (Foto: Daniel Smorigo - WSL)
Jadson André (Foto: Daniel Smorigo – WSL)

“Foi fenomenal fazer uma final aqui no Brasil e é sempre uma sensação muito boa poder surfar em frente da melhor torcida do mundo”, disse Jadson André. “Claro que eu gostaria de ter vencido o campeonato, mas não posso reclamar, o segundo lugar ainda é um bom resultado e parabéns para o Kanoa (Igarashi), que surfou muito durante toda a semana. Eu estava bem fraco no início, meio doente e ainda bem que teve um ‘day off’ (quinta-feira) pra me recuperar. Depois fui melhorando a cada dia e minhas notas refletiram isso. Eu quero manter minha vaga no CT em Pipeline e nem estava prestando atenção no QS, mas é bom saber que eu subi e posso me garantir pelo QS, porque você nunca sabe o que vai acontecer”.

A grande final com 35 minutos de duração começou as 11h00 com a praia já lotada na Joaquina, como na quarta-feira e no sábado. O californiano Kanoa Igarashi ganhou a disputa pela primeira onda e a esquerda abriu a parede para ele fazer três manobras fortes de backside e largar na frente com nota 7,67. O natalense Jadson André erra na primeira escolha de onda, ela fecha rápido e a prioridade da próxima fica para o americano. As condições do mar estavam difíceis, com longos intervalos entre as séries, então era fundamental não desperdiçar qualquer chance.

Kanoa Igarashi (Foto: Daniel Smorigo - WSL)
Kanoa Igarashi (Foto: Daniel Smorigo – WSL)

Demora um pouco para entrar outras ondas e Kanoa Igarashi pega uma direita para mandar um aéreo rodando que vale nota 5,33. Jadson pega a seguinte da série para fazer três manobras de backside em outra direita que só rende 4 pontos. Só que o americano já vem em mais uma variando as manobras com velocidade para botar pressão no brasileiro com uma boa vantagem de 9 pontos na liderança. Jadson falha de novo na escolha da onda, perde a prioridade e deixa uma esquerda para Kanoa usar a força do seu backside de novo e trocar a nota 5,33 por 8,17, deixando Jadson em “combination”, precisando de duas ondas para superar os 15,84 pontos do americano.

Enfim, o potiguar acha uma direita há 20 minutos do fim da bateria, que abre mais para ele desferir uma série de manobras potentes de backside e voltar para a briga do título com nota 6,5. Com ela, Jadson ainda precisava de uma onda excelente, que rendesse 9,34 pontos. Ele vem numa esquerda limpa, com potencial para isso, mas erra a primeira manobra. Em seguida, pega uma direita e arrisca o aéreo rodando de backside, porém não completa.

O tempo foi passando, não entrava ondas boas, os dois competidores ficaram remando no outside, até que sobra uma esquerda para Jadson mandar outro aéreo 360 sem as mãos na prancha, dessa vez de frontside, porém novamente sem aterrissar com perfeição. A calmaria voltou, passou o sinal dos 10 minutos finais, dos 5 minutos, o brasileiro ainda surfa sua melhor onda no final, mas a vitória de Kanoa Igarashi já estava consumada por 15,84 a 13,37 pontos.
 

RESULTADOS DO DOMINGO:

Campeão: Kanoa Igarashi (EUA) por 15,84 pontos (8,17+7,67) – US$ 25.000 e 6.000 pontos

Vice-campeão: Jadson André (BRA) com 13,37 (notas 6,87+6,50) – US$ 12.000 e 4.500 pontos

SEMIFINAIS – 3.o lugar com 3.550 pontos e US$ 5.500 de prêmio:

1.a: Kanoa Igarashi (EUA) 14.84 x 11.50 Griffin Colapinto (EUA)

2.a: Jadson André (BRA) 12.83 x 11.17 Deivid Silva (BRA)

G-10 DO WSL QUALIFYING SERIES – após 46.a etapa:

1.o: Kanoa Igarashi (EUA) – 21.750 pontos

2.o: Leonardo Fioravanti (ITA) – 20.750

3.o: Connor O´Leary (AUS) – 19.775

4.o: Joan Duru (FRA) – 18.900

5.o: Ethan Ewing (AUS) – 18.750

6.o: Ian Gouveia (BRA) – 18.410

7.o: Bino Lopes (BRA) – 17.550

8.o: Jeremy Flores (FRA) – 17.150

9.o: Ryan Callinan (AUS) – 15.950

10.o: Jessé Mendes (BRA) – 14.860

11: Deivid Silva (BRA) – 14.680 pontos

03 de novembro 2016

TRIP SELVAGEM PARTE FINAL


01 DE NOVEMBRO 2016

IAN GOUVEIA QUER GARANTIR

PASSAPORTE NA JOACA.



29 de outubro 2016

SWELL PESADO ENCOSTA NO RN.

A entrada de um grande swell no estado do Rio Grande do Norte,
comprova que durante o ano duas temporadas de ondas favorecem
a costa do estado.


25 de outubro 2016

O MENINO DO VÍDEO GAME É O

NOVO CAMPEÃO MUNDIAL.


John John Florence, 22 anos, conquistou nesta terça-feira (25) o novo troféu de campeão mundial da World Surf League com vitória no Meo Rip Curl Pro Portugal em Supertubos. O título foi confirmado antes, quando o sul-africano Jordy Smith perdeu nas semifinais para o norte-americano Conner Coffin. Depois de dois títulos consecutivos do Brasil, com Gabriel Medina em 2014 e Adriano de Souza em 2015, John John é o primeiro havaiano a vencer desde Andy Irons em 2004 e vai estrear como campeão de 2016 no Billabong Pipe Masters em homenagem ao tricampeão em Banzai Pipeline, que fecha o Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour nos dias 8 a 20 de dezembro na ilha de Oahu, Havaí.

John John Florence (Foto: Kelly Cestari - WSL)
John John Florence (Foto: Kelly Cestari – WSL)

“Eu, honestamente, nem consigo acreditar em tudo isso agora. Eu sei que a minha mãe e minha família estão assistindo online agora e eu realmente gostaria que eles estivessem aqui comigo”, confessou John John Florence. “Eu estou muito feliz, pois trabalhei toda a minha vida para isso e tenho que agradecer a muitas pessoas que foram importantes para mim”.

A temporada de John John Florence não começou bem nas três provas da “perna australiana”, até conquistar a sua segunda vitória no Oi Rio Pro do Brasil, no Postinho da Barra da Tijuca. Mais motivado com o título no Rio de Janeiro, o havaiano fez grandes apresentações nas etapas seguintes, sendo vice-campeão na África do Sul e no Taiti e ficando em terceiro lugar na França, enquanto seus concorrentes diretos, o brasileiro Gabriel Medina, o australiano Matt Wilkinson, o sul-africano Jordy Smith e o onze vezes campeão mundial Kelly Slater, não conseguiram a mesma consistência de resultados até Portugal.

“Foi um ano longo, mas certamente um dos melhores anos da minha vida”, continuou John John. “Foram muitos eventos divertidos que aprendi bastante e foi muito bom passar esse tempo todo junto com esses surfistas incríveis. Eu estava apenas tentando manter o foco em cada bateria aqui, mas achando que a decisão do título iria ser no Havaí”.

John John Florence (Foto: Poullenot - WSL)
John John Florence (Foto: Poullenot – WSL)

Em seis anos no WSL Championship Tour, o havaiano vinha ameaçando o trono de melhor surfista do mundo desde a sua entrada na divisão de elite em 2011. Ele ficou em quarto lugar no ranking final de 2013 e em terceiro no ano seguinte. Florence sempre foi apontado como uma das grandes promessas dos últimos anos e vinha evoluindo o seu surfe a cada temporada, para se tornar um dos talentos mais dinâmicos que o esporte já viu em 40 anos de história.

“Minha vida inteira foi direcionada para isso, mas só este ano especialmente, aprendi muito mais sobre o surfe competitivo, me concentrando completamente nas competições e tive muita ajuda e apoio incríveis para isso”, conta John John Florence. “O título mundial já era meu objetivo para este ano, então estou muito feliz neste momento e só quero me divertir agora”.

Resultados de John John Florence em 2016:

5.o lugar no Quiksilver Pro Gold Coast contra Stu Kennedy nas quartas de final

13.o lugar no Rip Curl Pro Bells Beach perdendo na terceira fase para Caio Ibelli

13.o lugar no Drug Aware Pro Margaret River contra Caio Ibelli novamente

Campeão do Oi Rio Pro na final com Jack Freestone no Rio de Janeiro, Brasil

5.o lugar no Fiji Pro perdendo na quarta de final com Matt Wilkinson em Fiji

Vice-campeão no J-Bay Open na final com Mick Fanning na África do Sul

Vice-campeão no Billabong Pro Tahiti na final com Kelly Slater em Teahupoo

13.o lugar no Hurley Pro at Trestles na terceira fase com Brett Simpson nos Estados Unidos

3.o lugar no Quiksilver Pro France na semifinal com Keanu Asing em Hossegor

Campeão do Meo Rip Curl Pro Portugal na final com Conner Coffin em Peniche

Carreira de John John Florence na World Surf League:

2011: 34.o lugar no 11.o título de Kelly Slater

2012: 4.o lugar no primeiro título de Joel Parkinson

2013: 10.o lugar no tricampeonato de Mick Fanning

2014: 3.o lugar no título brasileiro de Gabriel Medina

2015: 14.o lugar no título de Adriano de Souza

2016: Campeão mundial da World Surf League

Conner Coffin (Foto: Poullenot - WSL)
Conner Coffin (Foto: Poullenot – WSL)

Depois de ser coroado como campeão mundial de 2016 nas semifinais, John John Florence fez uma final emocionante com o estreante na elite, Conner Coffin, 23 anos. Os dois adotaram estratégias diferentes para o ataque final na “perna europeia” do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour. Florence escolheu as manobras aéreas com suas inúmeras rotações, enquanto Coffin continuou perseguindo os tubos, surfando um bem profundo que valeu nota 8,60. Mas, o havaiano deu o troco num “alley-oop” enorme que arrancou 9,5 dos juízes e garantiu a vitória por 16,67 a 9,93 pontos.

“A sensação de fazer uma final é incrível”, disse Conner Coffin. “Eu adoro Portugal, as ondas são muito boas, as pessoas são incríveis, a comida é boa também, é como na Califórnia e me sinto em casa aqui. Eu sabia que o John John poderia ser campeão na semifinal, mas não fiquei pensando no título dele na minha bateria com o Jordy (Smith). Eu só estava concentrado no meu trabalho, pois eu tinha muito o que fazer aqui neste evento para ficar no CT para o próximo ano. Esse era o meu objetivo”.

Conner Coffin depois de confirmar o título mundial para John John Florence (Foto: Poullenot - WSL)
Conner Coffin depois de confirmar o título mundial para John John Florence (Foto: Poullenot – WSL)

A vitória sobre Jordy Smith, 28 anos, tirou o sul-africano da briga do título e confirmou o troféu de campeão mundial de 2016 para John John Florence, que já havia vencido o duelo com Kolohe Andino que abriu a terça-feira em Supertubos. Jordy subiu do quarto para o terceiro lugar no ranking, atrás só do havaiano e de Gabriel Medina. Em oito temporadas no CT, o sul-africano já foi vice-campeão mundial em 2010 no décimo título de Kelly Slater e ficou em quarto no tricampeonato de Mick Fanning em 2013.

“Lógico que eu gostaria mais de ir para o Havaí com chance de lutar pelo título mundial lá, mas estou feliz com esse resultado”, disse Jordy Smith. “Eu competi esse ano como convidado pela contusão que sofri no ano passado, então estou satisfeito por ter voltado a surfar bem e chegar no fim do ano disputando o título, foi realmente uma conquista importante para mim. E se eu posso ser vice-campeão de novo ainda, então vou buscar isso em Pipeline”.

Jordy Smith (Foto: Poullenot - WSL)
Jordy Smith (Foto: Poullenot – WSL)

Jordy Smith dividiu o terceiro lugar no Meo Rip Curl Pro Portugal com o norte-americano Kolohe Andino, 22 anos. O californiano chegou nas semifinais nas duas provas da “perna europeia” e, assim como na França, ficou a um passo da grande final. Ele foi derrotado pelo novo campeão mundial John John Florence no primeiro duelo da terça-feira em Supertubos e permaneceu numa ótima quinta posição no ranking 2016 da World Surf League.

Oito surfistas ainda têm chances matemáticas de brigar por vaga neste seleto grupo dos top-5 no Havaí, como os brasileiros Adriano de Souza e Filipe Toledo. O Billabong Pipe Masters em homenagem à Andy Irons vai fechar a temporada 2016 do Samsung Galaxy WSL Championship Tour nos dias 8 a 20 de dezembro em Banzai Pipeline, na ilha de Oahu.
 

SEMIFINAIS – 3.o lugar com 6.500 pontos e US$ 25.000 de prêmio:

1.a: John John Florence (HAV) 13.84 x 8.47 Kolohe Andino (EUA)

2.a: Conner Coffin (EUA) 15.00 x 14.37 Jordy Smith (AFR)

TOP-22 DO JEEP WSL RANKING – após a décima das onze etapas de 2016:

Campeão mundial: John John Florence (HAV) – 56.400 pontos

2.o: Gabriel Medina (BRA) – 45.450

3.o: Jordy Smith (AFR) – 41.700

4.o: Matt Wilkinson (AUS) – 38.250

5.o: Kolohe Andino (EUA) – 38.150

6.o: Julian Wilson (AUS) – 35.600

7.o: Adriano de Souza (BRA) – 34.100

8.o: Joel Parkinson (AUS) – 32.200

9.o: Filipe Toledo (BRA) – 31.900

9.o: Kelly Slater (EUA) – 31.900

11: Sebastian Zietz (HAV) – 30.700

12: Adrian Buchan (AUS) – 29.700

13: Michel Bourez (TAH) – 29.200

14: Italo Ferreira (BRA) – 27.500

15: Caio Ibelli (BRA) – 26.950

16: Josh Kerr (AUS) – 25.950

17: Mick Fanning (AUS) – 25.200

18: Stu Kennedy (AUS) – 24.700

19: Conner Coffin (EUA) – 23.950

20: Wiggolly Dantas (BRA) – 22.400

21: Miguel Pupo (BRA) – 21.400

22: Nat Young (EUA) – 18.900


18 de outubro 2016

SÓ CINCO AVANÇAM AO ROUND 03

O Meo Rip Curl Pro Portugal foi iniciado na terça-feira (18) com os líderes da corrida pelo título mundial estreando com derrotas nas ondas de 2-4 pés de Supertubos, em Peniche, Cascais. O primeiro foi Matt Wilkinson, na vitória brasileira de Miguel Pupo. Depois, Gabriel Medina perdeu para o português Frederico Morais e Jadson André bateu o líder John John Florence. Além de Pupo e Jadson, também passaram direto para a terceira fase, o campeão mundial Adriano de Souza, Wiggolly Dantas e Italo Ferreira, que igualou o maior placar da terça-feira na bateria que fechou o primeiro dia em Portugal.

Italo Ferreira (Foto: Kelly Cestari)
Italo Ferreira (Foto: Kelly Cestari – WSL)

O potiguar de Baía Formosa, Italo Ferreira, foi vice-campeão na final brasileira do ano passado com Filipe Toledo em Supertubos. Ele surfou duas boas ondas para somar notas 8,67 e 7,23 contra os havaianos Sebastian Zietz e Dusty Payne e igualar os 15,90 pontos que o australiano Josh Kerr tinha registrado contra o catarinense Alejo Muniz três baterias antes. Italo foi o quinto brasileiro classificado para a terceira fase da penúltima etapa do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour.

As primeiras vitórias verde-amarelas nas ondas portuguesas vieram para surfistas que estão fora do grupo dos 22 que são mantidos no CT para o ano que vem, precisando de bons resultados nesta reta final para entrar na zona de classificação. E eles começaram bem, derrotando dois ponteiros do ranking. Miguel Pupo achou bons tubos nas esquerdas de Supertubos contra Matt Wilkinson e o também australiano Ryan Callinan. O melhor deles valeu nota 8,17 para totalizar 14,34 pontos, saindo do mar com os recordes do dia até ali. Outro australiano que está na briga do título mundial já havia perdido a primeira bateria da terça-feira em Portugal, Julian Wilson, para o compatriota Kai Otton, que está entre os últimos do ranking.

“Quando eu estava andando na área dos competidores, vi o Wilko (Matt Wilkinson) vendo as ondas, então eu meio que sabia onde ele ia ficar no mar”, contou Miguel Pupo. “Então, eu e o Ryan (Callinan) ficamos brigando onda a onda e felizmente eu consegui um ‘double-up’ (duas notas melhores). Eu estou na pressão, mas já estive nessa posição antes e consegui requalificar. Estou tentando não apressar as coisas e foi assim que surfei essa bateria, sentindo o oceano, esperando pelas ondas, acho que é isso que eu tenho que continuar fazendo”.

Miguel Pupo (Foto: Kelly Cestari - WSL)
Miguel Pupo (Foto: Kelly Cestari – WSL)

Logo após o primeiro tropeço do número 3, Matt Wilkinson, os dois líderes também foram derrotados em sequência. Ambos competiram numa hora de transformação do mar, com a mudança da maré em Supertubos. Gabriel Medina arriscou os aéreos sem completar a maioria, mas chegou a liderar até o português Frederico Morais achar uma boa onda no final para tirar nota 5,80 e vencer por 11,37 pontos. Medina ficou em segundo com 9,76 e o americano Conner Coffin só conseguiu 8,03 nas duas notas computadas.

“Não tenho nada a perder, então só estou querendo mostrar o meu surfe. As condições estão muito difíceis e procurei pegar um monte de ondas para conseguir algumas boas”, disse Frederico Morais. “Eu estou tentando me classificar (para o CT), mas todos sabem como o QS (Qualifying Series) é difícil. Estou em 38 no ranking e tem três eventos grandes para terminar o circuito e eu adoro o Havaí, então espero poder ir bem lá para, talvez, me qualificar para o próximo ano”. 

O número 1 do Jeep WSL Leader, John John Florence, foi pior do que Medina e terminou em último, como Matt Wilkinson. O potiguar Jadson André, que já fez uma final com o havaiano na França em 2014, largou na frente com notas 6,67 e 6,53 nas duas primeiras ondas que surfou e ninguém conseguiu superar esses 13,20 pontos no restante da bateria. O português Miguel Blanco ficou em segundo com 11,17 e vai enfrentar John John Florence na primeira eliminatória do campeonato.

Jadson Andre (Foto: Poullenot - WSL)
Jadson Andre (Foto: Poullenot – WSL)

“Eu certamente não queria estar nessa posição a cada ano, brigando por vaga, mas às vezes você não tem escolha. Eu tive uma série de lesões no início do ano que atrapalhou bastante, então agora é correr atrás”, disse Jadson André. “Eu e o Miguel (Pupo), acho que somos os únicos que sempre ficam nessa situação nos últimos anos, mas eu adoro Portugal, sempre consegui bons resultados aqui e espero poder ganhar mais algumas baterias para melhorar minha posição no ranking”.

Depois de John John e Miguel Blanco, entra Gabriel Medina na segunda bateria com o australiano Ryan Callinan. E Matt Wilkinson está na terceira com o francês Jeremy Flores. Entre os nove surfistas com chances matemáticas de ser campeão da temporada nas duas últimas etapas, apenas quatro passaram direto para a terceira fase, o sul-africano Jordy Smith (4.o do ranking), os norte-americanos Kolohe Andino (5.o) e Kelly Slater (8.o) e o defensor do título mundial, Adriano de Souza (10.o). Julian Wilson (6.o) vai enfrentar o brasileiro Alex Ribeiro no quarto duelo da segunda fase. E no seguinte, entra o atual campeão da etapa portuguesa, Filipe Toledo, com o australiano Adam Melling, para tentar recuperar a derrota para Wiggolly Dantas na estreia dos três na mesma bateria da terça-feira.

O onze vezes campeão mundial Kelly Slater também está na briga do título outra vez e, com seus 44 anos de idade, completou o melhor aéreo do dia para aumentar os recordes de Miguel Pupo para nota 9,00 e 15,83 pontos. Esse placar logo foi batido no confronto seguinte, com o australiano Josh Kerr também usando os aéreos para atingir 15,90 pontos. O catarinense Alejo Muniz surfou bem essa bateria e quase consegue a virada no final, alcançando 15,76 pontos contra o novo recordista do Meo Rip Curl Pro Portugal.

Adriano de Souza (Foto: Kelly Cestari - WSL)
Adriano de Souza (Foto: Kelly Cestari – WSL)

A quarta vitória brasileira falhou por pouco nessa bateria, mas na seguinte o campeão mundial Adriano de Souza batalhou até o fim para conseguir a classificação direta para a terceira fase. Ela veio com a nota 7,30 da sua última onda, totalizando 14,17 pontos para superar os 13,50 do australiano Jack Freestone. Caio Ibelli não achou boas ondas e ficou em último com 11,24. Depois, Joel Parkinson venceu a penúltima bateria da primeira fase e Italo Ferreira fechou a terça-feira igualando o recorde de 15,90 pontos do australiano Josh Kerr.

ELIMINATÓRIAS – Depois da rodada de apresentação dos melhores surfistas do mundo em Portugal, agora vem a primeira fase eliminatória do Meo Rip Curl Pro. E ela vai começar quente, com cinco dos nove concorrentes ao título mundial nas primeiras baterias. O líder John John Florence vai abrir o próximo dia com o português Miguel Blanco. Gabriel Medina entra na segunda bateria, com o australiano Ryan Callinan. Matt Wilkinson está na terceira, com o francês Jeremy Flores. Na quarta, Julian Wilson enfrenta o brasileiro Alex Ribeiro e a quinta repete o confronto Brasil e Austrália, entre Filipe Toledo e Adam Melling.

Mais dois brasileiros vão encarar o tudo ou nada da primeira repescagem da etapa portuguesa da World Surf League. O catarinense Alejo Muniz foi escalado na sétima bateria com o havaiano Sebastian Zietz e o paulista Caio Ibelli na nona com o australiano Davey Cathels. Os vencedores avançam para a terceira fase e quem perder novamente termina em 25.o lugar no Meo Rip Curl Pro Portugal, recebendo 9.000 dólares pela participação e descartando os 500 pontos dentre os nove resultados computados no ranking final da World Surf League.

Wiggolly Dantas (Foto: Poullenot - WSL)
Wiggolly Dantas (Foto: Poullenot – WSL)

Se isso acontecer para os líderes na corrida do título mundial, o vencedor do novo troféu de campeão da World Surf League só será decidido nos tubos de Banzai Pipeline, pelos mesmos nove candidatos que estão matematicamente na briga agora em Portugal. Para garantir o seu primeiro caneco de melhor do mundo por antecipação, John John Florence precisa chegar na grande final do Moe Rip Curl Pro. Se Medina não tiver passado da terceira fase, o havaiano já entrará na bateria consagrado desde que Matt Wilkinson ou Jordy Smith não vençam o campeonato que fecha a perna europeia do Samsung Galaxy WSL Championship Tour.


12 de outubro 2016

MEDINA EXPERIMENTA DO PRÓPRIO

VENENO E KEANU ASING VENCE NA

FRANÇA, TYLER WRIGTH

FATURA O CANECO ANTECIPADO.


O campeão mundial Gabriel Medina chegou a sua quarta final em seis participações no Quiksilver Pro France, mas o havaiano Keanu Asing pegou as melhores ondas que entraram nas difíceis condições do mar em Le Guardian, para impedir o tricampeonato do brasileiro em Hossegor. Keanu conquistou a primeira vitória da sua carreira no CT derrotando os dois principais concorrentes ao título da temporada, pois já tinha vencido o número 1 do Jeep WSL Leader, John John Florence. Foi logo após Tyler Wright ser confirmada como nova campeã mundial da World Surf League, com a derrota da norte-americana Courtney Conlogue para Carissa Moore nas semifinais. Depois, a havaiana carimbou a faixa da australiana na decisão do Roxy Pro, conquistando sua primeira vitória no Samsung Galaxy WSL Championship Tour 2016.

Tyler Wright com o novo troféu de campeã mundial (Foto: Poullenot - WSL)
Tyler Wright com o novo troféu de campeã mundial (Foto: Poullenot – WSL)

“Há uma série de razões para eu conseguir o título mundial este ano e estou muito feliz por ter conquistado isso aqui nesta etapa”, disse Tyler Wright. “O ano passado foi muito agitado para mim. Eu perdi um tio e este tinha sido o último evento que ele me viu competir, então eu prometi a ele que eu iria ganhar um título mundial e consegui. É para você tio e para o meu irmão (Owen Wright) também, toda a minha família e meus amigos. Eu os amo muito e é muito especial poder oferecer esse título mundial para todos vocês”.

As finais da etapa francesa só começaram na tarde da quarta-feira, após várias chamadas realizadas desde as 8h00 da manhã. O último dia foi transferido para outra praia, Le Guardian, que apresentava melhores condições do que no palco principal do campeonato em Les Culs Nus. As semifinais femininas foram iniciadas às 15h00 em ondas de 2-4 pés com boa formação, mas grandes intervalos entre as séries fazendo com que a escolha das melhores ganhasse peso decisivo nas baterias. Principalmente nas finais, no fim do dia, quando as condições já estavam bastante deterioradas em Le Guardian.

A última bateria com boas ondas foi quando Medina se classificou para a final do Quiksilver Pro pela quarta vez, fazendo a melhor apresentação do dia contra o norte-americano Kolohe Andino. O brasileiro estava hospedado em frente a Le Guardian e treinava todos os dias nessa onda, então ficou à vontade para usar seu arsenal de manobras modernas e progressivas, completando um aéreo perfeito para liquidar o californiano por 17,83 a 15,03 pontos.

Keanu Asing tinha acabado de barrar o líder do ranking na primeira semifinal por uma pequena diferença de 16,94 a 16,07 pontos com um ataque agressivo de backside nas esquerdas de Le Guardian. Ele arrancou três notas na casa dos 8 pontos dos juízes para ganhar o duelo havaiano com John John Florence. Medina então tinha a chance de diminuir para 700 pontos apenas, a vantagem do havaiano na corrida pelo título mundial da temporada. Só se ele conseguisse sua terceira vitória no Quiksilver Pro, mas Keanu Asing surfou as melhores ondas que entraram na final para festejar seu primeiro título em etapas do CT.

Keanu Asing (Foto: Poullenot - WSL)
Keanu Asing (Foto: Poullenot – WSL)

“Estou muito feliz, é como um sonho se tornando realidade”, vibrou Keanu Asing. “O trabalho não está completo ainda, mas espero ter feito algo de bom para o John John (Florence) na corrida pelo título mundial. Eu estou me sentindo na Lua, é surreal essa emoção e estou muito feliz por ter visto minha amiga de infância, Carissa Moore, vencer aqui também. Eu nunca tinha feito uma final nem em etapas do QS (Qualifying Series) e tudo isso aqui está sendo uma loucura pra mim. Ganhar de caras como o John John e o Gabby (Gabriel Medina) é uma coisa inacreditável e estou muito feliz mesmo com essa minha primeira vitória”.

A bateria final foi um desafio, pois o mar tinha mudado bastante, mas Keanu Asing focou nas esquerdas de La Guardian e foi lá que ele conquistou sua primeira vitória em dois anos na divisão de elite da World Surf League. Medina não conseguiu um bom posicionamento no mar, preferindo as direitas no início que fechavam mais rápido, enquanto Keanu aumentava a vantagem a cada esquerda que abria mais parede para ele usar a potência do seu backside.

DECISÃO DO TÍTULO – O havaiano surfou a primeira onda da bateria, largando na frente com nota 5,0. Medina tenta um tubo nas direitas que fecha rápido e eles ficam remando na correnteza, procurando por melhores ondas. Keanu surfa outra esquerda boa para tirar 6,67 e Medina pega outra fraca de 3 pontos apenas. O tempo passa rápido sem entrar nada e o brasileiro fica precisando de 8,50 nos 15 minutos finais. Parecia que só os aéreos poderiam reverter o resultado.

O havaiano segue apostando nas batidas de backside nas esquerdas para ir trocando nota, o 5,0 da primeira onda por 5,50, depois por 5,53, enquanto Medina continua remando de um lado para outro no outside. Ele passa a precisar de 9,03 pontos para vencer e vai para as esquerdas também, mas falha nas primeiras ondas que escolhe. Keanu pega uma pequena, mas vai lincando uma batida atrás da outra para ganhar 7,27 e Medina precisaria de duas ondas boas para vencer. Quando restavam 7 minutos, ele enfim acha uma esquerda para sair da “combination” com nota 5,90, diminuindo a diferença para 8,04 pontos.

Gabriel Medina (Foto: Poullenot - WSL)
Gabriel Medina (Foto: Poullenot – WSL)

Só que o havaiano, conhecendo o potencial do campeão mundial para tirar notas altas, principalmente com as manobras aéreas, vai para a marcação em cima de Medina, remando lado a lado com o brasileiro e com a prioridade de escolha da próxima onda. O tempo vai passando, não entra mais nada de onda boa e Medina ainda comete uma interferência de remada em Keanu Asing no final. Na seguinte, o brasileiro surfa sua melhor onda, acerta os aéreos, ganha nota 7,0 e foi a única que somou com a penalidade sobre o havaiano, que festejou sua primeira vitória da carreira, saltando do 33.o para o 21.o lugar no ranking.

“Eu amo a França, é sempre um lugar muito bom para mim”, disse Gabriel Medina. “Fico feliz pelo segundo lugar, certamente a vitória seria melhor, mas o segundo é bom também. Foi um bom resultado para ir confiante para Portugal (próxima etapa) e parabéns para o Keanu (Asing) e para a Carissa (Moore). Eu sei como é a sensação de ganhar o primeiro evento, então acho que ele está muito feliz agora e ambos merecem isso. Fico feliz pela Tyler (Wright) também e sei que seu irmão (Owen Wright) está muito orgulhoso do seu título. Estou contente também porque agora estou mais perto do John John (Florence)”.

NOVE CANDIDATOS – A diferença entre eles que era de mais de 4.000 pontos, baixou agora para 2.700 e os dois são os únicos que vão brigar pela liderança do ranking na próxima etapa, o Moche Rip Curl Pro, nos dias 18 a 29 de outubro em Peniche, Portugal. Com o resultado do Quiksilver Pro France, nove surfistas têm chances matemáticas de título mundial nas duas últimas etapas da temporada. Campeão na decisão brasileira com Italo Ferreira em Portugal no ano passado, Filipe Toledo está entre os candidatos ao título pelo segundo ano consecutivo, assim como o atual campeão, Adriano de Souza.

John John Florence (Foto: Poullenot - WSL)
John John Florence (Foto: Poullenot – WSL)

Só que as chances dos dois são bem difíceis, praticamente necessitando vencer o Moche Rip Curl Pro e o Billabong Pipe Masters, além de depender dos resultados dos que estão à sua frente no ranking. Se ganhar duas baterias em Portugal, John John Florence tira quatro concorrentes da briga do título numa tacada só, Mineirinho, Filipe e ainda Kelly Slater e Julian Wilson. Se passar mais uma, chega nas quartas de final e derruba mais um, Kolohe Andino.

A batalha pelo troféu de campeão da World Surf League está mais concentrada nos quatro primeiros do ranking. A disputa principal é entre John John e Medina, que pode assumir a ponta com uma vitória em Portugal, se a decisão da etapa não for com o havaiano. John John garante a liderança chegando na final e nas semifinais já obriga o australiano Matt Wilkinson e o sul-africano Jordy Smith a vencerem as etapas de Portugal e do Havaí.

CAMPEÃ MUNDIAL – Na categoria feminina, a australiana Tyler Wright já festejou o seu primeiro caneco de campeã mundial antes da última etapa, o Maui Women´s Pro no Havaí. Ela ganhou a reedição da final do ano passado no Roxy Pro France com a havaiana Tatiana Weston-Webb na bateria que abriu a quarta-feira em Le Guardian. E o título foi confirmado na segunda semifinal, quando Carissa Moore derrotou a sua única oponente, Courtney Conlogue. A norte-americana ainda tentou a vitória nas duas últimas ondas que surfou, mas o máximo que conseguiu chegar foi a 15,67 pontos, não ultrapassando os 15,90 da havaiana.

Tyler Wright (Foto: Poullenot - WSL)
Tyler Wright (Foto: Poullenot – WSL)

“Eu sabia que um dia eu ia ser campeã mundial e eu estava pronta para conseguir isso esse ano”, disse Tyler Wright. “Eu quero dar um enorme parabéns para a Courtney (Conlogue). Eu já estive na posição dela duas vezes e sei como é chegar tão perto. Eu a amo, amo o jeito que ela compete e é sempre uma adversária muito forte. Um grande obrigado a todas campeãs mundiais, é uma sensação incrível. Obrigado a Carissa (Moore), que é uma grande inspiração e fazer a final com ela foi realmente especial. Obrigado França, obrigado a todos”.

A temporada 2016 de Tyler Wright foi impressionante, computando incríveis 84,6% dos 80.000 pontos possíveis no ranking 2016 da World Surf League. A australiana decidiu o título de seis das nove etapas completadas na França. Em Hossegor, ela foi para a final em quatro das cinco vezes que competiu no Roxy Pro, ganhando as duas últimas edições. Já começou bem o ano em casa, sendo campeã do primeiro Roxy Pro na Gold Coast e também em Margaret River. A terceira vitória veio no Oi Rio Pro do Brasil no Rio de Janeiro. E nesta reta final, foi campeã do Trestles Women´s Pro nos Estados Unidos, vice no Cascais Pro em Portugal e agora na França.

Depois de festejar seu primeiro título, atender todas as entrevistas, Tyler Wright entrou mais relaxada na bateria final e a havaiana buscou a sua primeira vitória no ano do início ao fim. E achou três ondas muito boas para somar notas 7,33 e 9,03 no placar encerrado em 16,36 a 9,83 pontos. Carissa Moore só tinha feito uma final na temporada, isso depois de parar nas semifinais nas quatro primeiras etapas, mas perdeu a decisão do Fiji Women´s Pro para a francesa Johanne Defay. Ela agora vai tentar o tricampeonato consecutivo no Maui Women´s Pro, que fecha a temporada feminina nos dias 22 de novembro a 6 de dezembro no Havaí.

Carissa Moore (Foto: Poullenot - WSL)
Carissa Moore (Foto: Poullenot – WSL)

“Eu estou muito feliz, foi um dia incrível e estou muito contente pela Tyler (Wright) e a Courtney (Conlogue), que fizeram uma corrida do título emocionante até aqui na França e foi muito bom fazer a final com a nova campeã mundial”, disse Carissa Moore. “E estou na Lua agora, só em ver o Keanu (Asing) na final (sem ainda saber da vitória dele que aconteceu depois), ele é uma grande pessoa, surfa com o coração e somos bons amigos desde crianças. Estou feliz pela minha vitória aqui e quero agradecer a todos que me ajudaram a estar onde estou hoje”.


11 de outubro 2016.


MUNDIAL DA FRANÇA PARADO HÁ DOIS

DIAS SEM ONDAS.


Sem ondas a etapa francesa esta parada, só restam 04 atletas
e o Gabriel Medina é o único do Brasil. Infelizmente mesmo se ele vencer
não assume a liderança porque John John já garantiu pelo menos
um terceiro lugar, uma vez que é um dos 04 semifinalistas.

10 DE OUTUBRO 2016

SILVANA LIMA VENCE E FICA PERTO

DE VOLTAR A ELITE MUNDIAL.


A cearense Silvana Lima conquistou o título do QS 3000 Essential Costa Rica Open neste domingo (09) e ganhou duas posições no WSL Qualifying Series, subindo do sexto para o quarto lugar no ranking que classifica seis surfistas para a elite que disputa o título mundial da World Surf League. Silvana usou os aéreos para liquidar suas adversárias nas ondas de 3-5 pés de Esterillos Este, até na final contra a francesa Pauline Ado. A vice-campeã também está no G-6 que sobe para o CT e tinha barrado a peruana Anali Gomez nas quartas de final. Já no QS 3000 masculino, vencido pelo australiano Ethan Ewing, nenhum sul-americano conseguiu passar para o último dia. O argentino Santiago Muniz e o chileno Manuel Selman foram até a última rodada do sábado e ficaram em nono e em 13.o lugar, respectivamente, na Costa Rica.

Silvana Lima e Ethan Ewing campeões na Costa Rica (Foto: Johan Pacheco - WSL)
Silvana Lima e Ethan Ewing campeões na Costa Rica (Foto: Johan Pacheco – WSL)

A brasileira Silvana Lima é uma das poucas surfistas a arriscar os aéreos em baterias do Circuito Mundial e fez isso até na grande final do domingo, completando um reverse perfeito que valeu nota 8,57. Depois ainda surfou outra onda de forma incrível para ganhar 8,83 dos juízes e garantir o prêmio máximo de 12.000 dólares do QS 3000 Essential Costa Rica Open. A vitória foi por 17,40 a 14,26 pontos, mas Pauline Ado também subiu no ranking, do oitavo para o sétimo lugar, permanecendo em penúltimo no G-6 que está classificando para o CT até a nona colocada, a havaiana Coco Ho.

“Eu estou muito feliz agora por finalmente ter conseguido uma grande vitória esse ano, com pontos importantes para o ranking”, disse Silvana Lima.“Para mim, esta vitória é um alívio, porque agora eu posso passar mais tempo em casa, em vez de ir para o Japão (que vai sediar outra etapa do QS 3000 nos dias 20 a 23 de outubro). Assim, posso me preparar melhor para o QS 6000 da Austrália (de 3 a 6 de novembro em Sydney), que será o último do ano e vai decidir tudo”.

Silvana deu um grande passo para recuperar a vaga na elite das melhores do mundo, perdida no ano passado. Ela acabou trocando os 3.000 pontos da Costa Rica pelos 1.500 da outra etapa que venceu nessa temporada, na estreia do Praia do Forte Pro no litoral norte da Bahia. Apesar do título, era a sua pontuação mais baixa entre os cinco resultados que são computados no ranking. Silvana agora é a terceira na lista das seis que sobem para o CT, pois a vice-líder, Malia Manuel, do Havaí, dispensa a vaga do QS por já estar entre as dez que são mantidas na elite pelo ranking da divisão principal.

Além de Silvana Lima, outras surfistas da América do Sul passaram baterias na Costa Rica, mas só a peruana Anali Gomez também chegou no domingo decisivo do QS 3000 Essential Costa Rica Open. Ela acabou sendo derrotada pela vice-campeã Pauline Ado nas quartas de final, mas ganhou nove posições no ranking com os 1.260 pontos do quinto lugar, subindo da 35.a para a 26.a colocação. A equatoriana Dominic Barona, que já fez parte do G-6 esse ano, ficou em nono lugar na Costa Rica e permaneceu em 13.o no ranking com os 900 pontos recebidos.

PRÓXIMAS ETAPAS – Restam três etapas para fechar o QS feminino de 2016. A próxima é o QS 3000 de Chiba, no Japão, nos dias 20 a 23 de outubro.  Depois, acontece a terceira edição do Pichilemu Women´s Pro nas ondas pesadas de Punta de Lobos, de 27 a 30 de outubro no Chile. E na semana seguinte, de 03 a 06 de novembro, o QS 6000 Sydney International define a lista das seis classificadas para a elite das top-17 da World Surf League nas ondas de Conulla Beach, na Austrália.

Santiago Muniz (Foto: Johan Pacheco - WSL)
Santiago Muniz (Foto: Johan Pacheco – WSL)

QS 3000 MASCULINO – Vários surfistas da América do Sul também foram para a Costa Rica atrás dos 3.000 pontos da vitória, inclusive os brasileiros mais bem colocados no ranking do WSL Qualifying Series, o pernambucano Ian Gouveia e o baiano Bino Lopes. Os dois acabaram sendo ultrapassados pelo campeão do Essential Costa Rica Open, Ethan Ewing. O australiano conquistou o título batendo o havaiano Olamana Eleogram na grande final e tirou a quarta posição de Ian Gouveia, deixando-o em quinto lugar, com Bino Lopes descendo para sexto no G-10.

Um total de doze sul-americanos competiu no sábado, mas nenhum chegou nas quartas de final que abriram o domingo decisivo na Costa Rica. O argentino Santiago Muniz e o chileno Manuel Selman ainda passaram uma bateria, mas perderam na fase seguinte. Santiago foi barrado pelo português Frederico Morais e pelo americano Jordy Collins, mas superou o português Vasco Ribeiro para ficar em nono lugar no campeonato, recebendo 900 pontos e 1.750 dólares de prêmio. Selman ficou em último na sua bateria e terminou em 13.o lugar, com 840 pontos e 1.500 dólares.

Mais informações, fotos e vídeos do QS 3000 Essential Costa Rica Open, podem ser acessadas nowww.worldsurfleague.com

RETA FINAL DO QS – Três brasileiros estão entre os dez indicados pelo Qualifying Series para a elite dos top-34 da World Surf League, o pernambucano Ian Gouveia em quinto lugar, o baiano Bino Lopes em sexto e o paulista Jessé Mendes, que saltou para o décimo lugar com a vitória no QS 10000 Billabong Pro Cascais em Portugal. E estão bem próximos da zona de classificação para o CT o catarinense Tomas Hermes em 13.o lugar, o paulista Deivid Silva em 14.o e o cearense Michael Rodrigues em 18.o.

Faltam três etapas para definir as últimas vagas na lista. O QS 6000 Hang Loose Pro Contest vai celebrar seus 30 anos de Circuito Mundial nos dias 1 a 6 de novembro na Praia da Joaquina, em Florianópolis, Santa Catarina. Será a última parada antes das duas etapas do QS 10000 da Tríplice Coroa Havaiana que fecha a temporada na ilha de Oahu, o Hawaiian Pro de 12 a 23 de novembro em Haleiwa e a Vans World Cup of Surfing de 25 de novembro a 6 de dezembro em Sunset Beach.
 

RESULTADOS DO ÚLTIMO DIA DO QS 3000 ESSENTIAL COSTA RICA OPEN:

Campeã: Silvana Lima (BRA) por 17,40 pontos (8,83+8,57) – US$ 12.000 e 3.000 pontos

Vice-campeã: Pauline Ado (FRA) com 14,26 pontos (7,33+6,93) – US$ 5.000 e 2.250 pontos

SEMIFINAIS – 3.o lugar com 1.680 pontos e US$ 2.000 de prêmio:

1.a: Pauline Ado (FRA) 12.33 x 10.50 Mahina Maeda (HAV)

2.a: Silvana Lima (BRA) 13.33 x 9.20 Brianna Cope (HAV)
 

G-6 DO WSL QUALIFYING SERIES – após a 28.a etapa na Costa Rica:

1.a: Nikki Van Dijk (AUS) – 16.400 pontos

2.a: Malia Manuel (HAV) – 16.250 com vaga no G-10 do CT

3.a: Bronte Macaulay (AUS) – 15.300

4.a: Silvana Lima (BRA) – 14.300

5.a: Sage Erickson (EUA) – 13.550 com vaga no G-10 do CT

5.a: Keely Andrew (AUS) – 13.550

7.a: Pauline Ado (FRA) – 12.450
 

G-10 DO WSL QUALIFYING SERIES – após a 43.a etapa na Costa Rica:

1.o: Leonardo Fioravanti (ITA) – 20.750 pontos

2.o: Connor O´Leary (AUS) – 19.775

3.o: Joan Duru (FRA) – 18.900

4.o: Ethan Ewing (AUS) – 18.750

5.o: Ian Gouveia (BRA) – 17.760

6.o: Bino Lopes (BRA) – 17.550

7.o: Jeremy Flores (FRA) – 17.150

8.o: Kanoa Igarashi (EUA) – 16.400 com vaga nos top-22 do CT

9.o: Ryan Callinan (AUS) – 15.950

10: Jessé Mendes (BRA) – 14.860


08 DE OUTUBRO 2016

BAÍA FORMOSA VAI SER O PALCO DE

MAIS UM GRANDE EVENTO DE SURFE.



07 de outubro 2016
REPESCAGEM SINISTRA.

Dos 05 brasileiros que caíram na repescagem, apenas 02 voltaram, agora no round 03
teremos 07 na equipe.

Mais dois brasileiros se classificaram para a terceira fase do Quiksilver Pro France e sete continuam na disputa do título da nona etapa do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour. Os campeões mundiais Gabriel Medina e Adriano de Souza, os também paulistas Caio Ibelli e Miguel Pupo e o potiguar Italo Ferreira, já tinham se garantido por terem estreado com vitórias. E na sexta-feira de boas ondas de 4-5 pés na praia Les Culs Nus de Hossegor, Filipe Toledo ganhou o duelo paulista com Alex Ribeiro e o catarinense Alejo Muniz despachou o taitiano Michel Bourez no confronto seguinte.

Matt Wilkinson (Foto: Kelly Cestari - WSL)
Matt Wilkinson (Foto: Kelly Cestari – WSL)

O dia começou com o ex-líder do ranking, Matt Wilkinson, ganhando por pouco do francês Joan Duru, 14,56 a 14,33 pontos. Depois, três cabeças de chave foram barrados na primeira rodada eliminatória do Quiksilver Pro France. Campeão da etapa passada em Lower Trestles, na Califórnia, Estados Unidos, quando assumiu a quarta posição no ranking, o sul-africano Jordy Smith foi batido pelo australiano Ryan Callinan por 12,26 a 11,83. O convidado Leonardo Fioravanti, da Itália, derrotou o onze vezes campeão mundial Kelly Slater por 13,26 a 10,16. E o jovem Matt Banting superou o experiente Joel Parkinson por 11,50 a 10,74.

A participação do Brasil na segunda fase começou na sexta bateria, no duelo paulista do surfista de Ubatuba que mora em San Clemente, na Califórnia, Filipe Toledo, com o da Praia Grande, Alex Ribeiro. Filipe achou duas boas direitas que abriram a parede para ele fazer uma série de três manobras executadas com pressão e velocidade para vencer por 15,67 pontos. Era o maior placar do dia até ali, enquanto Alex só conseguiu 7,60 nas duas notas computadas.

Logo após o confronto verde-amarelo, o catarinense Alejo Muniz despachou outro cabeça de chave, o taitiano Michel Bourez. Seu oponente até começou melhor com nota 5,33 e liderou praticamente toda a bateria, mas o brasileiro conseguiu uma reação fulminante nas duas últimas ondas que ele surfou. Na penúltima ganhou nota 5,50 e a última valeu 6,50 para fechar o placar da vitória em 12,00 a 11,33 pontos.

Filipe Toledo (Foto: Poullenot - WSL)
Filipe Toledo (Foto: Poullenot – WSL)

Já os outros dois brasileiros que competiram na sexta-feira foram derrotados por dois americanos. O ubatubense Wiggolly Dantas largou na frente com nota 5,67, mas logo Conner Coffin deu o troco com 7,33 e na onda seguinte surfou um tubaço que valeu nota 9,00 para registrar um novo recorde de 16,33 pontos na segunda fase. O brasileiro também pegou um tubo nas esquerdas de Les Culs Nus, porém foi mais curto e recebeu 6,93 apenas para sair da “combination”, ficando com 12,60 pontos.

A bateria que fechou a segunda fase era um confronto direto por vaga no grupo dos 22 primeiros colocados no ranking que são mantidos na elite dos top-34 da World Surf League para o ano que vem. A condição do mar já estava bem mais difícil com a mudança da maré em Les Culs Nus e o potiguar Jadson André tentou de tudo para vencer. Ele foi em várias ondas que fecharam rápido e infelizmente não conseguiu reverter o placar encerrado em 12,43 a 9,17 pontos para Kanoa Igarashi. Com a derrota em 25.o lugar, Jadson acabou saindo da zona de classificação para o CT de 2017 na França.

Alejo Muniz (Foto: Poullenot - WSL)
Alejo Muniz (Foto: Poullenot – WSL)

TERCEIRA FASE – Apesar das três eliminações na sexta-feira, o Brasil tem sete surfistas já escalados para disputar a terceira fase do Quiksilver Pro France. O primeiro a competir será o atual campeão mundial Adriano de Souza na segunda bateria, contra o americano Conner Coffin. Na terceira, o potiguar Italo Ferreira enfrenta Matt Banting e na quarta o paulista Filipe Toledo pega outro australiano, Davey Cathels, o mesmo que o derrotou na primeira fase.

Em seguida, se apresentam os ponteiros do ranking. O havaiano John John Florence defende a primeira posição no Jeep WSL Leader contra o australiano Ryan Callinan na sexta bateria. E o defensor do título do Quiksilver Pro France, Gabriel Medina, entra na sétima com o italiano Leonardo Fioravanti, que barrou a fera Kelly Slater na sexta-feira. John John e Medina são os principais concorrentes ao título mundial desse ano e o australiano Matt Wilkinson é o outro único que também briga pela ponta do ranking na França.

Logo após o duelo entre Gabriel Medina e o líder do ranking do WSL Qualifying Series, Leonardo Fioravanti, o paulista Caio Ibelli enfrenta o norte-americano Kanoa Igarashi. Depois, tem o catarinense Alejo Muniz contra o australiano Julian Wilson na décima bateria e o paulista Miguel Pupo contra o havaiano Sebastian Zietz na 11.a. A vitória nesta rodada é superimportante, pois ela vale duas chances de classificação para as quartas de final e a pontuação no ranking sobe de 1.750 para 4.000.


06 de outubro 2016
BRASIL COLOCA SÓ 05 NO ROUND 03

Nessa manhã o saldo não foi bom para o brasil que só conseguiu passar
05 dos seus 10 atletas ao round 03 na França. Filipinho esteve fora do normal
caíndo da prancha e sem completar as manobras, depois tivemos uma bateria
com 03 atletas, melhor para o local de Baía Formosa Ítalo Ferreira que venceu
disparando sua manobra mortal de back side. Destaque para o Caio Ibelli que
avançou numa das mais disputas baterias do dia contra Julian Wilson, o carrasco
dos brasileiros e o também verde amarelo Alejo Muniz.

04 de outubro 2016

COMEÇOU A ETAPA 9, OLHO ABERTO.

A terça-feira amanheceu com ondas desafiadoras de 6-8 pés na praia Les Culs Nus para dar a largada no Quiksilver Pro France em Hossegor. No entanto, as condições do mar se deterioraram rapidamente pela força do vento e a comissão técnica decidiu cancelar a competição para o restante do dia. Só foram realizadas duas baterias e uma nova chamada foi marcada para as 8h00 da quarta-feira na França, 3h00 da madrugada pelo fuso horário de Brasília. O primeiro confronto do próximo dia vai marcar a estreia do Brasil no nono desafio do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour, com o potiguar Jadson André enfrentando o sul-africano Jordy Smith e o australiano Kai Otton.

Nat Young (Foto: Kelly Cestari - WSL)
Nat Young (Foto: Kelly Cestari – WSL)

Nesta rodada inicial, os vencedores das baterias passam direto para a terceira fase, mas os perdedores têm outra chance de classificação nos duelos homem a homem da primeira rodada eliminatória do Quiksilver Pro France, que tem prazo até 15 de outubro para ser encerrado na França. As primeiras vitórias foram conquistadas pelo norte-americano Nat Young e pelo havaiano Keanu Asing, Eles derrotaram os cabeças de chave das duas únicas baterias disputadas na terça-feira na praia Les Culs Nus de Hossegor.

Nat Young começou bem a sua bateria, surfando um tubo profundo de backside numa sólida direita, saindo limpo para executar mais duas manobras e ganhar nota 7,17 dos juízes, a maior do dia. Depois, o californiano só conseguiu pegar mais uma onda que valeu 3,83 para vencer por 11,00 pontos. O campeão mundial Joel Parkinson ficou em segundo lugar com apenas 6,47 e o também australiano Matt Banting terminou em último com 3,43 nas duas notas computadas.

“Até tinham boas ondas lá fora, mas a questão era encontra-las, porque a condição está bem difícil”, disse Nat Young, primeiro classificado para a terceira fase do Quiksilver Pro France. “Eu comecei a bateria pegando uma boa onda logo no início e eu sabia que tinha que aproveitar o máximo dela porque estava complicado encontrar uma boa onda em 30 minutos, duas então era quase impossível. Eu peguei a maior prancha que trouxe para cá, era uma marca nova e eu sabia que ela ia funcionar bem, então estou feliz que deu tudo certo”.

Na segunda bateria, o havaiano Keanu Asing bateu o onze vezes campeão mundial Kelly Slater e o também americano Kanoa Igarashi. O mar já estava bem mais difícil e poucas ondas boas entraram para os três competidores. Asing teve mais sorte e conseguiu somar notas 4,83 e 3,17 para vencer por apenas 8,00 pontos. Slater ainda surfou a melhor onda da bateria, mas acabou computando 1,73 com o 5,27 recebido nela e terminou em segundo com 7,00 pontos. Já Kanoa Igarashi não pegou nada e ficou em último com 1,50.

Keanu Asing (Foto: Kelly Cestari - WSL)
Keanu Asing (Foto: Kelly Cestari – WSL)

“Estou feliz porque finalmente consegui vencer o Kelly (Slater) pela primeira vez”, disse Keanu Asing.“As ondas estão muito complicadas e está muito difícil de remar lá para fora. Se o onze vezes campeão do mundo não conseguiu encontrar uma nota 2,00 para me vencer, isso já diz tudo como estava o mar. Mas, eu realmente procurei concentrar apenas em mim e no que eu precisava fazer para vencer a bateria, mas foi bem difícil competir nessa condição aqui hoje”.

Depois destas duas baterias, a comissão técnica da World Surf League decidiu cancelar a continuação da primeira fase devido às péssimas condições do mar em Hossegor. Os confrontos seguintes iriam marcar a estreia dos quatro surfistas que vão brigar pela ponta do ranking no Quiksilver Pro France, então as ondas precisam mesmo estar melhores para isso. O primeiro a entrar no mar no próximo dia é o quarto colocado, Jordy Smith, junto com o brasileiro Jadson André e o australiano Kai Otton.

Depois, entra o número 3 do ranking, Matt Wilkinson, com outro brasileiro, Miguel Pupo, e um dos convidados da etapa francesa do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour, o italiano Leonardo Fioravanti, que lidera o ranking do WSL Qualifying Series. Na quinta bateria, a terceira do próximo dia, o campeão mundial Gabriel Medina começa a defender o título do Quiksilver Pro France contra o havaiano Dusty Payne e o australiano Ryan Callinan. E na sexta, o havaiano John John Florence entra com a lycra amarela de número 1 do Jeep WSL Leader, junto com o californiano Conner Coffin e o outro convidado, o francês Joan Duru.

Jadson Andre (Foto: Kelly Cestari - WSL)
Jadson Andre (Foto: Kelly Cestari – WSL)

BRIGA PELA PONTA – Para Medina, a condição mínima para tirar a primeira posição de John John Florence na França é chegar nas quartas de final, desde que o havaiano não vença nenhuma bateria em Hossegor. Se o havaiano ganhar uma, o brasileiro só o ultrapassa nas semifinais. E se Florence passar mais uma bateria e chegar na quarta fase ou até nas quartas de final, já obriga Medina a vencer o Quiksilver Pro France para superar sua pontuação.

John John garante a dianteira na corrida do título mundial se chegar nas semifinais, mesmo que Medina conquiste sua terceira vitória na França. Os outros dois concorrentes também terão que torcer para o havaiano não avançar na competição. Florence acaba com as chances de Jordy Smith se vencer duas baterias, ou seja, se passar para a quarta fase. E tira Matt Wilkinson da briga pela ponta do ranking na França se chegar nas quartas de final.

ROXY PRO FRANCE – Diferente da categoria masculina, o título mundial feminino já poderá ser decidido no Roxy Pro France. A australiana Tyler Wright tem a chance de ser consagrada como campeã do Samsung Galaxy World Surf League Women´s Tour 2016, antes mesmo da etapa final na ilha de Maui, no Havaí. Sua única concorrente é a norte-americana Courtney Conlogue, que precisa vencer a etapa francesa para continuar na briga. As duas buscam o seu primeiro título mundial e Tyler Wright é bicampeã nas duas últimas edições do Roxy Pro, aumentando o favoritismo da australiana para garantir o caneco de número 1 do mundo antes da grande final no Havaí.

02 de outubro 2016

BLITZ COM GABRIEL FARIAS

01 DE OUTUBRO 2016

JESSÉ MENDES VENCE EM CASCAIS.




30 de setembro 2016

HANG LOOSE VOLTA PARA FLORIPA.



25 de setembro 2016

PERNAMBUCANO 2016 - etapa final






18 DE SETEMBRO 2016

IVAN SILVA É BICAMPEÃO.PARABÉNS


17 de setembro 2016

SHOW DE SURF NA ETAPA FINAL DO

ESTADUAL.