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19 DE SETEMBRO 2017

SETEMBRO SEGUE COM BOAS ONDAS.



17 de setembro 2017

CARLOS BAHIA É CAMPEÃO BRASILEIRO DE LONGBOARD 2017.



16 de setembro 2017

MARACAÍPE  SHOW DO LONGBOARD



13 de setembro 2017

MARACAÍPE RECEBE BRASILEIRO LONGBOARD.


12 DE SETEMBRO 2017

ROUND 03 VAI SER PESADO.



11 / 09 / 17

COMEÇA A ETAPA CALIFÓRNIANA DA WSL.


sexta 08 de setembro 2017

YAGO VENCE E ASSUME VICE NO WQS.

O catarinense Yago Dora venceu outra final brasileira em etapas do QS 6000 e praticamente garantiu sua vaga na elite dos top-34 que vai disputar o título mundial no World Surf League Championship Tour do ano que vem. Na primeira do ano com esse status, ele derrotou o líder do ranking, Jessé Mendes, em Newcastle, na Austrália. E nessa sexta-feira, a decisão do Azores Airlines Pro em Portugal foi contra o cearense Michael Rodrigues, que já havia sido vice-campeão em outro QS 6000 encerrado no último fim de semana na Espanha. Com a vitória, Yago Dora voltou ao segundo lugar no ranking com 19.610 pontos e Michael entrou na lista dos dez que se classificam para o CT, saltando do 12.o para o quarto lugar. Agora, o Brasil possui metade das vagas do WSL Qualifying Series.

Podio dominado pelos brasileiros Michael Rodrigues, Yago Dora e Bino Lopes. (Foto: Poullenot – WSL)

“É um sentimento incrível conseguir uma segunda vitória este ano e nem tenho palavras para descrever tanta emoção”, disse Yago Dora. “No ano passado, eu não consegui ir tão bem no circuito e é muito louco como tudo mudou. Fazer a final com o Michael (Rodrigues) foi muito legal. Ele acabou de fazer uma final na Espanha e voltou a surpreender aqui também, então espero que ele consiga mais bons resultados no restante do ano para entrar no CT, porque surfa muito e merece também”.

Os dois são especialistas nas manobras aéreas, que arrancaram as maiores notas dos juízes nas ondas de 3-4 pés da Praia de Santa Bárbara formando boas rampas para voar na Ilha de São Miguel, nos Açores. Foi assim que Yago Dora ganhou uma nota 9,0 para despachar o espanhol Gony Zubizarreta no primeiro confronto da sexta-feira. O catarinense repetiu o ataque para derrotar o australiano Wade Carmichael por 16,00 pontos com nota 9,23 na semifinal. E na decisão do título, conseguiu um 7,07 para superar Michael Rodrigues por 13,50 a 12,27 pontos e levantar o troféu de campeão do Azores Airlines Pro, que no ano passado foi vencido pelo pernambucano Ian Gouveia.

“O Ian (Gouveia) me pediu para ganhar esse evento para ele, pois ele não poderia estar aqui porque está rolando o CT em Trestles nessa semana”, contou Yago Dora. “Definitivamente saiu um peso dos ombros agora. Meu objetivo era terminar a perna europeia com todos os pontos que precisava para me qualificar e acho que consegui fazer isso. Competir é o que eu amo fazer, então não importa pontos e classificação, vou aproveitar ao máximo os próximos eventos, pois enfrentar alguns dos melhores surfistas do mundo é sempre emocionante”.

Yago Dora (Foto: Poullenot – WSL)

No ano passado, o havaiano Ezekiel Lau ficou com a última vaga no G-10 somando 18.750 pontos no ranking. Yago Dora já ultrapassou essa marca e atingiu 19.610 com os 6.000 recebidos pelo título no Azores Airlines Pro. Ele superou até os 19.450 que Ian Gouveia totalizou para se classificar para o CT 2017 em nono lugar, chegando perto dos 19.700 do oitavo colocado, o potiguar Jadson André. Ou seja, Yago Dora está com sua vaga praticamente garantida para reforçar a “seleção brasileira” do ano que vem junto com Jessé Mendes.

O cearense Michael Rodrigues também se aproximou bastante com a impressionante performance na “perna europeia”, decidindo os títulos das duas etapas seguidas com status QS 6000. Apesar de não ter conseguido nenhuma vitória, foram dois resultados importantes que o levaram para o quarto lugar na classificação geral das 44 etapas completadas nas Ilhas Açores nesta sexta-feira em Portugal. Para chegar na final, Michael passou por dois duelos difíceis, decididos por pequenas diferenças.

Nas quartas de final, competiu numa hora ruim do mar, com poucas ondas boas entrando para os dois competidores. Ambos computaram as notas das duas primeiras que eles surfaram na bateria. As do cearense valeram 5,33 e 4,50, que foram suficientes para superar o espanhol Aritz Aranburu por 9,83 a 9,23 pontos. Já o baiano Bino Lopes, não deu chances para o australiano Davey Cathels e conquistou a última vaga para as semifinais por uma larga vantagem de 14,84 a 5,36 pontos.

Michael Rodrigues (Foto: Poullenot – WSL)

Os dois brasileiros então se enfrentaram nas semifinais e Michael Rodrigues confirmou a passagem para a sua segunda final consecutiva na Europa por décimos de diferença no placar encerrado em 12,77 a 12,40 pontos. A nota 7,17 da sua última onda garantiu a classificação e Bino Lopes terminou em terceiro lugar no QS 6000 Azores Airlines Pro, subindo da 51.a para a 27.a posição no ranking do WSL Qualifying Series. O cearense chegou em Portugal na 12.a e agora é o quarto colocado com 15.090 pontos.

“Estou me sentindo muito bem, sabendo que tentei fazer o meu melhor para vencer, mas infelizmente não foi suficiente mais uma vez”, disse Michael Rodrigues. “Mesmo assim, o segundo lugar foi mais um ótimo resultado para mim e estou muito mais confiante e animado para continuar na busca por mais pontos nos próximos eventos”.

QS 10000 EM CASCAIS – O Brasil agora tem metade das dez vagas para o CT 2018 que estão sendo disputadas no WSL Qualifying Series. O paulista Jessé Mendes já está 100% garantido e lidera o ranking desde a sua vitória no QS 6000 de Sydney, no início do ano na Austrália. Yago Dora agora voltou a figurar na vice-liderança e Michael Rodrigues assumiu a quarta posição antes ocupada por Tomas Hermes, que caiu para o sexto lugar. Outro catarinense, Willian Cardoso, permaneceu em nono e a próxima etapa importante será também em Portugal, o QS 10000 Cascais Billabong Pro de 26 de setembro a 5 de outubro na Praia de Carcavelos, onde Jessé Mendes vai defender o título conquistado no ano passado.

Bino Lopes (Foto: Poullenot – WSL)

O baiano Bino Lopes ficou bem perto da classificação para o CT em 2016, já figurou no G-10 esse ano e volta a brigar por uma vaga com o terceiro lugar conquistado no QS 6000 Azores Airlines Pro. Ele já fez duas finais esse ano, ficando em segundo lugar no QS 3000 da Ilha Martinica e em terceiro no QS 1000 de Sunset Beach, no Havaí. Agora, Bino é o quarto brasileiro entre os que estão mais próximos do G-10, abaixo dos paulistas Alex Ribeiro em 16.o lugar e Flavio Nakagima em 19.o, além do catarinense Alejo Muniz em 24.o.

“É claro que o terceiro lugar foi um ótimo resultado também, mas estou me sentindo muito mal porque um único erro que cometi me fez perder a bateria, infelizmente”, destacou Bino Lopes, sobre a derrota na última onda surfada por Michael Rodrigues. “Parabéns para o Michael, porque ele aproveitou muito bem, esmagou a onda e mereceu a vitória. Fico feliz porque subi bastante no ranking e quero agradecer minha família, aos amigos, patrocinadores, minha namorada e todos que me apoiaram com as mensagens que recebi durante toda a semana”.

Outro brasileiro que competiu no último dia do QS 6000 Azores Airlines Pro foi o paranaense Peterson Crisanto. Ele foi o único que não passou pelas quartas de final que abriram a sexta-feira na Praia de Santa Bárbara. O australiano Wade Carmichael achou as melhores ondas que entraram na bateria para vencer por 14,66 a 11,50 pontos, impedindo que as semifinais ficassem 100% verde-amarelas. Isso quase aconteceu no QS 3000 de Durban, na África do Sul, onde Alex Ribeiro ganhou uma final paulista com Hizunomê Bettero e Victor Bernardo terminou em terceiro lugar, empatado com o peruano Miguel Tudela.
 

RESULTADOS DO ÚLTIMO DIA DO QS 6000 AZORES AIRLINES PRO:

Campeão: Yago Dora (BRA) por 13,50 pontos (notas 7,07+6,43) – US$ 25.000 e 6.000 pontos

Vice-campeão: Michael Rodrigues (BRA) com 12,27 (6,27+6,00) – US$ 12.000 e 4.500 pontos

SEMIFINAIS – 3.o lugar com 3.550 pontos e US$ 5.500 de prêmio:

1.a: Yago Dora (BRA) 16.00 x 10.83 Wade Carmichael (AUS)

2.a: Michael Rodrigues (BRA) 12.77 x 12.40 Bino Lopes (BRA)

G-10 DO WSL QUALIFYING SERIES – após 44.a etapa em Portugal:

01: Jessé Mendes (BRA) – 25.250 pontos

02: Yago Dora (BRA) – 19.610

03: Kanoa Igarashi (EUA) – 16.490

04: Michael Rodrigues (BRA) – 15.090

05: Michael February (AFR) – 14.750

06: Tomas Hermes (BRA) – 14.560

07: Keanu Asing (HAV) – 14.300

08: Jorgann Couzinet (FRA) – 13.685

09: Willian Cardoso (BRA) – 13.000

 

10: Griffin Colapinto (EUA) – 12.910


terça 05 de setembro 2017

SUPER GALERIA DO PERNAMBUCANO EM OLINDA.



DOMINGO 03 DE SETEMBRO 2017

CAUÃ NUNES BRILHA EM OLINDA

Local de Itapuama venceu a PRO na sua estreia como profissional




sábado 02 de setembro 2017.

SÁBADO SHOW EM OLINDA.





sexta 01 de setembro 2017

GALERIA DO MARANDS SURF FESTIVAL.



MARANDS SURF FESTIVAL COMEÇA EM OLINDA.




QUINTA FEIRA 31 DE AGOSTO 2017

ZÉ PEQUENO CHAMA PARA O ESTADUAL.




quarta 30 de agosto 2017

PERNAMBUCO EM PÂNICO.




TERÇA 29 DE AGOSTO 2017

LA BOMBONERA DO SURF.


sábado 26 de agosto 2017

FEDERAÇÃO PERNAMBUCANA HOMENAGEIA
LENDAS DE OLINDA.


Como anunciamos no informativo 01 do MARANDS SURF FESTIVAL, segue a relação dos nomes de surfistas que marcaram história no surf olindense em mais de 40 anos e de várias gerações. Claro que teríamos bem mais nomes, mas a ideia da federação e da marands e fazer sempre homenagens a olindenses que deixaram e deixam seus nomes na história do surf de Olinda, outros nomes virão nos próximos anos.

Vai ser um dia inesquecível não só para o surf olindense e sim de Pernambuco.

Espero o contato e confirmação de todos, diretamente comigo pelo fone/WhatsApp:

(81) 98271.5331 Geraldinho.

A homenagem será dia 03/09 durante as finais do MARANDS SURF FESTIVAL, na praia do Zé Pequeno e na ocasião serão entregues a cada homenageado uma camisa com seu nome gravado nas costas.

Teremos neste momento a presença de grande parte da imprensa, o prefeito e vice do município, vários secretários e demais autoridades.

Aguardo com urgência o contato de todos, abraços e Aloha.



Segue a relação por ordem alfabética:


ALEMÃO, ANDREIA, BRENO MEDEIROS, CEZAR BOCÃO, DECO, DINHO, EDUARDO FORMIGA, FABÍO PARIZI, FERNANDO PEREIRA BACTERIA, GEL, IRAJÁ NETO, JOÃO MAURÍCIO, JUBA, LUCIANA, LUCIDIO, MARCOS BORNAIT, MARINHO, MAURÃO LUCENA, MATEUS SÁ, NENÉM, NEY MARANHÃO, PAULINHO BORO, PAULINHO MENDES, PAULO PATETA, PAULO TAMPINHA, RENATINHO MENDES, RENATO LISBOA BOLINHO, RICARDO CABEÇA, ROBINHO, RUCLECIO, TONHO, VALENCIA, XANDO.



quarta feira 23 de agosto 2017

PERNAMBUCO BOMBOU ESSE ANO.




Ainda são aguardados alguns swells, mas a contabilidade
de ondas esse ano foi muito boa até o momento. As bancadas
de Ipojuca como sempre, registraram as maiores e mais perfeitas
ondas do ano. Fica só a velha frase, "...quem pegou pegou."

Na foto Ozias aproveita o swell do dia 01 de agosto considerado
um dos dias prime.



terça 22 de agosto 2017

OLINDA RECEBE ETAPA DO PERNAMBUCANO.


sábado 19 de agosto 2017

DEYVISON SANTOS JÁ PODE SORRIR.


QUARTA 16 DE AGOSTO 2017

AGOSTO SEGUE GERANDO.



segunda 14 de agosto 2017

JULIAN WILSON VENCE MEDINA NA FINAL DO THAITI

Uma decisão emocionante nos tubos de Teahupoo fechou o Billabong Pro Tahiti, com o campeão mundial Gabriel Medina ganhando a única nota 10 no domingo, antes de disputar o título pela terceira vez na etapa mais desafiadora do World Surf League Championship Tour. Ele também achou bons tubos na final, para liderar a bateria com uma “combination” de 17,87 pontos com notas 9,20 e 8,67. Mas, o australiano Julian Wilson reagiu pegando ondas que rodaram tubos mais limpos para tirar a vitória do brasileiro com notas 9,23 e 9,73. Medina agora entra na lista dos sete surfistas que vão brigar pela lycra amarela do Jeep WSL Leader na próxima etapa, que passará a ser vestida pelo sul-africano Jordy Smith no Hurley Pro Trestles, do dia 6 a 17 de setembro na Califórnia, Estados Unidos.

Medina tem um retrospecto impressionante na etapa das ondas mais perigosas do Circuito Mundial. Foi campeão em 2014 na final contra Kelly Slater, vice em 2015 contra o francês Jeremy Flores e terceiro colocado no ano passado, perdendo a semifinal para John John Florence, com ambos somando mais de 19 pontos de 20 possíveis em tubos incríveis. Já Julian Wilson conseguiu sua terceira vitória em etapas do CT e todas contra Medina, sempre ganhando de virada nas baterias lideradas pelo brasileiro. Ele só venceu o australiano na sua primeira vitória em 2011 na França, no seu ano de estreia na divisão de elite da World Surf League. Depois, Julian deu o troco em 2012 na etapa portuguesa em Peniche e também ganhou a final do Pipe Masters de 2014, quando Medina já tinha se desconcentrado festejando o primeiro título mundial do Brasil garantido nas semifinais.

Julian Wilson (Foto: Kelly Cestari – WSL)

“É muito especial ganhar e estou em êxtase, não sei nem dizer tudo que estou sentindo agora”, disse Julian Wilson. “Estou feliz e aliviado por finalmente ganhar um evento novamente. Eu precisava de muitas ondas boas para vencer esse evento e tive sorte em conseguir fazer os tubos que eu procurava surfar. Eu venho conseguindo alguns bons resultados, chegando em finais, mas precisava vencer para ganhar confiança e fico feliz por estar mais perto da briga pelo título agora. Estou realmente ansioso para ver como será o restante do ano”.

A bateria final começou tensa, como na semifinal entre Gabriel Medina e Kolohe Andino, devido a batalha para pegar a primeira onda boa da bateria. O brasileiro ganhou essa briga nas duas. O australiano pressionou bastante na remada braço a braço, mas Medina foi mais forte e dropou, só que a onda fechou. Medina logo pega outra onda, faz um tubo rápido seguido por duas manobras pra tirar nota 5,0.  Julian Wilson demora um pouco e pega uma maior, que rende um tubo e duas manobras mais fortes para começar com nota 7,0.

Medina responde num tubo mais profundo e bem maior para ganhar 8,67. Depois, o brasileiro pega outro tubo que fica muito entocado lá dentro, some, reaparece e manda mais três manobras na onda para tirar 9,20 dos juízes e deixar o australiano em “combination”. Teahupoo começa a bombar bons tubos para Julian, que reage com nota 8,10. Logo faz outro melhor para ganhar 9,23 e diminuir a vantagem que era de 17,87 pontos para 8,64. E o australiano ainda pega outro tubaço de backside, some lá dentro e sai limpo para ganhar 9,73 e tirar uma vitória quase certa de Gabriel Medina, virando o placar para 18,96 a 17,87.

Gabriel Medina (Foto: Kelly Cestari – WSL)

“Foi uma ótima final e obrigado ao Gabe (Gabriel Medina) por mais uma bateria fantástica”, destacou Julian Wilson. “Nós sempre fazemos grandes confrontos em finais e tivemos mais uma boa batalha hoje (domingo). Os tubos apareceram para nós dois na bateria e esse é um dia especial para mim, acho que o campeonato terminou em boas condições”.

Gabriel Medina também ficou feliz pelo resultado, pois ainda não tinha feito nenhuma final esse ano: “Foi legal ter feito outra final com o Julian (Wilson). Ele vinha surfando bem durante todo o evento e acho que é até um pouco mais difícil de backside aqui, mas ele soube trabalhar muito bem e mereceu a vitória. Estou feliz pelo resultado também, é bom voltar ao jogo e já estou pensando em Trestles agora. Hoje (domingo) é Dia dos Pais no Brasil e meu pai está aqui, então esse foi um bom presente para ele”.

Com a vitória no Taiti, Julian Wilson tirou o quinto lugar no ranking de Adriano de Souza, enquanto Gabriel Medina trocou de posição com Filipe Toledo, subindo da nona para a sétima colocação. No entanto, a chance matemática para os dois brasileiros, Mineirinho e Medina, saírem de Trestles liderando a corrida do título mundial é ingrata, tem que vencer a etapa norte-americana e os que estão à sua frente perderem nas primeiras fases. A briga segue mais concentrada em Jordy Smith, John John Florence e Matt Wilkinson, que caiu do primeiro para o terceiro lugar com a derrota para Wiggolly Dantas na quinta fase. Owen Wright também poderia ter ultrapassado o ex-líder, mas foi barrado por Gabriel Medina nas quartas de final e permaneceu em quarto lugar.

Wiggolly Dantas (Foto: Kelly Cestari – WSL)

ÚNICA NOTA 10 – Foi nessa bateria que saiu a única nota 10 desse ano no Billabong Pro Tahiti. E o tubo perfeito, ou o mais difícil na análise dos juízes, foi surfado por Medina logo na primeira onda que pegou contra Owen Wright. Ele ficou muito profundo, passando por várias placas que caíam a sua frente, parecia que não conseguiria sair, mas ressurgiu e ainda mandou uma série de três manobras potentes para fechar a melhor apresentação do ano no Taiti. O australiano também começou bem com 7,17 e na segunda onda tirou 6,77 para liderar a bateria. O brasileiro foi em várias ondas e o máximo que conseguiu foi 2,83, mas ele trocou as posições desses números em outro tubaço que achou no final para receber nota 8,23 e confirmar a primeira vaga nas semifinais por 18,23 a 13,94 pontos.

Na bateria seguinte, Wiggolly Dantas foi vitimado pelas longas calmarias em Teahupoo no domingo, perdendo muito tempo esperando por ondas com tubos e só pegou um que valeu nota 6,17. O norte-americano Kolohe Andino ficou mais ativo, pegando as que ele deixava passar para liderar com notas 5,00 e 5,60, que depois foram trocadas por 6,23 e 8,10 no placar encerrado em 14,33 a 7,67 pontos. Apesar da derrota, o quinto lugar foi um excelente resultado para Wiggolly, que entrou no grupo dos 22 primeiros do ranking que são mantidos na elite dos top-34 para o ano que vem. Ele ganhou seis posições, subindo do 25.o para o 19.o lugar na classificação geral das sete etapas completadas no Taiti.

Kolohe Andino (Foto: Poullenot – WSL)

SEMIFINAIS – Kolohe então seguiu para enfrentar Gabriel Medina e a bateria começou sem ondas, chegando a ser reiniciada após 10 minutos sem entrar nenhuma série. Os dois travaram uma grande disputa pela primeira onda e Medina começou melhor com nota 7,33, O californiano falhou nas primeiras tentativas, sua prancha chegou a ser partida numa queda, aí pegou outra do seu pai e com ela surfou um tubaço nota 8,90, a maior da bateria. Mas, Gabriel Medina ainda acha outro tubo que rende 7,83 para vencer Kolohe Andino por 15,16 a 13,90 pontos, se classificando para a final do Billabong Pro Teahupoo pela terceira vez.

Na outra semifinal, não entraram muitas ondas boas e Julian Wilson derrotou Jordy Smith por 14,26 a 7,33 pontos. O sul-africano estreava como líder isolado na corrida pelo título mundial, posição conquistada num confronto direto com o havaiano John John Florence na terceira quarta de final. Os dois já tinham ultrapassado o ex-líder Matt Wilkinson, barrado na fase anterior pelo brasileiro Wiggolly Dantas e a lycra amarela do Jeep WSL Leader foi disputada nessa bateria. Ela ficou com Jordy Smith, que surfou o melhor tubo da bateria para tirar nota 8,0 que garantiu a vitória por 14,50 a 13,10 pontos sobre o havaiano.

Jordy Smith (Foto: Kelly Cestari – WSL)

No domingo, as condições do mar e do vento variaram bastante como nos outros dias, mas algumas baterias aconteceram nos melhores momentos, com Teahupoo bombando mais tubos nas séries de 4-6 pés. No entanto, as longas calmarias também continuaram, com poucas ondas entrando para os dois competidores. Gabriel Medina vinha sempre começando bem suas baterias, apesar de que no sábado ficou esperando por uma onda que só chegou nos últimos segundos. Ele não começou bem no último dia, inclusive fez uma “interferência” em Matt Wilkinson na bateria que Kolohe Andino ganhou a vaga direta para as quartas de final.

Medina teve que disputar uma rodada extra e aproveitou a segunda chance de classificação surfando dois tubos na casa dos 7 pontos para despachar Connor O´Leary por 14,37 a 11,66. Na bateria seguinte, deu Brasil de novo com Wiggolly Dantas derrotando o lycra amarela Matt Wilkinson por 15,50 a 12,00 pontos, com um tubaço nota 8,17 na primeira onda. O australiano perdeu a bateria e a liderança do ranking, que foi disputada num confronto direto entre John John Florence e Jordy Smith nas quartas de final, vencido pelo sul-africano.
 

TOP-22 DO JEEP WSL LEADERBOARD – após a sétima etapa no Taiti:

1.o: Jordy Smith (AFR) – 37.850 pontos

2.o: John John Florence (HAV) – 36.900

3.o: Matt Wilkinson (AUS) – 35.950

4.o: Owen Wright (AUS) – 35.350

5.o: Julian Wilson (AUS) – 33.200

6.o: Adriano de Souza (BRA) – 29.650

7.o: Gabriel Medina (BRA) – 29.000

8.o: Joel Parkinson (AUS) – 26.150

9.o: Filipe Toledo (BRA) – 24.450

10: Connor O´Leary (AUS) – 24.200

11: Kolohe Andino (EUA) – 23.000

12: Mick Fanning (AUS) – 21.350

13: Michel Bourez (TAH) – 20.200

14: Frederico Morais (PRT) – 19.450

15: Sebastian Zietz (HAV) – 17.750

16: Joan Duru (FRA) – 17.650

17: Conner Coffin (EUA) – 17.500

18: Adrian Buchan (AUS) – 17.000

19: Wiggolly Dantas (BRA) – 16.450

20: Caio Ibelli (BRA) – 15.500

21: Jeremy Flores (FRA) – 14.500

22: Bede Durbidge (AUS) – 14.450


SÁBADO 12 DE AGOSTO 2017

PISTAS LIBERADAS SEM CROWD


QUINTA 10 DE AGOSTO 2017

INVERNO AGRADA PERNAMBUCANOS



terça 08 de agosto 2017

FÁBIO GOUVEIA FALA SOBRE OLINDENSE.



DOMINGO 06 DE AGOSTO 2017

JULIO PEREIRA COMANDA O MARACATU

EM OLINDA E VENCE FESTIVAL
.


SÁBADO 05 DE AGOSTO 2017

ALTO ASTRAL E SHOW DE SURF NA

ABERTURA DO FESTIVAL OLINDENSE.



SEXTA 04 DE AGOSTO 2017

LIBERADO TROFÉU FÁBIO GOUVEIA.



QUINTA 03 DE AGOSTO 2017

TUDO PRONTO PARA O OLINDENSE.


terça 01 de agosto 2017

AGOSTO COMEÇA FUMAÇANDO.



Domingo 30 de julho 2017

3X ATALANTA, ESPETACULAR.

O bicampeão mundial Phil Rajzman conseguiu o desejado título sul-americano da WSL South America que faltava em sua carreira e Atalanta Batista manteve sua invencibilidade no Peru com uma nota 10 na decisão do Huanchaco Repalsa Longboard Pro 2017. O sábado foi um dia de mar enorme na Playa El Elio, exigindo um bom preparo físico para suportar a força das ondas de 6-8 pés entrando sem parar durante todo o dia. Atalanta garantiu o tricampeonato na onda que pegou nos minutos finais da bateria liderada pela número 1 do mundo, Chloé Calmon. A americana Kaitlin Maguire ficou em terceiro lugar e a peruana Carolina Thun em quarto. A grande surpresa foi o jovem Julian Schweizer, 17 anos apenas e primeiro uruguaio a chegar na final em sete edições do Mundial de Huanchaco no Peru.

Phil Rajzman (Foto: Renato Moreno – Olas Norte)

“Estou muito feliz com meu primeiro título sul-americano aqui no Peru. As condições estavam difíceis, a maré muito seca, mas achei boas ondas e estou muito feliz”, vibrou Phil Rajzman. “A correnteza também estava muito forte, tivemos que remar muito mais, as ondas estão muito difíceis de achar as boas, mas tentei manter a tranquilidade na final e tive sorte também. O Julian (Schweizer) é muito talentoso, o Piccolo (Clemente) já havia me falado dele, que tinha potencial para ganhar esse campeonato, mas estou muito contente por ter conseguido o título sul-americano, que há muitos anos venho buscando. Quero agradecer a todos aqui do Peru e do Brasil também, é mais um título aí pra galera festejar comigo”.

Essa foi a quinta participação de Phil Rajzman nas sete edições do Huanchaco Repalsa Longboard Pro. Em duas, perdeu logo em sua primeira bateria no campeonato, mas foi finalista em dois anos seguidos. Só que acabou vendo Rodrigo Sphaier ganhar seu segundo título sul-americano em 2013 e o peruano Piccolo Clemente repetir o feito em 2014. A terceira chance de conseguir seu primeiro troféu da WSL South America, foi contra o jovem Julian Schweizer. O uruguaio só tinha competido uma vez em Huanchaco, em 2015, com apenas 15 anos de idade, ficando em último na sua primeira bateria.

Julian Schweizer (Foto: Renato Moreno – Olas Norte)

Na grande final, Phil Rajzman usou toda a sua experiência para escolher as melhores ondas e repetir a atuação da semifinal brasileira contra Wenderson Biludo, quando se tornou o recordista absoluto do Huanchaco Repalsa Longboard Pro com nota 9,65 e 17,65 pontos. Na decisão do título, surfou apenas três ondas. Começou com nota 4,00, depois ganhou 6,25 na segunda e a terceira foi simplesmente a melhor apresentação de todo o campeonato. Sua combinação das manobras clássicas dos pranchões, com batidas e rasgadas numa longa esquerda surfada até o fim, arrancou nota 10 de dois dos quatro juízes e a média ficou 9,75. Com ela, ganhou fácil de Julian Schweizer por uma “combination” de 16,00 a 6,05 pontos.

“O mar estava muito mais complicado do que na semifinal e eu já estava sem braços e sem pernas de tanto cansaço”, disse Julian Schweizer, lembrando que os finalistas encararam as morras de El Elio três vezes, nas quartas de final, semifinais e na grande final. “Eu não consegui pegar nenhuma onda boa, mas fiz o meu melhor e estou muito contente pelo segundo lugar também, que é um resultado inédito para o Uruguai. Certamente minha família está muito contente e tenho muitos amigos na Costa Rica também que ficaram felizes. Eu realmente estava muito cansado, quase 2h30 remando sem parar nas baterias, já não aguentava mais. Eu vim para cá mais para me divertir e fazer uma final com um cara como o Phil (Rajzman), um ídolo para todos nós, foi muito bom, bem mais do que eu esperava”.

Phil Rajzman com o troféu de campeão do Huanchaco Repalsa Longboard Pro (Foto: Renato Moreno – Olas Norte)

Phil Rajzman viajou ao Peru com o objetivo de conquistar o título sul-americano e na semifinal fez a melhor apresentação do campeonato nas grandes ondas de 6-8 pés do sábado de mar pesado na Playa El Elio. Com a forte correnteza dificultando ainda mais as condições, era preciso escolher bem a onda para não desperdiçar chance nenhuma, senão o preparo físico seria mais exigido, ou na remada contra a corrente, ou na corrida pela praia até o melhor lugar para varar a arrebentação.

RECORDISTA ABSOLUTO – Contra o também brasileiro Wenderson Biludo, Phil começou bem com uma nota 8,0 e depois achou uma onda com a parede mais limpa para mostrar toda a sua variedade de manobras e confirmar a passagem para a sua terceira final em Huanchaco. O 9,65 que ele recebeu nessa onda, era a maior nota que os juízes deram no Huanchaco Repalsa Longboard Pro 2017 até ali. Com ela, se tornou o recordista absoluto com os 17,65 pontos que totalizou, batendo a nota 9 e os 17 pontos de Anderson da Silva na sexta-feira, o brasileiro que passou a representar o Peru por estar morando no país andino há dois anos.

Joel Ucañan (Foto: Renato Moreno – Olas Norte)

Na segunda semifinal, o peruano Joel Ucañan, local de Huanchaco, foi abatido pela força do mar na Playa El Elio. Ele começou melhor com nota 6,75, contra 6,25 de Julian Schweizer. Mas, não conseguiu aproveitar a outra oportunidade que teve de surfar, para tirar a vantagem da nota 4,00 da segunda onda computada pelo uruguaio. Mesmo assim, Joel foi o melhor representante do Peru esse ano e o terceiro lugar é seu melhor resultado no Huanchaco Repalsa Longboard Pro, pois nunca tinha passado da segunda fase nas outras seis edições.

“O mar está muito forte, muita correnteza e lamentavelmente não consegui pegar a onda que eu queria. Mas, seguirei lutando, com a força de todos os amigos, da família, e estou feliz por ter sido o único peruano nas semifinais”, disse Joel Ucañan. “Espero que seja uma boa final, que tenha boas ondas e eu vou seguir adiante, treinando com força e dedicação para que no próximo campeonato aqui, eu consiga fazer ainda melhor”.

Atalanta Batista com o seu terceiro troféu de campeã do Huanchaco Repalsa Longboard Pro (Foto: Renato Moreno – Olas Norte)

DECISÃO FEMININA – A decisão do título sul-americano de longboard feminino, entrou no mar depois das semifinais masculinas. Como o mar estava muito grande para as meninas, a comissão técnica decidiu realizar baterias com quatro atletas. Elas foram as primeiras a encarar as ondas de El Elio no sábado e duas delas não conseguiram pegar nenhuma onda na primeira bateria do dia. A número 1 do ranking mundial, Chloé Calmon, e a peruana Carolina Thun, se classificaram nessa. Na outra, a peruana Maria Fernanda Reyes chegou a ter seu pranchão partido ao meio pela força da arrebentação. Vice-campeã em 2015, ela acabou eliminada pela americana Kaitlin Maguire e pela bicampeã sul-americana, Atalanta Batista.

Na grande final, estava um pouco diferente, sem a neblina da manhã, com a praia já cheia por um bom público, Sol, porém as ondas continuavam grandes e com forte correnteza. A escolha das melhores era fundamental, além de aproveitar ao máximo cada chance de surfar. A bateria de 45 minutos começou depois que as quatro ultrapassaram a arrebentação e as ondas não paravam de bombar em El Elio. A peruana Carolina Thun logo foi pega por uma série e voltou para a zona de perigo no inside, até ela decidir pegar uma ondinha para sair pela praia para entrar em outro lugar sem tanta turbulência. Assim, passou a liderar a bateria com nota 1,75.

Atalanta Batista (Foto: Renato Moreno – Olas Norte)

Atalanta Batista foi a segunda a surgir no espumeiro, jogada pela força das ondas que quebrou sua prancha principal. Ela pegou outra e ficou remando para retornar ao outside. Como não conseguia, passou a buscar as ondas do inside para pontuar na bateria e conseguiu notas 2,25 e 3,00 para assumir a ponta. Kaitlin Maguire também foi varrida pelas séries, ficou remando contra a corrente e surfou uma esquerda no inside para começar com nota 3,15. Já Chloé Calmon pega uma direita que rendeu 4,00 e sai do mar sem passar sufoco na arrebentação. As duas escolhem ir pela praia para voltar ao mar mais à esquerda, mais próximo do pico.

O posicionamento no mar estava difícil e as competidoras tinham que ficar remando o tempo todo. Kaitlin Maguire consegue caminhar um pouco pelo pranchão em sua segunda onda e recebe 2,35 para tirar a liderança de Atalanta Batista. Mas, Chloé Calmon foi a primeira a surfar uma onda por inteiro, fazer um longo hang-five no bico para tirar nota 8,0 e abrir uma grande vantagem de 8,85 pontos sobre a americana e 9,00 sobre Atalanta. Carolina Thun tinha sido levada pelas séries de novo e continuava só com 1,75.

Phil Rajzman e Atalanta Batista com os troféus da WSL South America de campeões sul-americanos de 2017 (Foto: Renato Moreno – Olas Norte)

A briga do título parecia definida, mas Atalanta Batista pega uma onda enorme que abre uma parede limpa para ela mostrar suas manobras e arrancar a primeira nota 10 do Huanchaco Repalsa Longboard Pro 2017. Com ela, voltou a liderar a bateria com Chloé Calmon precisando de 5,01 para impedir seu tricampeonato sul-americano. Mas, nem a número 1 do mundo conseguiu acabar com a invencibilidade de Atalanta Batista nas ondas de Huanchaco, nem no mar gigante do sábado em El Elio, que partiu outra prancha sua depois da nota 10 unânime dos quatro juízes.

“Já estava muito feliz por estar aqui novamente em Huanchaco, mas as ondas dessa vez estavam muito difíceis, muito grandes, quebrei duas pranchas, tomei muitas séries na cabeça, mas estou com Deus, Ele me protegeu e me deixou calma para achar aquela onda incrível, que entrou perfeita para mim”, disse Atalanta Batista. “As minhas oponentes eram superfortes, uma que está liderando o ranking mundial (Chloé Calmon), uma campeã californiana (Kaitlin Maguire) e uma peruana também que é promessa (Carolina Thun). Mas, dei tudo de mim para conseguir superar todas as dificuldades e conquistar meu terceiro título sul-americano aqui em Huanchaco. Estou muito feliz e dedico essa vitória aos meus filhos, minha família e a todos que me apoiaram e torcem por mim”.

Chloé Calmon (Foto: Renato Moreno – Olas Norte)

A favorita ao título dessa vez era Chloé Calmon, que no ano passado foi vice-campeã mundial e lidera o ranking 2017 da World Surf League. A pernambucana Atalanta Batista entrou na final com o status de ter vencido as duas únicas edições do Huanchaco Repalsa Longboard Pro com a categoria feminina, em 2014 e 2015. Mas, a carioca também estava invicta esse ano, ganhando os dois eventos que tinha competido, em Papua Nova Guiné e Portugal. Essa era a primeira vez que Chloé Calmon participava da disputa do título sul-americano, mas a nota 10 garantiu o tricampeonato de Atalanta Batista.

“As condições estavam muito difíceis para competir, teve uma confusão no início da bateria porque não sabíamos se tinha começado ou não, mas sei que dei o meu melhor dentro da água e estou feliz pelo resultado”, disse Chloé Calmon. “Fico feliz em ver outras surfistas mais jovens do Brasil aqui, as peruanas também, vendo que a cada ano o nível está melhor e espero que continue assim. Não consegui a vitória que eu queria, mas todo resultado serve de aprendizado e já estou pronta para a próxima competição. Parabéns a todos pelo evento”.

DECISÃO FEMININA DO HUANCHACO REPALSA LONGBOARD PRO 2017:

Tricampeã: Atalanta Batista (BRA) por 13,00 pontos (10,00+3,00) – US$ 800 e 1.000 pontos

Vice-campeã: Chloé Calmon (BRA) com 12,00 pontos (8,00+4,00) – US$ 400 e 750 pontos

Terceiro lugar: Kaitlin Maguire (EUA) com 5,50 pontos (3,15+2,35) – US$ 300 e 560 pontos

 

Quarto lugar: Carolina Thun (PER) com 3,20 pontos (1,75+1,45) – US$ 200 e 525 pontos

sábado 29 de julho 2017

MAQUINA LIGADA

quinta 27 de julho 2017.

CAMPEÃ PERNAMBUCANA CONFIRMA 

FESTIVAL OLINDENSE.


Quarta feira 26 de julho 2017

SHOW DO MESTRE ZIG BROA.

SEGUNDA 24 DE JULHO 2017

SEGUNDA SEM LEI EXISTE.



DOMINGO 23 DE JULHO 17

MOLUSCO VENCE NORDESTINO EM CASA.


SEXTA 21 DE JULHO 17

CHOVE 18 HORAS SEM PARAR.


quinta feira 20 de julho 17

FILIPINHO APAVORA NA ÁFRICA.



QUARTA 19 de julho 2017

INVERNO QUENTE.


segunda 17 de julho 2017

CEARENSE FAZ FESTA EM PERNAMBUCO.



SÁBADO 15 de julho 2017.

COMEÇA O SHOW EM MARACAÍPE.



Sexta 14 de julho 2017.

PERNAMBUCO RECEBE O BRASILEIRO 

MASTER EM MARACAÍPE.



TERÇA 11 DE JULHO 2017

SWELL ENCOSTA COM FORÇA.



DOMINGO 09 DE JULHO 2017

CARDOSO É VICE EM BALITO.

O catarinense Willian Cardoso não conseguiu a terceira vitória consecutiva do Brasil nas etapas da “perna sul-africana” do WSL Qualifying Series. Mas, o vice-campeonato na final do QS 10000 Ballito Pro, o levou da 29.a para a segunda colocação no ranking liderado por Jessé Mendes, que já garantiu sua vaga na elite da World Surf League em 2018 por antecipação na África do Sul. No sábado, Willian só perdeu para o grande favorito ao título em KwaZulu-Natal, o ídolo local Jordy Smith, vice-campeão mundial no ano passado. Agora, tem duas etapas seguidas na América do Sul, o QS 1000 Rip Curl Pro San Bartolo Peru que começa na quinta-feira e o QS 3000 Maui and Sons Arica Pro Tour no Chile na semana seguinte, antes do segundo QS 10000 do ano no início de agosto nos Estados Unidos.

Willian Cardoso (Foto: Kelly Cestari – WSL)

A potência das manobras de frontside de Willian Cardoso nas direitas de Willard Beach, dizimou mais dois adversários no último dia do QS 10000 Ballito Pro apresentado pela Billabong em KwaZulu-Natal. A primeira vítima foi o português Vasco Ribeiro nas quartas de final, quando o catarinense conseguiu notas 8,33 e 7,50 para vencer por 15,83 a 12,77 pontos. Depois, barrou o recordista absoluto do campeonato, Mikey Wright, por 14,00 a 10,84, somando notas 8,00 e 6,00 na semifinal com o australiano.

“Eu sabia que o Jordy (Smith) ia vir com tudo pra vencer o campeonato e eu fiquei tentando encontrar as ondas realmente boas para supera-lo, mas só consegui achar uma e não deu”, disse Willian Cardoso. “Mesmo assim, estou feliz pelo resultado, pois já fazia dois anos que eu não chegava numa final. O segundo lugar me coloca em uma posição muito boa no ranking, mas já vivi isso algumas vezes e acabei não conquistando a vaga pro CT. Então, espero obter outros bons resultados nas etapas do QS 10000 e nos QS 6000 também que ainda vem por aí, para chegar no final do ano no Havaí mais relaxado”.

Jordy Smith (Foto: Kelly Cestari – WSL)

Ele só não conseguiu superar o ataque aéreo de Jordy Smith, que apresentou todo o seu repertório de voos espetaculares nas ondas de Willard Beach, para repetir a vitória conquistada no Ballito Pro em 2010. Na manobra mais impressionante que acertou na bateria final, o sul-africano recebeu nota 9,73 para faturar o prêmio máximo de 40.000 dólares por 18,06 a 15,37 pontos. Esta foi a primeira etapa do WSL Qualifying Series que ele disputou esse ano e com os 10.000 pontos recebidos já aparece em quinto lugar no ranking, mas dispensa a vaga por já estar se garantindo na elite pelo World Surf League Championship Tour.

“O Willian (Cardoso) é um competidor muito forte, como são todos os brasileiros, mas ele é um dos que tem o surfe mais poderoso do mundo, então foi realmente uma boa final”, disse Jordy Smith. “Eu comecei a bateria meio devagar, mas tudo mudou depois que acertei o meu primeiro aéreo. Eu consegui achar uma onda que formou uma das maiores rampas da semana aqui e estou feliz por ter completado a manobra. Para mim, é uma honra ganhar esse evento de novo, com tantos amigos e familiares aqui. Agora é preparar para J-Bay (próxima etapa do CT que começa na quarta-feira) e espero levar toda essa motivação daqui para lá também”.

Jesse Mendes (Foto: Kelly Cestari – WSL)

Além de Willian Cardoso, mais dois brasileiros competiram no último dia do QS 10000 Ballito Pro, porém foram barrados pelos sul-africanos nos primeiros duelos do sábado. O líder disparado do ranking e já com vaga confirmada no CT 2018, Jessé Mendes, perdeu por 15,33 a 12,43 pontos para Michael February. Já Miguel Pupo deu mais trabalho para Jordy Smith e tirou a maior nota da bateria, 8,03, mas o sul-africano levou a melhor na soma das duas ondas computadas e venceu por uma pequena vantagem de 14,50 a 14,20 pontos.

Nas semifinais, curiosamente, a maioria da torcida que lotou a praia no sábado era para Michael February, mas o favoritismo de Jordy Smith foi confirmado com duas notas na casa dos 8 pontos, no placar encerrado em 16,10 a 13,10. Já Willian Cardoso usou o seu “power-surf” mais uma vez para despachar o australiano Mikey Wright por 14,00 a 10,84. Os semifinalistas terminaram em terceiro lugar no QS 10000 Ballito Pro, marcaram 6.500 pontos no ranking e entraram no grupo dos dez surfistas que o WSL Qualifying Series indica para completar a elite dos top-34 que disputa o título mundial da World Surf League.

Michael February (Foto: Kelly Cestari – WSL)

“Quando você surfa contra o Jordy (Smith), você tem que dar o seu melhor, pois ele é muito bom e foi bem legal assisti-lo dentro d´água”, disse Michael February, que já venceu três provas do QS 1000 na África do Sul esse ano. “É incrível competir contra ele, porque realmente é um surfista fantástico. Estou muito feliz por chegar nas semifinais num evento tão importante, é o meu melhor resultado da carreira e espero me manter entre os dez primeiros do ranking nas próximas etapas até o fim do ano”.

MUDANÇAS NO G-10 – O resultado do QS 10000 Ballito Pro provocou quatro mudanças no G-10. O vice-campeão Willian Cardoso recebeu 20.000 dólares e 8.000 pontos que o levaram do 29.o para o segundo lugar no ranking. Mas, o primeiro a entrar na zona de classificação para o CT 2018 foi o norte-americano Griffin Colapinto, que subiu da 11.a para a sétima colocação com o nono lugar nas oitavas de final. Os outros dois foram os que perderam nas semifinais. Michael February pulou da 21.a para a quarta posição, enquanto Mikey Wright saltou da 87.a para a 11.a e está fechando o G-10 porque Jordy Smith dispensa a vaga do QS.

Mikey Wright (Foto: Kelly Cestari – WSL)

Os quatro acabaram tirando da lista o francês da Ilha Reunião, Jorgann Couzinet, que caiu do quarto para o 12.o lugar no ranking, o australiano Soli Bailey, de sexto para 15.o, o norte-americano Ian Crane, de oitavo para 21.o, e o brasileiro Flavio Nakagima, de décimo para 14.o. O catarinense Alejo Muniz chegou a entrar no G-10 durante a semana, mas parou na quarta fase da competição e até caiu no ranking, pois chegou em Ballito em 14.o lugar e agora é o 18.o colocado na classificação geral das 31 etapas completadas na África do Sul.

Entre os seis que permaneceram no G-10, o líder Jessé Mendes sai de Ballito com a vaga no CT 2018 confirmada por antecipação no meio da temporada. O catarinense Yago Dora subiu do quinto para o terceiro lugar. O havaiano Keanu Asing foi de nono para sexto. Já os outros três perderam posições. O australiano Cooper Chapman só desceu uma, da sétima para a oitava. Mas, o ex-vice-líder Alex Ribeiro e o japonês Hiroto Ohhara caíram sete. O brasileiro tinha vencido as duas etapas anteriores da “perna sul-africana” e perdeu na estreia em Ballito, despencando para o nono lugar. E Ohhara foi da terceira para a décima posição.

 

G-10 DO WSL QUALIFYING SERIES – após a 31.a etapa na África do Sul:

1.o: Jessé Mendes (BRA) – 22.060 pontos

2.o: Willian Cardoso (BRA) – 12.095

3.o: Yago Dora (BRA) – 11.960

4.o: Michael February (AFR) – 10.550

5.o: Jordy Smith (AFR) – 10.000 com vaga pelo CT

6.o: Keanu Asing (HAV) – 9.450

7.o: Griffin Colapinto (EUA) – 9.280

8.o: Cooper Chapman (AUS) – 9.260

9.o: Alex Ribeiro (BRA) – 8.900

10.o: Hiroto Ohhara (JPN) – 8.830


sexta 07 de julho 2017

JESSÉ MENDES CONSEGUE VAGA PARA

O MUNDIAL DE 2018.



quarta 05 de julho 2017

GAÍBU SEGURA O TUFÃO





SEGUNDA 03 DE JULHO 2017.

TIAGO SILVA (PE) SEM GRANA FAZ FINAL 

EM FORTALEZA.




SEXTA 30 DE JUNHO 2017

JUNHO SE CONSAGRA.




QUINTA 29 DE JUNHO 2017.

SÃO PEDRO DERRAMA ÁGUA



QUARTA 28 DE JUNHO 2017

TEMPESTADE CHEGA COM TUDO.



TERÇA 27 DE JUNHO 2017

GAÍBU FUNCIONA NA SECANTE.


Segunda 26 de junho 2017

EMANUEL DE SOUZA DETONA EM BF

VEJA RESULTADOS:

http://www.surfcore.com.br/system/2017/detonacao/index.php?etapa=2&tab=2

sábado 24 de junho 2017

SÁBADO DA DETONAÇÃO EM BF.


Sexta 23 de junho 2017

COMEÇA A DETONAÇÃO EM BF.



QUARTA FEIRA 21 DE JUNHO 2017

BF RECEBE ETAPA DO DETONAÇÃO.



Domingo 18 de junho 2017

SEMANA COM BOAS ONDAS.


Quinta feira 15 de junho 2017

MATT WILKINSON FATURA FIJI E

SOBE AO TOPO DO RANKING.


Domingo 11 de junho 2017.

BOAS ONDAS NO FINAL DE SEMANA.

QUARTA FEIRA 07 DE JUNHO 2017.

FIJI PAROU.
Sem condições de competições, Fiji Parou só deve voltar
dia 13 de junho. Se fosse no Brasil já estaria o maior
ti ti ti. Previsão falhou feio.

SEGUNDA 05 DE JUNHO 2017

FIA JUNIOR AVANÇA AO ROUND 05

DOMINGO 04 DE JUNHO 2017

SÓ 03 NO ROUND 03


SÁBADO 03 DE JUNHO 2017

AMERICANA VENCE EM FIJI.



TERÇA 30 DE MAIO 2017

MAIO VAI ATÉ O FIM COM BOAS ONDAS.



SEGUNDA 29 DE MAIO 2017

SAQUAREMA SUPER GALERIA.


sábado 27 de maio 2017

ESSE NÃO PODE FALTAR AO SURF.

SEXTA 26 DE MAIO 2017.

MAIO CONTINUA COM ONDA.


QUINTA 25 DE MAIO 2017

PARQUE ABERTO.


quarta 24 de maio 2017

BANCADAS FUMAÇANDO.


TERÇA 23 DE MAIO 2017

JOHN JONH NA JUNÇÃO.


SEGUNDA 22 DE MAIO 2017

SONHANDO COM O BICAMPEONATO.


DOMINGO 21 DE MAIO 2017

VALEU SAQUAREMA.

sexta 19 maio 2017.

SAQUAREMA É O LUGAR.

QUINTA FEIRA 18 DE MAIO 2017

SAQUAREMA COM SHOW LOCAL.


quarta feira 17 de maio 2017.

MINEIRINHO É CAMPEÃO EM ITAÚNA



EM EVENTO DE DORA, ADRIANO É REI.

Sensacional a etapa 04 da WSL que acabou a pouco na praia de
Itaúna em Saquarema, o Adriano de Souza foi o grande campeão
derrotando na final o australiano Adrian Buchan que surfou muito
valorizando ainda mais a vitória do Mineirinho.
Nesses 08 dias de campeonato a torcida escolheu o Yago Dora para 
vencer o evento, afinal ele teve um história de campeão, venceu a
triagem, caiu em duas repescagens, derrotou 03 campeões mundiais
e perdeu na semi final para o campeão do evento. 
Foi uma tragetória espetacular que empolgou a todos em Saquarema
mostrando para o mundo que ano que vem teremos um novo atleta
na elite mundial.
Saquarema também se consagrou como Capital Mundial do Surfe
realizando um evento de alto nível, sem nenhuma ocorrência, com
alto astral e muito Surf na veia. Um encontro com os melhores do 
mundo no melhor lugar do Rio de Janeiro.
Nesse cenário mágico Mineirinho foi o melhor e virou REI.


DOMINGO 14 DE MAIO 2017

TYLER WRIGTH É TRI NO RIO
.

A australiana Tyler Wrigth foi a campeã da etapa Brasil da
WSL em Saquarema. Com um surf muito poderoso não deu
chances as suas adversárias. PARABÉNS CAMPEÃ.


SÁBADO 13 DE MAIO 2017

FILIPINHO FAZ INTERFERÊNCIA RECLAMA

DOS JUIZES E PEGA PUNIÇÃO.

Noticia que caiu como uma bomba hoje em Saquarema, Filipe Toledo foi multado e suspenso pela WSL. Todo mundo esperava uma multa pela confusão que ele fez ao tentar invadir a sala dos juízes depois que perdeu a bateria para Kanoa Igarashi fazendo uma interferência no começo da bateria, mas ser suspenso de Fiji por causa disso foi um pouco demais. Ano complicado para os brasileiros.


SEXTA 12 DE MAIO 2017
SAQUAREMA VOLTA A BOMBAR.


quinta 11 de maio 2017

PARADO MAIS AGITADO.



quarta 10 de maio 2017

SAQUAREMA PAROU.


terça 09 de maio 2017

SAQUAREMA ESTRÉIA COM GARFO DE OURO.



SEGUNDA 08 DE MAIO 2017

GALERIA DO SURF MASTER NORDESTE.


domingo 07 de maio 2017

POTIGUAR FAZ A FESTA EM ITAPUAMA.


sábado 06 de maio 2017

MUITA CHUVA E MUITO SURF.


sexta 05 de maio 2017

TREINO EM ITAPUAMA PARA O MASTER.


SWELL ENTRA NO SEGUNDO EXPEDIENTE.


terça 02 de maio 2017

TERRAL SOPRA NA TERÇA.


SEGUNDA 01 DE MAIO 2017

MAIO COMEÇA TRONCHO.

 





DOMINGO 30 DE ABRIL 2017.

SAQUAREMA RECEBE SWELL GIGANTE.


SEXTA 28 DE ABRIL 2017

CRISE AFETA O SURFE.


quinta 27 de abril 2017

ÍTALO FERREIRA FORA DO BRASIL.


SEGUNDA 24 DE ABRIL 2017

TAL PAI, MELHOR FILHO.



quarta 19 de abril 2017

CAIO IBELLI PERDE, MAS FESTEJA.


O paulista Caio Ibelli barrou o campeão mundial John John Florence com uma virada espetacular no último minuto da semifinal, mas não conseguiu superar o vice-campeão, Jordy Smith, na decisão do título do Rip Curl Pro Bells Beach. Os dois deram um show nas ótimas direitas de 6-8 pés da quarta-feira e o sul-africano ganhou a final por 18,90 a 17,46 pontos, para badalar o sino do troféu da vitória que não conseguiu no ano passado contra o australiano Matt Wilkinson. Mas, o brasileiro também festejou bastante no seu primeiro pódio em etapas do World Surf League Championship Tour.

Caio Ibelli (Foto: Kelly Cestari – WSL)

“Esse é um evento que a gente tem no caderninho de querer ir pra final dele. As ondas estavam alucinantes o dia inteiro, tinha tamanho, tinha força, então foi um campeonato alucinante e não tenho nem palavras”, disse Caio Ibelli. “Quando eu era um pivetinho, o Jordy (Smith) já tava fazendo sessões de vídeo, então todas essas coisas somam e criam esse momento único que estou vivendo hoje (quarta-feira). Tenho uma equipe que trabalha comigo que me dá todo o suporte, me deixando confortável para competir em todas as condições e vamos pra próxima agora, ir lá pro Rio (de Janeiro) ver a brasileirada torcendo por nós lá”.

Outros três brasileiros competiram no último dia em Bells Beach. Adriano de Souza e Filipe Toledo perderam nas quartas de final e Wiggolly Dantas no duelo com Mineirinho na quinta fase. A próxima apresentação dos melhores surfistas do mundo é no Brasil, de 9 a 20 de maio em Saquarema, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. Caio Ibelli tem 23 anos de idade e no ano passado recebeu o prêmio de melhor estreante da temporada. Ele foi apenas o terceiro brasileiro da história a decidir o título na etapa mais antiga do Circuito Mundial e subiu do 19.o para o sétimo lugar no ranking com o vice-campeonato no Rip Curl Pro.

“No começo da bateria, eu peguei a primeira onda que não era boa, então ele ficou com a prioridade e conseguiu fazer boas notas no início”, contou Caio Ibelli. “No finalzinho, fiz minha melhor onda e quando falaram que a última do (lycra) vermelho tinha sido 9,63 eu vibrei, mas dez segundos depois ouvi, nota do azul, 9,77, aí eu ia precisar de outro nove, nossa, foi alucinante. Dias atrás eu estava na casa do Jordy (Smith), batendo um rango com os caras, conversando, então estar numa final com ele foi demais. Ele já vem aqui uns 15 anos e essa é só minha segunda vez, então estou amarradão”.

Jordy Smith (Foto: Kelly Cestari – WSL)

A bateria final foi eletrizante. Jordy Smith começou imprimindo um ritmo muito forte, escolhendo boas ondas para largar na frente com notas 7,00, 9,10 e 8,53 seguidas. Caio Ibelli demorou para reagir, mas entrou na briga quando tirou 7,83 em sua primeira onda boa. Em outra melhor ainda, mostrou seu potencial com grandes arcos, alongando as rasgadas e atacando o crítico da onda com manobras mais explosivas para tirar 9,63 e passar a frente. Só que o sul-africano logo deu o troco com um surfe altamente veloz e progressivo para ganhar 9,77. Depois, ainda tira um 9,13 para selar a vitória por 18,90 a 17,46 pontos.

“Não consigo nem acreditar. Fiquei em segundo no ano passado e agora ser campeão é incrível”, disse Jordy Smith. “Quando eu tirei um 9, a pressão diminuiu um pouco, mas em seguida o Caio (Ibelli) continuou atacando e vi que tinha mais trabalho pela frente. Ele é um surfista incrível e surfou muito bem esse evento todo. Eu venho tentando ganhar este campeonato há 10 anos e conseguir agora é um sentimento incrível, um grande sonho se tornando realidade para mim. Depois de alguns anos sofrendo com lesões, sinto que as peças do quebra-cabeça estão se encaixando este ano. Minha esposa e minha família estão comigo e não poderia conseguir nada disso sem o apoio deles”.

VIRADA NO CAMPEÃO – Caio Ibelli festejou dentro do mar o vice-campeonato em sua primeira final no CT e numa etapa que aconteceu com altas ondas em todos os dias. Seu grande momento foi na semifinal com John John Florence. Ele começou forte com nota 8,90, liderando a bateria até o havaiano destruir uma onda com uma série de manobras que arrancou nota 10 de três dos cinco juízes e a média ficou em 9,93. Na seguinte tirou 7,50 e assumiu a ponta da bateria. Aí veio uma longa calmaria e outra série boa de ondas só entrou no último minuto. Florence tinha a prioridade de escolha e foi na primeira, mas a de trás era maior e Caio Ibelli aproveitou a chance para arriscar mais as manobras, atacando a onda até explodir a junção na finalização. A nota saiu 8,73 e virou o placar para 17,63 a 17,43 pontos.
 

TOP-22 DO JEEP WSL RANKING 2017 – após as 3 primeiras etapas na Austrália:

1.o: John John Florence (HAV) – 23.000 pontos

2.o: Jordy Smith (AFR) – 19.200

2.o: Owen Wright (AUS) – 19.200

4.o: Adriano de Souza (BRA) – 14.400

5.o: Kolohe Andino (EUA) – 13.750

6.o: Filipe Toledo (BRA) – 12.200

7.o: Caio Ibelli (BRA) – 11.500

8.o: Joel Parkinson (AUS) – 10.950

9.o: Matt Wilkinson (AUS) – 10.250

10: Sebastian Zietz (HAV) – 9.750

11: Gabriel Medina (BRA) – 8.750

11: Ezekiel Lau (HAV) – 8.750

13: Kelly Slater (EUA) – 8.700

13: Connor O´Leary (AUS) – 8.700

15: Conner Coffin (EUA) – 8.500

16: Julian Wilson (AUS) – 7.500

16: Jeremy Flores (FRA) – 7.500

16: Jack Freestone (AUS) – 7.500

19: Michel Bourez (TAH) – 7.450

19: Mick Fanning (AUS) – 7.450

19: Frederico Morais (PRT) – 7.450

22: Italo Ferreira (BRA) – 6.200


SEGUNDA 17 DE ABRIL 2017

AMERICANA BRILHA EM BELLS.


SÁBADO 15 DE ABRIL 2017

VIA CRUCIS.



SEXTA 14 DE ABRIL 2017

FILIPINHO É 10 EM BELLS.


QUARTA 12 DE ABRIL 2017

BALANÇO SANTO.


SEGUNDA 10 DE ABRIL 2017

SEGUNDA ALINHADA.



domingo 09 de abril 2017

JOHN JOHN ESPETACULAR VENCE EM MARGARET.

O campeão mundial John John Florence estava simplesmente imbatível no domingo, batendo recordes a cada bateria com seu ataque agressivo de frontside nas direitas de 6-8 pés de Main Break, no último dia do Drug Aware Margaret River Pro na Austrália. Com a vitória massacrante, por 19,03 pontos de 20 possíveis, na final com o norte-americano Kolohe Andino, o havaiano recuperou a lycra amarela do Jeep WSL Leader, perdida para o australiano Owen Wright na Gold Coast. Kolohe chegou na decisão do título vencendo Filipe Toledo na semifinal que chegou a ser interrompida pela ameaça de tubarões na área do campeonato.

Filipe Toledo (Foto: Matt Dunbar – WSL)

O brasileiro vencia a bateria antes da comissão técnica decidir retirar os dois do mar pela presença de grandes cardumes de salmões, que atraem tubarões. Rapidamente, os jet-skies chegaram neles para resgata-los até a praia por precaução. Eles retornaram depois de um tempo para disputar os cerca de 15 minutos finais e o mar estava bem melhor, com mais ondas boas entrando para os dois decidirem a segunda vaga na grande final.

Logo o californiano tira a liderança de Filipe com nota 7,83 na melhor onda surfada até ali. O brasileiro volta para a briga escolhendo bem uma direita da série, maior, explode a parte mais crítica na primeira manobra, alonga bastante a segunda para usar todo o espaço e ataca forte a junção na finalização para tirar a maior nota – 8,67 – da bateria. Mas, na onda de trás, Kolohe repete a dose em outra boa direita que tira 7,80 para confirmar a vitória por 15,63 a 15,00 pontos, deixando Filipe Toledo e o Brasil em terceiro lugar no campeonato.

“Teve aquele imprevisto ali com os tubarões e, quando voltamos de jet-ski, os peixes estavam todos lá ainda”, contou Filipe Toledo, que passou a dividir a oitava posição no ranking com Gabriel Medina. “Então, foi um pouco difícil se concentrar e surfar tranquilo, porque você não sabia se poderia acontecer alguma coisa, mas estou feliz por estar vivo. Estou feliz por estar aqui fazendo o que eu amo e quero agradecer a Deus pela oportunidade de surfar altas ondas hoje (domingo). Foi um bom resultado e estou me sentindo bem confiante para ir para Bells (próxima etapa) e quebrar tudo lá”.

Filipe Toledo começou o domingo ganhando o duelo brasileiro com o campeão mundial Adriano de Souza. Antes deles, John John Florence tinha surfado um tubaço incrível em sua primeira onda que valeu nota 9,27 e ainda massacrou outra com a potência das suas manobras para tirar 8,77 na vitória por 18,04 a 15,77 sobre o taitiano Michel Bourez. Já no primeiro confronto do dia, Owen Wright só conseguiu pegar uma onda contra Jack Freestone e era a chance que John John precisava para recuperar a primeira posição no ranking. Mas, só se vencesse o Drug Aware Margaret River Pro.

Adriano de Souza (Foto: Matt Dunbar – WSL)

DUELO BRASILEIRO – Nas quartas de final foi assim, uma bateria com ondas fracas e uma com altas ondas, como a do atual campeão mundial. Os brasileiros competiram numa hora ruim do mar e Filipe Toledo aproveitou bem as oportunidades que teve para vencer por 12,83 a 10,33 de Adriano de Souza. Foi a volta de Filipe Toledo as semifinais no CT, feito que não conseguia desde a etapa de Trestles de 2015 nos Estados Unidos, quando também ficou em terceiro lugar sendo barrado pelo campeão do Hurley Pro aquele ano, Jordy Smith.

“Foi uma bateria bem apertada, eu e o Adriano (de Souza) com scores medianos, aí ele não conseguiu entrar numa onda e teve uma troca de prioridade para mim. No final, também peguei uma onda boa e estou amarradão por ter passado”, disse Filipe Toledo. “O Adriano é um cara que a gente tem como ídolo, que eu sempre admirei desde criança e podendo estar aqui competindo com ele é um momento muito especial”.

Adriano de Souza iniciou a campanha do seu título mundial em 2015 com vitória no Drug Aware Margaret River Pro, batendo o próprio John John Florence na final em Main Break. Dessa vez, Mineirinho ficou em quinto lugar, mas assumiu a quarta posição no ranking e é o único brasileiro com chances matemáticas de brigar pela lycra amarela do Jeep WSL Leader no Rip Curl Pro Bells Beach, que começa quarta-feira em Victoria, na gelada região sul da Austrália.

“Foi uma bateria bem difícil com o Filipe (Toledo). Eu observei bem o Owen (Wright) e ele fez um erro que foi fatal para ele não avançar, então tentei não errar, mas acabei errando mais de duas vezes”, analisou Adriano de Souza. “Mesmo assim, eu tinha a oportunidade de vencer nos 5 minutos finais, só que as ondas não vieram, então agora é pensar em Bells. Esse resultado me deu muita motivação para ir bem lá. Meu objetivo é sair com uns 15.000 pontos no ranking aqui da Austrália, já tenho quase 10.000 (9.200), então quero no mínimo fazer a semifinal lá em Bells”.

John John Florence (Foto: Ed Sloane – WSL)

TÍTULO MERECIDO – No domingo em Margaret River, só deu John John Florence. Ele parecia abençoado. Entrava no mar e as ondas melhoravam, apareciam para ele e ninguém atacou as direitas de Main Break como o havaiano no último dia. O campeão mundial encontrou a fórmula certa para tirar as maiores notas, com longos arcos combinados com batidas e rasgadas muito fortes, sem perdoar as junções nas finalizações. Foi assim que ele liquidou Jack Freestone na semifinal por incríveis 19,27 pontos com notas 9,90 e 9,37. E também não deu qualquer chance para Kolohe Andino com os 19,03 pontos que totalizou na bateria final, com o 9,63 da sua primeira onda e o 9,40 da última.

“Este é um dos meus lugares favoritos no mundo, pois tem uma abundância de ondas diferentes e surpreendentes”, disse John John Florence. “A multidão que vem no evento é incrível e é um campeonato muito especial. Obrigado a minha mãe e família. Minha mãe sempre levava eu e meus irmãos para competir quando éramos crianças, sempre nos apoiou e gostaria que ela estivesse aqui para comemorar, mas sei que estão assistindo em casa. Obrigado também a toda a minha equipe pelo grande suporte, sinto que aprendi bastante no ano passado e foi muito legal fazer a final com o Kolohe (Andino). Ele sempre me ganhou nos eventos nacionais quando éramos crianças, então foi bom dar o troco nele agora (risos)”.

TOP-22 DO JEEP WSL RANKING 2017 – após as 2 primeiras etapas:

1.o: John John Florence (HAV) – 16.500 pontos

2.o: Owen Wright (AUS) – 15.200

3.o: Kolohe Andino (EUA) – 12.000

4.o: Jordy Smith (AFR) – 9.200

4.o: Adriano de Souza (BRA) – 9.200

6.o: Matt Wilkinson (AUS) – 8.500

7.o: Conner Coffin (EUA) – 8.000

8.o: Gabriel Medina (BRA) – 7.000

8.o: Filipe Toledo (BRA) – 7.000

8.o: Jack Freestone (AUS) – 7.000

11: Kelly Slater (EUA) – 6.950

11: Joel Parkinson (AUS) – 6.950

11: Connor O´Leary (AUS) – 6.950

14: Julian Wilson (AUS) – 5.750

14: Sebastian Zietz (HAV) – 5.750

14: Jeremy Flores (FRA) – 5.750

17: Michel Bourez (TAH) – 5.700

17: Italo Ferreira (BRA) – 5.700

19: Caio Ibelli (BRA) – 3.500

19: Miguel Pupo (BRA) – 3.500

19: Ian Gouveia (BRA) – 3.500

22: Adrian Buchan (AUS) – 2.250

 

22: Jadson André (BRA) – 2.250


sexta 07 de abril 2017

ARGENTINA ABRE CALENDÁRIO.


quarta feira 05 de abril 2017

MUNDIAL CONTINUA PARADO

Ainda continua sem condições de finalizar o evento na Austrália.
Amanhã vai faltar apenas 03 dias para o encerramento da janela,
vamos ver que avança para a semi final Mineirinho ou Filipe Toledo.


sexta 31 de março 2017

MINEIRINHO AVANÇA AS QUARTAS.


quinta 30 de março 2017

FILIPINHO, PUPO E MINEIRINHO VOLTAM

DA REPESCAGEM NA AUSTRÁLIA 





quarta 29 de março 2017
MUNDIAL COMEÇA

FIA JUNIOR AVANÇA EM CIMA DO LÍDER.


terça feira 28 de março 2017

SEGUNDA ETAPA DO MUNDIAL COMEÇA HOJE.

Hoje já é amanhã na Austrália, e daqui à sete horas teremos a abertura
da janela para a segunda etapa que aconteec em Margaret River. A expectativa
é que tenhamos grandes ondas. Nosso time depois de perder o Ítalo Ferreira
terá a participação do Jessé Mendes convidado do evento. Na primeria bateria
teremos a particpação do KS, Mick Fanning e do estreante Leonardo Fioravanti.



SÁBADO 25 DE MARÇO 2017

PARAIBANO VAI COMEÇAR NO MACACO.


SEXTA 24 DE MARÇO 2017

ÍTALO FICA FORA DO MUNDIAL.


QUARTA 22 DE MARÇO 2017

ÍTALO FERREIRA SE MACHUCA EM TREINO.

terça 21 de março 2017

FLAT VOLTA A ASSOMBRAR PERNAMBUCO.




DOMINGO 19 DE MARÇO 2017

OWEN VOLTOU.

GILMORE VOLTA AO TOPO.



SÁBADO 18 de março 2017

ÍTALO E MEDINA ENTRE OS 08 MELHORES.


SEXTA 17 DE MARÇO 2017

FIA JUNIOR VENCE SUA PRIMEIRA BATERIA.



QUINTA 16 DE MARÇO 2017

ABERTURA COMPLICADA NA AUSTRÁLIA.


QUARTA 15 DE MARÇO 2017

SORTUDO RECEBE PRANCHA ILLUSION.


TERÇA 14 MARÇO 2017

MUNDIAL PARADO.

CIRCUITO MUNDIAL NÃO COMEÇA.

Com janela de 12 dias dois já foram comidos. A etapa inaugural do circuito Slater não começou 
por falta de condições de ondas na primeira bateria teremos o potiguar Jadson André.

http://www.worldsurfleague.com/…/…/quiksilver-pro-gold-coast



segunda 13 de março 2017

SEGUNDA SEM LEI PERFEITA.


Sábado 11 de março 2017

VERÃO SEM ONDA.


SEXTA 10 DE MARÇO 2017

JORNAL DO COMMÉRCIO ERRA FEIO.


QUINTA 09 DE MARÇO 2017

A CAIXA PRETA DA WSL.


QUARTA 08 DE MARÇO 2017

VIVA AS MULHERES, ESSE É O DIA.


TERÇA 07 DE MARÇO 2017

COMEÇA A POLÊMICA OLÍMPICA.


DOMINGO 05 DE MARÇO 2017

JESSE MENDES ASSUME LIDERANÇA DO ACESSO.



Brasileiro assume a liderança da DIVISÃO de acesso a elite, detonando o carrasco dos brasileiros.

Jesse Mendes
 campeão do Australian Open of Surfing com uma vitória sensacional
por 18,13 a 18,00 pontos sobre o favorito ao título, 
Julian Wilson, conseguindo uma nota 9,40
logo após o australiano fazer um 9,33 na onda anterior. O novo líder do WSL Qualifying Series
foi finalista nas duas etapas do QS 6000 esse ano. Em Newcastle perdeu a decisão verde-amarela
para 
Yago Dora e agora festeja uma grande vitória. É o Brasil começando bem a temporada 
na Austrália.

No feminino vitória da havaiana Malia Nanuel que apresentou um Surf de alto
nível. Parabéns aos dois.

sexta 03 de março 2017

SCOOBY ABRE A CABEÇA EM NAZARÉ.

quinta 02 de março 2017

AUSTRALIAN OPEN 6000 AGITA MANLY BEACH

O QS 6000 Australian Open of Surfing começou na segunda-feira com as meninas e a peruana Melanie Giunta estreou com vitória nas ondas de Manly Beach, em Sydney, na Austrália. Na terça-feira, foi realizada a rodada inicial masculina e mais quinze sul-americanos passaram suas primeiras baterias. Oito brasileiros sairam mar em primeiro lugar e Samuel Pupo fez os recordes do dia – nota 8,83 e 16,60 pontos. Outros paulistas, David do Carmo, Flavio Nakagima, Thiago Guimarães e Marcos Correa, o catarinense Willian Cardoso, o baiano Marco Fernandez e o pernambucano Luel Felipe, também começaram com vitórias no segundo QS 6000 do ano na Austrália.

David do Carmo (Foto: Tom Bennett - WSL)
David do Carmo (Foto: Tom Bennett – WSL)

Os outros sete se classificaram em segundo lugar nas suas baterias, os brasileiros Robson Santos e Rafael Teixeira, os peruanos Juninho Urcia, Alonso Correa, Lucca Mesinas Novaro, Joaquin del Castillo e o argentino Leandro Usuna, atual campeão sul-americano da WSL South America. Os que triunfaram na terça-feira vão enfrentar os cabeças de chave do Australian Open of Surfing na segunda e última rodada de 24 baterias em que foram divididos os 144 participantes do QS 6000 de Sydney.

Oito sul-americanos foram eliminados no primeiro dia, mas outros nove ainda vão estrear nas ondas de Manly Beach, como os novos líderes do ranking do WSL Qualifying Series, o catarinense Yago Dora e o paulista Jessé Mendes, que decidiram o título do primeiro QS 6000 da temporada no último domingo em Newcastle. O campeão Yago Dora encabeça a 11.a bateria da segunda fase do Australian Open, completada pelo australiano Kalani Ball e os norte-americanos Griffin Colapinto e Cam Richards. E Jessé Mendes está na 22.a com o argentino Leandro Usuna, o americano Patrick Gudauskas e o australiano Tom Whitaker.

DOBRADINHAS BRASIL E PERU – Na terça-feira, já aconteceram seis baterias com participação dupla de surfistas da América do Sul. Na primeira delas, a quarta do dia, o brasileiro Willian Cardoso e o peruano Juninho Urcia despacharam o americano Parker Coffin e o australiano Brent Dorrington. E a dobradinha Brasil e Peru se repetiu na sétima bateria, vencida por David do Carmo com o peruano Alonso Correa ganhando a briga pela segunda vaga do chileno Manuel Selman e do havaiano Finn McGill.

Dois brasileiros entraram na disputa seguinte e Thiago Guimarães estreou com vitória, mas o carioca Lucas Silveira, campeão mundial Pro Junior de 2015 da World Surf League, foi barrado pelo francês Nomme Mignot. Na 14.a bateria, o peruano Joaquin del Castillo avançou em segundo lugar e o uruguaio Marco Giorgi ficou em último, assim como o peruano Tomas Tudela na 16.a, vencida pelo pernambucano Luel Felipe. Na vigésima, a última chance de dobradinha sul-americana também não foi concretizada no confronto direto entre Brasil e Austrália, O capixaba Rafael Teixeira passou junto com Wade Carmichael, mas o catarinense Yuri Gonçalves perdeu em terceiro lugar.

Thiago Guimaraes (Foto: Tom Bennett - WSL)
Thiago Guimaraes (Foto: Tom Bennett – WSL)

MELHOR DO DIA – Entre os sul-americanos que competiram sozinhos com três surfistas de outros continentes, o grande destaque foi o jovem brasileiro Samuel Pupo, que acertou os aéreos para fazer os recordes da terça-feira em Manly Beach. Sua melhor onda valeu nota 8,83 e ninguém conseguiu superar os 16,60 pontos que ele totalizou na décima bateria, contra Charles Martin, de Guadalupe, o americano Cory Arrambide e o australiano Luke Hynd. Antes dele, o baiano Marco Fernandez e o paulista Marcos Correa já haviam estreado com vitórias e o peruano Lucca Mesinas Novaro passado em segundo lugar nas suas baterias.

CAMPEÕES SUL-AMERICANOS – Depois de Samuel Pupo colocar o Brasil no topo da lista de recordes do Australian Open of Surfing, o também paulista Flavio Nakagima conseguiu a última vitória verde-amarela contra três representantes de outros continentes. E a lista dos sul-americanos classificados na terça-feira é completada pelos dois últimos campeões da WSL South America, o brasileiro Robson Santos de 2015 e o argentino Leandro Usuna de 2016, que avançaram em segundo lugar nas suas baterias.

Os dois acabaram seguindo para confrontos encabeçados por brasileiros na segunda fase. Leandro Usuna foi para o 22.o, do vice-líder do ranking, Jessé Mendes. Eles vão competir contra o norte-americano Patrick Gudauskas e o australiano Tom Whitaker. Já Robson Santos foi para a 12.a bateria, dos cabeças de chave Alex Ribeiro e Kanoa Igarashi, dos Estados Unidos, com o australiano Mikey Wright sendo o outro concorrente por duas vagas para a terceira fase.

DUPLA PARTICIPAÇÃO – Além dessas duas, mais cinco baterias terão participação dupla de sul-americanos na segunda fase. Classificados na terça-feira, o brasileiro Marco Fernandez e o peruano Juninho Urcia completaram a terceira bateria, encabeçada pelo havaiano Ezekiel Lau e o australiano Dion Atkinson. Na disputa seguinte, o argentino Santiago Muniz estreia junto com o australiano Jack Freestone, contra Willian Cardoso e o português Miguel Blanco. E a quinta bateria terá o brasileiro Marcos Correa e o peruano Lucca Mesinas Novaro contra os australianos Connor O´Leary e Kai Otton.

Na oitava, tem Brasil e Peru de novo disputando classificação, com Thiago Guimarães e Alonso Correa enfrentando o português Frederico Morais e o sul-africano Beyrick De Vries. Na décima, o baiano Bino Lopes e o recordista Samuel Pupo fazem um confronto direto Brasil x Austrália com Cooper Chapman e Dean Bowen. E na 16.a bateria, a última participação dupla com os brasileiros Hizunomê Bettero e Luel Felipe contra o italiano Leonardo Fioravanti e o australiano Chris Zaffis.


28 de fevereiro 2017

YAGO VENCE NA AUSTRÁLIA.

Uma final verde-amarela fechou o primeiro campeonato importante da World Surf League na temporada 2017, com mais um jovem talento do surfe brasileiro brilhando no tradicional Surfest Newcastle da Austrália. Ninguém sobreviveu ao ataque aéreo do catarinense Yago Dora, 20 anos, no domingo em Merewether Beach. Na final contra o paulista Jessé Mendes, 24, ele foi aumentando a vantagem a cada voo, até arrancar nota 10 unânime dos juízes num aéreo incrível que garantiu a sua primeira vitória no Circuito Mundial. Com o título no QS 6000 Maitland and Port Stephens Toyota Pro, Yago Dora assumiu a liderança do WSL Qualifying Series e Jessé Mendes é o segundo colocado no ranking das nove etapas de 2017.

Yago Dora (Foto: Tom Bennett - WSL)
Yago Dora (Foto: Tom Bennett – WSL)

“Quero agradecer toda a galera que estava torcendo no Brasil pela transmissão ao vivo, aos brasileiros que estão aqui na praia também e essa final 100% brasileira foi animal”, disse Yago Dora, no pódio do Surfest Newcastle. “As ondas aqui estavam incríveis ontem e hoje (domingo) e foi muito legal fazer a final com o Jessé (Mendes), que é um grande amigo meu no ‘tour’ e tinha me estraçalhado na última vez que nos enfrentamos. Foi a minha primeira vitória e estou feliz por ter sido aqui na Austrália, num campeonato tão importante, com tanta história, e espero que tenha muitas ainda por vir”.

As condições do mar no domingo estavam muito favoráveis para Yago Dora mostrar o seu arsenal de aéreos de frontside nas esquerdas de Merewether Beach. Elas formavam rampas perfeitas para o catarinense voar nas ondas e aterrissar depois de giros completos no ar cada vez mais altos. Na final, completou um “reverse full rotation” sensacional, que ganhou nota 10 unânime dos cinco juízes e outros aéreos já tinham recebido notas 8,00, 8,27 e 8,83. Jessé Mendes não teve o que fazer e Yago Dora festejou sua primeira vitória no Circuito Mundial, logo num dos eventos mais tradicionais do esporte na Austrália, o Surfest Newcastle.

“Foi divertido competir contra meu amigo de infância na final”, disse Jessé Mendes. “Tivemos algumas boas baterias no passado, eu ganhei a última, então agora foi a vez dele. Estou feliz porque sinto que surfei bem durante todo o campeonato, mas na final o Yago (Dora) não me deu qualquer chance. Eu só quero continuar fazendo o que estou fazendo, pois sinto que esse evento foi positivo para mim e estou contente pelo resultado também”.

Jessé Mendes (Foto: Tom Bennett - WSL)
Jessé Mendes (Foto: Tom Bennett – WSL)

MAIORIA BRASILEIRA – Entre os oito surfistas que chegaram no domingo decisivo, metade era do Brasil. O catarinense Willian Cardoso perdeu o primeiro duelo das quartas de final para o norte-americano Ian Crane. Mas, Jessé Mendes despachou o francês Jorgann Couzinet no segundo e o terceiro foi 100% catarinense, entre Yago Dora e Alejo Muniz, campeão desta etapa de Newcastle em 2015. Nesta bateria, Yago completou seu primeiro grande aéreo do dia na onda que valeu nota 9,5, para vencer por 16,33 a 13,60 pontos.

Nas semifinais, Jessé Mendes usou sua variedade de manobras de borda e aéreas também para liquidar o norte-americano Ian Crane por 14,67 a 11,76 pontos. E Yago Dora teve mais trabalho no confronto com o australiano Mitch Coleborn, que é de uma escola diferente, mais baseada no “power surf”. Foi, talvez, a bateria mais difícil para o catarinense durante toda a semana em Merewether Beach, mas ele conseguiu uma nota 7,67 que fez a diferença no placar apertado de 12,94 a 12,27 pontos.

BRASIL NO RANKING – O resultado do QS 6000 Maitland and Port Stephens Toyota Pro praticamente formou o novo ranking do WSL Qualifying Series 2017. Ele agora é encabeçado pelos brasileiros Yago Dora e Jessé Mendes, que já tinham disputado as duas etapas realizadas no Havaí, em Sunset Beach e em Pipeline. Abaixo deles estão os semifinalistas em Newcastle, com o americano Ian Crane em terceiro lugar e o australiano Mitch Coleborn em quarto.

Outros dois brasileiros também passaram a figurar na lista dos dez surfistas que sobem para o grupo dos top-34 que disputa o título mundial da World Surf League, com os resultados conquistados no Surfest Newcastle. Os catarinenses Alejo Muniz e Willian Cardoso perderam nas quartas de final nesta primeira etapa que disputaram esse ano e dividem a nona posição no ranking com o italiano Leonardo Fioravanti, quinto colocado também no domingo.

G-10 DO WSL QUALIFYING SERIES 2017 – ranking das 9 primeiras etapas:

1.o: Yago Dora (BRA) – 6.785 pontos

2.o: Jessé Mendes (BRA) – 4.980

3.o: Ian Crane (EUA) – 4.710

4.o: Mitch Coleborn (AUS) – 4.450

5.o: Jorgann Couzinet (FRA) – 3.775

6.o: Soli Bailey (AUS) – 3.700

7.o: Cam Richards (EUA) – 2.845

8.o: Seth Moniz (HAV) – 2.690

9.o: Alejo Muniz (BRA) – 2.650

9.o: Leonardo Fioravanti (ITA) – 2.650

9.o: Willian Cardoso (BRA) – 2.650
 

Sexta 24 de fevereiro 2017

CANTO DO MORRO DE GALA.


Terça 21 de fevereiro 2017

CHARLES É BARRADO PELA WSL.


SEGUNDA 14 DE FEVEREIRO 2017.

HERÓIS PERNAMBUCANOS, CONTRA TUDO 

E CONTRA TODOS.





DOMINGO 12 DE FEVEREIRO 2017

HERÓIS LOCAIS SÃO DESTAQUE


Quarta 08 de fevereiro 2017

EVENTO EM BF GERANDO NA ALTA.


QUINTA 09 DE FEVEREIRO 2017.

SOLI BAILEY VENCE EM PIPE

Adriano de Souza é vice-campeão do Volcom Pipe Pro e David do Carmo fica em quinto; Soli Bailey vence em Pipeline, Havaí.
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Adriano de Souza é vice-campeão do Volcom Pipe Pro 2017. Foto: © WSL / Heff.

 

O jovem australiano Soli Bailey roubou a cena ao vencer o Volcom Pipe Pro, etapa do Qualifying Series finalizada nesta quinta-feira, em ondas de 2,5 metros e formação regular em Pipeline, Havaí.

Em uma decisão com poucos tubos, o atleta de 21 anos fez um bom trabalho nas direitas do Backdoor e somou 7.33 e 5.93 para superar o brasileiro Adriano de Souza, o californiano Griffin Colapinto e o havaiano Bruce Irons.

Pela vitória, Soli Bailey embolsou US$ 12 mil e somou 3.000 pontos no ranking da divisão de acesso do Circuito Mundial, assumindo a liderança com apenas um resultado. 

O australiano também quebrou um tabu no Volcom Pipe Pro. Até então, apenas três atletas haviam vencido o evento: John John Florence (quatro vezes), Kelly Slater (duas) e Jamie O’Brien.

Já Adriano de Souza fez a sua segunda final no evento. Em 2014, o brasileiro foi o quarto colocado na decisão com Slater, Wiggolly Dantas e Mason Ho. Desta vez, o campeão mundial de 2015 foi ainda melhor, mas o dia era de Soli Bailey. Mineiro terminou em segundo com notas 4.50 e 3.93, levando US$ 6 mil para casa. O atleta assumiu a mesma posição no ranking do QS com este único resultado, ultrapassando até o norte-americano Cam Richards, que já participou de três eventos com 1.000 pontos e fez duas finais na Austrália, vencendo uma prova e ficando em segundo na outra.
 

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Soli Bailey, 21 anos, faz a festa em Pipeline. Foto: Tom Carey.

 

O último dia do Volcom Pipe Pro começou com os duelos pendentes da terceira fase. Adriano de Souza protagonizou uma das melhores atuações de todo o evento ao arrancar 9.50 e 7.00 dos juízes, saindo da água com o total de 16.50 pontos em 20 possíveis.

Na quarta fase, Jerônimo Vargas, Yago Dora, Marco Giorgi e Wiggolly Dantas foram eliminados, enquanto Adriano de Souza, Lucas Silveira e David do Carmo seguiram adiante. Destaque para a ótima performance de Lucas, autor de 8.60 e 6.83.

Nas quartas, David do Carmo seguiu atrás do havaiano Bruce Irons e Adriano de Souza também foi segundo colocado em seu duelo, vencido pelo basco Aritz Aranburu. Na briga pela classificação, Adriano barrou Lucas Silveira e o local Seth Moniz.
 

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David do Carmo chega à semifinal e fica fora da decisão por apenas um décimo. Foto: © WSL / Heff.

 

Atual campeão mundial e vencedor de quatro edições do Volcom Pipe Pro, John John Florence estava invicto na prova, mas sofreu o seu primeiro revés e deu adeus na semifinal. Em uma bateria com poucas ondas, o australiano Soli Bailey e o californiano Griffin Colapinto conseguiram a classificação nos instantes finais, somando 8.17 e 7.37, respectivamente. Pior para o argentino Leandro Usuna e John John Florence.

Na outra semi, os brasileiros Adriano de Souza e David do Carmo chegaram a ocupar as duas primeiras posições, mas nos últimos minutos Bruce Irons encontrou um bela onda e arrancou 8.93 dos juízes para pular de terceiro para primeiro, deixando Adriano em segundo, David em terceiro e Aritz Aranburu em quarto. David ficou atrás de Adriano por apenas um décimo.

O Volcom Pipe Pro homenageou ainda o atleta com mais atitude durante a competição. O troféu - em memória a Todd Chesser - ficou com o havaiano Seth Moniz.
 

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Lucas Silveira fica em nono lugar no evento. Foto: WSL / Brenden Donahue.

 
Resultado do Volcom Pipe Pro 2017

1 Soli Bailey (AUS)
2 Adriano de Souza (BRA)
3 Griffin Colapinto (EUA)
4 Bruce Irons (HAV)
5 David do Carmo (BRA)
5 Leandro Usuna (ARG)
7 Aritz Aranburu (ESP)
7 John John Florence (HAV)
9 Lucas Silveira (BRA)
9 Mitch Coleborn (AUS)
9 Hank Gaskell (HAV)
9 Luke Sherpadson (HAV)
13 Koa Smith (HAV)
13 Makai McNamara (HAV)
13 Seth Moniz (HAV)
13 Brian Toth (PRI)
17 Yago Dora (BRA)
25 Jerônimo Vargas (BRA)
25 Wiggolly Dantas (BRA)
25 Marco Giorgi (URU)

Ranking do QS 2017

 

1 Soli Bailey (AUS) 3.000
2 Adriano de Souza (BRA) 2.250
3 Cam Richards (EUA) 2.145
4 Peterson Crisanto (BRA) 1.895
5 Griffin Colapinto (EUA) 1.880
6 Bruce Irons (HAV) 1.700
7 Ty Watson (AUS) 1.530
8 Kalani Ball (AUS) 1.500
9 Jack Robinson (AUS) 1.330
10 Timothee Bisso (GLP) 1.320

Segunda 06 de fevereiro 2017

NORONHA EM ALTO ASTRAL



sábado 04 de fevereiro 2017

NOVO TRAILER NORONHA SEMPRE


sexta 03 de fevereiro 2017

SEMANA MÁGICA EM NORONHA.


SEXTA 27 DE JANEIRO 20117

PETERSON CRISANTO VENCE EM ISRAEL.

O paranaense Peterson Crisanto, 24 anos, brilhou com seu surfe potente de manobras de borda e principalmente as aéreas nas ondas de Kontiki Beach, em Netanya, Israel. Ele arrancou as maiores notas dos juízes com brilhantes apresentações para festejar a sua primeira vitória no Circuito Mundial da World Surf League. Com o título do QS 1500 SEAT Pro Netanya nesta quinta-feira, conquistado na bateria final contra o francês Jorgann Couzinet, da Ilha Reunião, Petersinho assumiu a liderança no ranking do WSL Qualifying Series 2017 neste início de temporada.

Peterson Crisanto (Foto: Masurel - WSL)
Peterson Crisanto (Foto: Masurel – WSL)

“É uma sensação incrível poder vencer uma etapa da World Surf League, especialmente considerando todo o trabalho árduo que vem sendo realizado”, disse Peterson Crisanto. “Eu estou começando o ano com o pé direito e espero que continue assim nos próximos eventos. Esta é a primeira vez que venho para Israel, tive uma semana maravilhosa aqui e esta viagem certamente ficará marcada na minha vida para sempre”.

O paranaense sempre foi considerado uma grande promessa do surfe brasileiro, mas perdeu o patrocínio que tinha desde criança e no ano passado nem competiu no Circuito Mundial. Com isso, está tendo de começar do zero, participando das etapas menores para somar pontos visando entrar no grupo dos 100 primeiros no ranking. Isso para, no decorrer do ano, poder disputar as mais importantes que definem os dez classificados para o CT.

Garazi Sanchez Ortun (EUK) , Marissa Shaw (USA), Peterson Crisanto (BRA) , Jorgann Couzinet (REU) .Netanya 2017
Garazi Sanchez Ortun, Marissa Shaw, Jorgann Couzinet e Peterson Crisanto (Foto: Masurel – WSL)

Peterson Crisanto já havia sido o sul-americano mais bem colocado na prova que abriu a temporada 2017 nos Estados Unidos. No QS 1000 Shoe City Pro em Huntington Beach, Califórnia, ele ficou a um passo das semifinais na prova vencida pelo americano top do CT, Kanoa Igarashi. Já em Israel, o paranaense foi o destaque em todos os dias que competiu nas ondas de Kontiki Beach. Chegou no último dia como recordista absoluto do campeonato, com a nota 9,07 e os 17,74 pontos que totalizou na rodada classificatória para as quartas de final.

Na quinta-feira decisiva, ampliou essas marcas para 18,17 pontos, somando 9,80 da melhor apresentação do evento. Um dos cinco juízes chegou a dar nota 10 para ele. Petersinho usou todo o seu arsenal de manobras modernas, principalmente as aéreas, para liquidar o espanhol Jonathan Gonzalez, das Ilhas Canárias, nesta bateria da semifinal. E na grande final, também não deu qualquer chance para o francês Jorgann Couzinet.

Jorgann Couzinet (Foto: Masurel - WSL)
Jorgann Couzinet (Foto: Masurel – WSL)

O surfista da Ilha Reunião tinha vencido o primeiro duelo do dia, barrando o defensor do título do QS 1500 SEAT Pro Netanya, Pedro Henrique, carioca que compete representando Portugal, onde mora há alguns anos. A disputa entre os dois foi acirrada e decidida nas últimas ondas que surfaram. A do Pedro Henrique valeu 6,03, mas Jorgann Couzinet recebeu 6,90 e garantiu a primeira vaga na final por 13,83 a 12,86 pontos.

Na disputa final pelo título da prova mais importante neste início de ano, Peterson Crisanto já começou forte com 7,50 e praticamente confirmou a vitória nas duas ondas seguintes, que arrancaram notas 8,77 e 7,73 dos juízes. Jorgann Couzinet também arriscou os aéreos, mas o máximo que conseguiu foram notas 6,43 e 6,27. O brasileiro faturou o prêmio máximo de 10.000 dólares oferecido ao campeão, por uma larga vantagem de 16,50 a 12,70 pontos.

“Ainda não ganhei nenhum QS, então eu realmente queria muito vencer, mas tudo bem, pois o segundo lugar também é um bom resultado para um início de temporada”, disse o vice-campeão europeu do ano passado, Jorgann Couzinet. “Eu adorei cada minuto que passei aqui em Israel. Acho que não tive uma boa escolha de ondas na final e estou feliz pelo Peterson (Crisanto) também. Agora vou para a Austrália participar de alguns eventos mais importantes e espero conseguir outros bons resultados lá”.

Juninho Urcia (Foto: Smith - WSL)
Juninho Urcia (Foto: Smith – WSL)

PERNA AUSTRALIANA – Até a vitória de Peterson Crisanto no QS 1500 SEAT Pro Netanya, o melhor resultado de um sul-americano na temporada 2017 tinha sido o quinto lugar de outro brasileiro, Victor Mendes, no QS 1000 Carve Pro encerrado domingo passado em Maroubra Beach, Sydney, na Austrália. Ele só foi barrado nas quartas de final pelo vencedor da etapa, o norte-americano Cam Richards. O peruano Juninho Urcia tinha perdido na fase anterior e ficado em nono lugar.

Mais duas provas estão em andamento nessa semana, também com participação de surfistas da América do Sul. O QS 1000 Sunset Pro começou na semana passada e tem prazo até sábado para terminar, mas a segunda fase nem foi encerrada ainda, pois vem sendo adiado por falta de ondas em Sunset Beach. A outra foi iniciada nesta quinta-feira na Gold Coast e vai até domingo. O QS 1000 Burleigh Pro é a segunda das sete etapas da longa “perna australiana” do WSL Qualifying Series 2017, que vai até o dia 12 de março.

QS FEMININO – Em Israel, também foi encerrada na quinta-feira, a terceira etapa feminina da temporada 2017. E a vitória da espanhola Garazi Sanches Ortun no QS 1500 SEAT Pro Netanya, igualmente lhe valeu a liderança no ranking do WSL Qualifying Series. A final foi contra a norte-americana Marissa Shaw, que assumiu a segunda posição com 1.125 pontos, à frente da australiana Macy Callaghan, que neste ano faturou o título mundial Pro Junior da World Surf League e já emendou outra vitória no QS 1000 Carve Pro também em Sydney, na Austrália.


SÁBADO 21 JANEIRO 2017

APROVEITE O VERÃO E ENCOMENDE

SUA PRANCHA ILLUSION.


SEGUNDA 16 de janeiro 2017

MAR MORTO


segunda 09 janeiro 2017
AUSTRALIANOS VENCEM EM CASA.

CAMPEÕES

O melhor brasileiro, Mateus Herdy, ficou nas quartas de final.

 
Os australianos Ethan Ewing e Macy Callaghan venceram o World Surf League Junior Championship e festejaram os últimos títulos mundiais de 2016 em casa na Austrália. O novo top da elite do CT derrotou o norte-americano Griffin Colapinto na final masculina e Macy impediu que a havaiana Mahina Maeda conquistasse um inédito bicampeonato feminino nas pequenas ondas de Bombo Beach na segunda-feira em Kiama, na costa sul de New South Wales. Os brasileiros decidiram o título masculino nas três últimas edições, mas dessa vez o mais bem colocado foi o catarinense Mateus Herdy em quinto lugar. Já Weslley Dantas ficou em nono com a derrota na quarta fase, que abriu a segunda-feira na Austrália.
O prazo do World Surf League Junior Championship só termina na sexta-feira, mas as previsões das ondas não são boas até lá e a comissão técnica decidiu encerrar a competição nas ondas pequenas de meio metro de altura da segunda-feira em Bombo Beach. As finais da primeira edição da categoria com o novo limite de até 18 anos de idade, aconteceram em condições difíceis, com grandes intervalos entre as séries e, principalmente, pela chegada de um vento afetando a boa formação das poucas ondas que entravam.
O australiano Ethan Ewing foi vice-campeão no ranking do WSL Qualifying Series 2016 e será o mais jovem integrante da nova elite dos top-34 que vai disputar o título mundial no Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour em 2017. Ele teve mais sorte de começar bem a bateria final com nota 6,17 e garantiu o título mundial Pro Junior com o 5,17 da sua última onda. Já o norte-americano Griffin Colapinto bateu os recordes do campeonato na semifinal, mas não achou nada de ondas na decisão, perdendo por 11,34 a 1,97 pontos apenas.
“Isso é incrível. Eu nunca planejei nada disso do que aconteceu esse ano para mim”, disse Ethan Ewing. “Eu pretendia ganhar o título Junior australiano, mas todo o resto aconteceu inesperadamente. Chegar neste evento como cabeça de chave número 1 me deu confiança e tudo funcionou sem problemas desde o início do campeonato. O Griffin (Colapinto) é um grande amigo meu e foi engraçado porque conversamos sobre as chances de nos encontrarmos na final, então aconteceu e foi muito legal. Certamente, esta é uma ótima maneira de começar o meu ano e já estou ansioso esperando pelo início do CT”.
O norte-americano Griffin Colapinto apareceu para o mundo ao chegar nas semifinais do Hang Loose Pro Contest 30 Anos na Praia da Joaquina, em novembro do ano passado em Florianópolis (SC). Na segunda-feira, ele começou o dia barrando o campeão sul-americano da WSL South America, Weslley Dantas, na quarta fase. E nas semifinais, bateu todos os recordes do World Surf League Junior Championship. Ganhou nota 9,60 ao completar um aéreo reverse muito alto e totalizou 15,60 pontos na vitória sobre o campeão da triagem do último Billabong Pipe Masters, Finn Mc Gill, que dividiu o terceiro lugar com outro havaiano, Cody Young.
“Infelizmente, as ondas sumiram na final, mas estou feliz por ter chegado na decisão”, disse Griffin Colapinto. “Eu tive grandes momentos aqui e terminar o campeonato fazendo a final com meu bom amigo foi incrível. Eu gostaria de ter tido mais chances para surfar, mas mesmo assim, saio daqui muito mais animado para competir nos eventos do QS esse ano”.
RECORDE DE TÍTULOS – O título de Ethan Ewing foi o quinto da Austrália na história do Mundial Pro Junior da World Surf League e o Brasil continua sendo o recordista com sete conquistas. A primeira foi com o carioca Pedro Henrique no ano 2000. Depois, o hoje campeão mundial Adriano de Souza venceu a edição de 2003, o cearense Pablo Paulino foi bicampeão em 2004 e 2007, o paulista Caio Ibelli ganhou o único circuito de três etapas em 2011, o campeão mundial Gabriel Medina faturou o título na única decisão disputada no Brasil em 2013 e o carioca Lucas Silveira levantou o caneco de 2015 em Portugal.
Neste ano, o Brasil não passou das quartas de final. O catarinense Mateus Herdy brilhou na primeira bateria masculina da segunda-feira em Bombo Beach. Ele registrou um novo recorde de 15,26 pontos com notas 7,83 e 7,43 na vitória sobre o sul-africano Jordy Maree e o francês Marco Mignot. Este placar só foi batido por Griffin Colapinto nas semifinais. Depois, o sobrinho do ex-top da elite do CT, Guilherme Herdy, só achou uma onda boa que valeu nota 7,00 na quarta de final contra o havaiano Cody Young, que venceu por 12,74 a 11,83 pontos a bateria que marcou a saída do Brasil da disputa do título mundial Pro Junior em Kiama.
O campeão sul-americano Pro Junior da WSL South America, Weslley Dantas, já havia sido eliminado na primeira rodada do dia, que definiu os classificados para as quartas de final. Ele também só conseguiu surfar uma onda boa que tirou nota 6,90 dos juízes e terminou em último no confronto vencido pelo australiano Reef Heazlewood, com o vice-campeão Griffin Colapinto passando em segundo lugar. O irmão mais jovem do top do CT, Wiggolly Dantas, ficou em nono lugar no World Surf League Junior Championship 2016.
DECISÃO FEMININA – Na decisão feminina, aconteceu o mesmo que na masculina, com praticamente só a campeã surfando todas as ondas da bateria. A favorita ao título era a havaiana Mahina Maeda, que faturou o caneco de 2014 e foi vice-campeã em 2015, quando o limite de idade era de 21 anos. Em sua terceira final consecutiva, ela poderia se tornar a primeira a vencer dois títulos na categoria feminina, mas a australiana Macy Callaghan fez sua melhor apresentação no campeonato. Com notas 8,17 e 7,50, ganhou facilmente por uma larga vantagem de 15,67 a 4,60 pontos o primeiro título para surfistas com até 18 anos.
“Estou muito feliz. Este é o maior evento que eu participo e ganhar o título mundial é uma coisa incrível”, disse Macy Gallaghan. “Eu sabia que a bateria ia ser complicada, porque não tinha muitas ondas, então eu teria que ter atenção para escolher as boas. Quando consegui aquele 8,17, minha confiança só aumentou, porque o mar estava difícil. 2016 foi um ano incrível para mim e começar este ano sendo campeã é quase um sonho. Mal posso esperar pelo que vem pela frente”.
Já a havaiana Mahina Maeda lamentou o resultado: “Estou muito decepcionada com o meu desempenho hoje (segunda-feira), mas é bom estar aqui no WJC. A final não foi como eu gostaria, mas estou feliz pela Macy (Callaghan), ela tem um futuro brilhante pela frente. Este é o meu último evento Junior, então agora é hora de me concentrar no QS para tentar entrar no CT esse ano”.



08 de janeiro 2017

BRASILEIROS SEGUEM NA DISPUTA PRO JUNIOR.

Depois de um dia parado, o World Surf League Junior Championship 2016 retornou no domingo e os brasileiros Weslley Dantas e Mateus Herdy avançaram para a rodada classificatória para as quartas de final na Austrália. As ondas estavam pequenas ainda em Bombo Beach, mas a comissão técnica aguardou durante quase toda a manhã para realizar a terceira fase masculina, com a feminina sendo adiada. O peruano Alonso Correa perdeu o primeiro duelo do dia, mas Weslley e Mateus podem aumentar para oito o recorde de títulos brasileiros na categoria Pro Junior em Kiama, na costa sul de New South Wales.

Mateus Herdy (Foto: Smith - WSL)
Mateus Herdy (Foto: Smith – WSL)

Se esperassem um pouco mais, Alonso Correa teria competido em melhores condições e ele não achou as ondas, enquanto o francês Marco Mignot usou os aéreos para vencer a bateria por um baixo placar de 10,23 a 7,70 pontos, deixando o peruano em 13.o lugar no World Surf League Junior Championship 2016. Mateus Herdy entrou no segundo duelo do dia, quando o mar já produzia boas direitas. Ele liquidou o norte-americano Kei Kobayashi nas duas primeiras ondas que surfou. O catarinense também completou belos aéreos e manobrou forte para tirar notas 7,17 e 7,23 dos juízes e vencer por 14,40 a 11,63 pontos.

“As ondas hoje (domingo) estão bem parecidas com as que surfo em casa e acho que isso me ajudou”, disse Mateus Herdy, sobrinho de um ex-top do CT, Guilherme Herdy. “O Kei (Kobayashi) estava arrebentando nas sessões livres, então eu sabia que ia ser uma bateria difícil e estou feliz por ter ganhado dele. Foi uma boa batalha entre nós e tive a sorte de encontrar boas ondas no início. Minhas pranchas estão boas para este tipo de mar e não vejo a hora de competir de novo”.

O catarinense vai abrir a quarta fase da competição, disputando as duas primeiras vagas para as quartas de final com o francês Marco Mignot e o sul-africano Jordy Maree, que aumentou para 14,90 o recorde de 14,83 pontos registrado pelo peruano Alonso Correa na quinta-feira. Além disso, igualou a maior nota – 8,50 – do campeonato, conseguida pelo mesmo americano Jake Marshall que ele derrotou no domingo.

Jordy Maree (Foto: Kelly Cestari - WSL)
Jordy Maree (Foto: Kelly Cestari – WSL)

“Estou feliz por voltar a competir depois de dois dias de descanso”, disse Jordy Maree, pois na sexta-feira apenas as meninas entraram no mar e no sábado a competição foi adiada porque as ondas estavam muito pequenas em Bombo Beach. “Eu estava nervoso indo para a bateria, porque não tinha surfado contra o Jake (Marshall) e sabia que era um forte concorrente. Mas, treinei bastante em ondas pequenas assim e me senti bem lá fora para surfar o meu melhor”.

 Após essa bateria, o australiano Quinn Bruce foi eliminado pelo havaiano Cody Young, mas outros dois brilharam nas pequenas ondas de Bombo Beach, ambos conseguindo tirar notas acima de 7 para derrotar dois japoneses. Harley Ross-Webster atingiu 14,24 pontos nas duas computadas contra Taichi Wakita e o novo top da elite mundial da World Surf League, Ethan Ewing, superou Joh Azuchi por 14,00 a 8,50. Os dois vão disputar a segunda classificatória para as quartas de final com o havaiano Cody Young.

CAMPEÃO SUL-AMERICANO – Depois de duas vitórias dos donos da casa, dois foram eliminados nos confrontos seguintes. O norte-americano Griffin Colapinto bateu Lucas Wrice por 11,17 a 8,57 pontos e o atual campeão sul-americano Pro Junior da WSL South America, Weslley Dantas, despachou o local de New South Wales, Sandon Whittaker, numa disputa bem mais acirrada. Os dois ganharam 6,5 em suas melhores ondas e a segunda nota computada definiu o vencedor. O irmão mais jovem do top do CT, Wiggolly Dantas, somou 5,57 contra 5,33 do australiano no placar encerrado em 12,07 a 11,83 pontos.

Weslley Dantas (Foto: Smith - WSL)
Weslley Dantas (Foto: Smith – WSL)

Weslley Dantas e Griffin Colapinto vão enfrentar outro australiano, Reef Heazlewood, na batalha por duas vagas para as quartas de final na terceira bateria da quarta fase. E os dois últimos classificados sairão do confronto envolvendo o único representante de Barbados, Che Allan, com dois havaianos, Noa Mizuno e Finn McGill, campeão da triagem do Billabong Pipe Masters em dezembro do ano passado.

RECORDE DE TÍTULOS – Weslley Dantas e Mateus Herdy são as apostas para o Brasil aumentar para oito o recorde de títulos na categoria Pro Junior da World Surf League. O primeiro foi conquistado pelo carioca Pedro Henrique no ano 2000. Depois, o hoje campeão mundial Adriano de Souza venceu a edição de 2003, o cearense Pablo Paulino foi bicampeão em 2004 e 2007, Caio Ibelli ganhou o único circuito de três etapas em 2011, o campeão mundial Gabriel Medina faturou o título na única decisão disputada no Brasil em 2013 e o carioca Lucas Silveira levantou o caneco de 2015 em Portugal.

O World Surf League Junior Championship tem prazo até a próxima sexta-feira para definir os últimos títulos mundiais de 2016 e a primeira chamada da segunda-feira foi marcada para as 7h30 na Austrália, 18h30 do domingo no fuso de Brasília, com transmissão ao vivo pelo www.worldsurfleague.com

05 de janeiro 2017

BRASIL É ELIMINDO NO FEMININO PRO JUNIOR.

A brasileira Tainá Hinckel e a argentina Josefina Ane saíram da disputa do título do World Surf League Junior Championship 2016 na Austrália. A sexta-feira amanheceu com ondas pequenas de meio metro de altura em Bombo Beach e a terceira fase masculina foi adiada, mas as meninas disputaram a primeira rodada eliminatória da competição que define os campeões mundiais da categoria para surfistas com até 18 anos de idade. O time sul-americano da WSL South America ainda está na briga pelo último título mundial de 2016, com os brasileiros Weslley Dantas e Mateus Herdy e o peruano Alonso Correa.

Caroline Marks (Foto: Kelly Cestari - WSL)
Caroline Marks (Foto: Kelly Cestari – WSL)

A catarinense Tainá Hinckel, de apenas 13 anos de idade, ficou muito perto da classificação para a terceira fase. A bateria foi fraca de ondas e ela e a americana Caroline Marks só conseguiram surfar as duas que são computadas no resultado. A atual campeã sul-americana Pro Junior da WSL South America começou bem com nota 5,17, mas sua oponente pegou duas antes dela que valeram 4,60 e 4,07. Tainá precisava então de 3,50 para vencer e pegou uma onda no último minuto que só rendeu uma manobra. Dois dos cinco juízes acharam que valia a vitória, mas a média da nota ficou em 3,23 e o placar em 8,67 a 8,40 pontos.

“As ondas realmente diminuíram muito nessa bateria”, disse Caroline Marks. “Nós duas só tivemos duas chances para surfar e fiquei muito preocupada no final, porque ela (Tainá Hinckel) tinha a prioridade (de escolha da próxima onda) e pegou uma onda. Eu estava muito nervosa esperando para ouvir a sua nota e fiquei muito feliz por conseguir a vitória”.

Diferente de Tainá Hinckel, que ainda terá outras oportunidades para tentar trazer um inédito título Pro Junior feminino para a América do Sul, a argentina Josefina Ane se despediu da categoria na sexta-feira, pois já completou o limite de 18 anos de idade. Ela competiu no último confronto do dia e não achou nenhuma onda boa para mostrar o seu surfe em Bombo Beach. A japonesa Minori Kawai teve mais sorte nas difíceis condições do mar, começou bem com nota 5,83 e venceu fácil por 10,50 a 4,53 pontos a briga pela última vaga para a terceira fase.

Tania Hinckel (Foto: Kelly Cestari - WSL)
Tania Hinckel (Foto: Kelly Cestari – WSL)

As meninas agora já vão disputar classificação para as quartas de final do World Surf League Junior Championship 2016 na Austrália. As seis surfistas que estrearam com vitórias na quarta-feira e as seis que aproveitaram a segunda chance na sexta-feira, foram divididas em quatro baterias na terceira fase. As duas primeiras colocadas em cada uma delas avançam para as quartas de final e as que ficarem em último terminam em nono lugar na competição.

O World Surf League Junior Championship ainda tem prazo até a próxima sexta-feira, 13 de janeiro, para definir os últimos títulos mundiais de 2016 e a primeira chamada do sábado foi marcada para as 7h30 na Austrália, 18h30 da sexta-feira no fuso de Brasília, com transmissão ao vivo pelo www.worldsurfleague.com

TERCEIRA FASE MASCULINA – A chamada é para as duas categorias e se a comissão técnica decidir começar pela terceira fase masculina, dois sul-americanos vão disputar os primeiros confrontos do dia. O peruano Alonso Correa enfrenta o francês Marco Mignot na primeira bateria e o brasileiro Mateus Herdy entra na segunda com o norte-americano Kei Kobayashi. Já o atual campeão sul-americano Pro Junior da WSL South America, Weslley Dantas, está na nona bateria com o australiano local de New South Wales, Sandon Whittaker. A vitória na terceira fase vale vaga na rodada classificatória para as quartas de final.